A Garota do Vestido Vermelho II

Autora: Paulinhaa Tonkio
Status: Em Andamento
Revisada por: Rooxy & Juh
Categoria: Harry Fics
Sub-Categoria: Romance - LongFic
Comentários:

Capítulo 1 – First date.

Nossa como o tempo passa rápido não?
Não eu não estou querendo puxar papo, só acho que chegou a hora de vocês saberem como foi minha vida com o Harry durante esse tempo.

*Flashback*

Eram 7:00 horas da manhã e document.write(Paula) dormia como um bebê.

“Cause you're hot then you're cold You're yes then you're no...”

- Droga. Quem ligou o som a essa hora? – document.write(Paula) dizia sem nem abrir os olhos.

“You're in then you're out...”

- Ah é meu celular, que legal ¬¬. Alô? – Ela disse com aquela tradicional voz de “acabei de acordar”.
- Oi, te acordei?
- Erm... Na verdade... Sim. Quem é?
- É o Harry, erm desculpa te acordar, mas é que depois eu não ia poder ligar, então eu só liguei pra saber se se você que-que-quer sair comigo hoje. - Harry disse ofegante.
- Hum. - document.write(Paula) disse.
- Hum, sua resposta é essa?
- Ah quer dizer, eu quero, eu quero sim, hoje? Que horas?
- É hoje, hum... Pode ser ás 8:00?
- Sim, pode sim.
- Ok então, eu te pego ás oito.
- Você não quer meu endereço, quer dizer pra poder vir me buscar, você precisa dele não? – document.write(Paula) disse toda atrapalhada. (N/A: Com o Harry me chamando pra sair até eu ficaria atrapalhada)
- Ah claro, nem sei como eu ia te achar. – ele soltou uma gargalhada. – Pode me passar? "Se quiser eu te lavo também.", ela pensou – Claro, posso falar?

Capítulo 2 - Times Square can't shine as bright as you.

document.write(Paula) passou a tarde inteira enrolando coxinhas, quando o relógio bateu 7:00 horas ela foi se arrumar.

“Trim dom”. A campainha soou. (N/A: Sorry, mais eu não sei escrever essa barulho.)
- Já vai - gritou Dona Clementina.

Harry esperava ansioso na porta. Quando derrepente uma senhora abriu a porta e o encarou deslumbrada.
- Oi muito prazer, meu nome é Harry, eu vimbuscaradocument.write(Paula). - Harry falou rapidamente.
- O prazer é todo meu. – Ela apertou a mão de Harry. – Ah eu sei, ela já deve estar quase pronta, eu já vou chamá-la. Entre, fique a vontade. - Ela saiu com um movimento rápido.
A casa tinha dois andares, ao que parecia, era grande. Harry começou a observar, tinha um aquário enorme, a poltrona era confortável, havia uma estante de livros que ocupava a parede da direita inteira, na estante também tinham alguns porta-retratos. Ele levantou e foi ver as fotos mais de perto. “Ixi o pai dela tem cara de bravo”, ele pensou.

- Oi, estou vendo que já se encantou com o meu pai. – document.write(Paula) riu.

Harry nem conseguia responder, ficou hipnotizado com a beleza da garota. Ela estava com um vestido branco com um cinto fino vermelho, os cabelos document.write(Castanhos) soltos e aqueles olhinhos document.write(Verdes) brilhando. Simples e linda.
- Uau, hoje você está brilhando mais que a Time Square. - Harry disse com um olhar sincero.
- Ah não exagera. – document.write(Paula) disse ruborizando. – Vamos?
- Claro.

Harry segurou as mãos de document.write(Paula), ai ela ficou da cor de um tomate, e seguiram para o carro. Ele abriu a porta pra ela, entrou e foram seguindo.

- Eu posso ligar o som? Ele perguntou.
- Claro.

Ele colocou em uma estação de rádio qualquer. "Hey there Delilah" começou a tocar.
- Eu adoro essa música. - Ela comentou.
- Eu também, ela me faz lembrar você.
- Por quê?
- Não é exatamente a música é... – Ele começou a cantar acompanhando a música - Oh it's what you do to me (Oh é o que você faz comigo).

document.write(Paula) ficou vermelha novamente e Harry olhando pra frente segurou a mão da garota, parou no estacionamento do restaurante, olhou para ela e começou a rir.

- Do que você está rindo? – document.write(Paula) perguntou assustada, ficando mais vermelha ainda.
- De você – Ele disse rindo.
- O que tem de errado comigo? - Ela perguntou olhando sua roupa, passando a mão nos cabelos.
- Bom, na verdade não há nada de errado. – Ele riu. – É só que há uma semana atrás você não estava com tanta vergonha como está hoje.
Ela riu.
– Eu não estou com vergonha.
- Hã, então porque você está tão vermelha? – Ele disse com um olha desafiador.
- Oh it's what you do to me. – Ela cantou. - Naquele dia eu não fiquei vermelha porque era uma questão de sobrevivência, eu acho.
- Eu gosto disso. – Ele falou pra si. - Pronta?
- Eu estou sempre pronta. - Ela riu deixando o rubor de lado.

Desceram do carro e seguiram para o restaurante.
Capítulo 3: Tonight will change our lives.

- Nossa! Harry, isso é lindo! - document.write(Paula) disse deslumbrada.
Ele apenas riu.

Era um restaurante digno de um Rei, daqueles em que só se leva uma mulher quando é pra pedí-la em casamento, o que não era o caso.

Uma moça logo veio recebê-los, perguntou o “nome do senhor” e indicou a mesa que Harry tinha reservado. Ele puxou a cadeira para document.write(Paula) sentar.

- Obrigado. – Ela sorriu.
- Eu sou um cavalheiro, document.write(Paula). – Ele disse se sentando e rindo.

document.write(Paula) estava maravilhada, então um garçom chegou.

- O Sr. já quer fazer seu pedido? – Perguntou o Garçom.
- Sim, qual é a especialidade da casa? – Harry perguntou de volta.
- Na verdade temos duas, Feijoada e Lanburdie. (N/A: Inventei agora)
- Bom, o que você acha document.write(Paula)? – Harry perguntou.
- Erm... O que seria esse Lanburdie? – Ela perguntou para o garçom, confusa.
- Aspargos refogados com brócolis e molho vinagrete. – Respondeu o Garçom.
- Eca. – document.write(Paula) respondeu sem pensar.
- Concordo. – Harry respondeu rindo e document.write(Paula) virou um pimentão. – Feijoada então?
- Sabe é... que eu não gosto de feijoada.
- Ok, então que tal um risoto? – Ele disse com aquele sorriso que derrete qualquer um.
- Certo.
- Pra beber um vinho, safra 1884. - Harry disse seguro. - É o melhor. - ele sussurrou pra ela.
- Ok, aguardem alguns minutos. - O garçom disse e saiu em seguida.
- Harry, você me da uma licençinha, eu preciso ir ao ban.. é, toalete. - document.write(Paula) disse querendo ser o mais culta possível.
- Tudo bem. – Ele sorriu.

document.write(Paula) entrou no (hãhã) Toalete. Estava um pouco apertada então foi direto ao trono.
- Droga, eu e essa mania de demorar pra fazer xixi, tudo porque eu não estou na minha casa. – Ela pensava.

Enquanto isso ela começou a escutar a conversa de algumas mulheres.

- Você viu document.write(Kath) quem está ai? - Uma loira disse.
- Sim, sim document.write(And). Ele é mais bonito ao vivo. - A outra que devia ser a tal da document.write(Kath) respondeu eufórica.
- O que você acha da gente pedir um autógrafo? – document.write(And) perguntou apreensiva.
- Ai, não sei amiga ele está acompanhado, podia pegar mal. Até porque eu não ia querer um autógrafo, eu ia querer era um beijo. - document.write(Kath) disse rindo.
- É você tem razão. Mas você acha que ele ia querer te beijar? Sei lá, você é uma simples fã. - Se ele não quiser, eu agarro ele, simples.
- Ai document.write(Kath), você não existe. Acho melhor a gente voltar, vamos?
- Vamos.

document.write(Paula) ficou super curiosa, quem seria esse tal homem famoso que estava no restaurante, ela não havia visto ninguém, claro ela só tinha olhos para Harry.
Ela saiu, lavou as mãos, ajeitou o cabelo e voltou para a mesa.
O garçom estava terminando de servir.

- Chegou na hora. – Ele disse sorrindo.
- É eu acho que sim. – Ela riu. – Como diz minha mãe na hora boa.

Começaram a comer, e iam conversando ao mesmo tempo.

- Ouvi uma conversa no banheiro, umas garotas falando que tem um cara famoso aqui no restaurante, você viu ele? – document.write(Paula) perguntou.
- Ah document.write(Paula), deve ser eu né. – Ele riu e ela gargalhou.
- Ai Harry, você é tão engraçadinho. – Ela riu e fingiu que ia apertar as bochechas dele. - Você é tão diferente das garotas daqui. – Ele disse derrepente.
- Deve ser porque eu não sou daqui. – Ela sorriu.
- Hum, você não é britânica. De onde você é? Austrália? – Ele disse curioso.
- Não, não sou brasileira. – Ela enfiou uma colher de risoto na boca.
- Brasileira? E você não gosta de feijoada?
- É. Bom, eu não sou muito chegada. Sabe Harry, não é todo brasileiro que gosta de feijoada, carnaval, samba.
- É eu entendo, não é todo Inglês que ama chá também. É, bem que eu notei que você era muito diferente das meninas daqui, quer dizer você é muito mais bonita. – Ele disse a encarando com aqueles olhos azuis penetrantes.

Quando document.write(Paula) foi responder bateu o braço na taça de vinho que virou em seu colo.

- Oh my god! – Ela disse se levantando depressa.
- Deixa que eu te ajudo. – Harry levantou indo em direção a document.write(Paula). – Garçom?

O garçom veio correndo e Harry lhe pediu um pano. Todos os olhares se voltaram para eles. Harry sem pensar pegou o pano e começou a passar na barriga de document.write(Paula) e foi subindo quando ele percebeu o que estava fazendo, olhou para ela.

- Me desculpa, eu eu nem percebi. - Harry disse apurado.
- Erm... não é nada você não tem culpa, você só estava querendo ajudar. - document.write(Paula) disse sem graça.

Sem querer ele olhou pra onde não devia e viu um sutiã branco com estampa de cerejinhas. De novo percebeu que não devia fazer isso.

- Me desculpe mesmo, mas acho que você não pode continuar com esse vestido, digo, acho melhor você colocar isto. – Harry disse um pouco rápido tirando seu terninho preto e dando pra document.write(Paula).
- Obrigado, acho que é melhor mesmo. – Ela o olhou nos olhos. – Me desculpa, por estragar a noite. – Ela falou chorosa.
- Que estragar, você está é divertindo minha noite, olha nós somos o centro das atenções. – Ele disse olhando para os lados onde as pessoas fingiam não estar vendo.
- Não seja tão gentil, e eu não gosto de ser o centro das atenções. – Ela disse olhando as pessoas também.
- Garçom, a conta! – Harry pediu quando já estavam sentados novamente.

document.write(Paula) só observava. O garçom entregou a conta, Harry pagou em dinheiro vivo.
Eles se levantaram, uniram as mãos e foram em silêncio.

Capítulo 4: Boy, don't try to front. I, I know just what you a-a-are

- você não precisa ficar assim, essas coisas acontecem. – Ele disse com uma voz macia.
- Eu sei, é que, bem eu fiquei um pouco sem graça. – Ela disse baixo.
- Me desculpa mais você ficou totalmente sem graça, foi hilário. – Harry riu e olhou para . – Desculpa eu não queria dizer isto, mas é que...
- Não se culpe, foi hilário mesmo. – Ela gargalhou e ele se assustou um pouco com a atitude dela. – Isso nunca aconteceu comigo, ops a frase clássica. – Ela riu mais ainda, ele não resistiu e gargalharam juntos.
- Isso também nunca aconteceu comigo. – Ele disse rindo.

Entraram no carro, e como de costume Harry fez questão de abrir a porta para a garota.

- Você quer que eu te leve em casa ou quer em outro lugar antes? – Harry disse sem malícia (N/A: Será?). - Harry você tá muito safadinho. – Ela riu. – Eu prefiro ir pra casa, tomara que a minha mãe saiba algum truque pra tirar mancha de vinho. – Ela riu olhando para o vestido manchado.
- Hey, eu não disse com malícia. – Ele quis se safar.
- Tá tá, eu acredito. Harry eu sei como os meninos são. – Ela revirou os olhos.
- Ah claro, uma expert em homens. – Ele riu.
- Toda mulher sabe como os homens são, mesmo que seja lá no fundinho, elas sabem. Mas às vezes também fingem que não sabem.
- Então já que você sabe tudo, como os homens são?
- Eles sempre querem o máximo de mulher que puderem, no começo são galanteadores, até conseguirem o que querem, e aí depois partem pra outra. - Ela falou com certeza na voz.
- Eu não sou assim. – Harry se defendeu.

Eles pararam na frente da casa da . Ele se virou para encará-la.

- Você vai ter que me provar. – Ela disse rindo e olhando ele nos olhos.
- Se quiser eu te mostro agora mesmo. – Ele disse se aproximando dela.

Os rostos estavam se aproximando lentamente, quando Harry foi beijá-la, ela virou o rosto e ele beijou a bochecha.

- Harry, acho melhor eu entrar, desculpa. – Ela disse abrindo a porta do carro.
- Tudo bem, até a próxima então. Eu te ligo, e pode ter certeza, por que eu não sou um homem qualquer. – Ele disse quando ela já havia se levantado.
- É vamos ver. – Ela sorriu e mandou um beijo no ar pra ele.


Capítulo 5: Não me aconselhe isso, por favor.
(Amigo fura-olho – Latino)

Quando ele chegou em casa, havia um “ser” parado na sua porta aos berros.
Harry colocou o carro na garagem e foi ver por que Danny gritava tanto.

- Hey cara, o que você quer? – Harry perguntou colocando a mão no ombro de Danny.
- Ah, oi você ta ai! Por que você demorou tanto eu to aqui há horas te chamando. - Ele respondeu sorrindo.
- O que você quer Danny? Ta sem comida em casa de novo? – Harry riu.
- Eu tô é sem companhia, ai decidi vir aqui pra gente conversar um pouco.
- Então entra. - Harry disse abrindo a porta e deixando um espaço para Danny entrar.

Enquanto Harry foi direto tirar os sapatos e se jogar no sofá, Danny correu pra geladeira.

- Eu sabia que você estava sem comida, quando você vem com esse papo de “tô me sentindo sozinho” pode saber que na verdade é “me da um lanchinho”. - Harry disse imitando a voz de Danny e rindo.
- Ah cara é que bem, falar gasta energia, então pra gente poder conversar melhor eu tenho que estar abastecido. - Danny respondeu indo em direção a poltrona com um pedaço de pizza na mão.

Harry ligou o som e resmungou alguma coisa, como: “Será que eu digo?”.

- Cara eu não sei o que eu faço. – Harry falou bocejando.
- Com o que? – Danny falou de boca cheia.
- Lembra aquela garota que eu encontrei na festa?
- Claro, a Margarida.
- Não Danny, o nome dela é . – Harry revirou os olhos.
- Ah claro, . Então o que tem ela?
- Nós saímos hoje, só que, bem foi estranho. - Ele disse fazendo careta.
- Ah já sei você esqueceu de tirar as meias e ela reclamou. Isso acontece cara!
- Não Danny, não aconteceu nada do que você está pensando, e muito menos do que eu pensei. Sabe a gente se divertiu, eu gostei realmente dela, mas ela, ela nem quis me beijar. E você lembra de como foi no meu aniversário né?
- Claro você disse que ela te beijava loucamente e que vocês quase foram pros finalmentes no banheiro do Tom. - Danny gargalhou.
- Então e agora ela nem quer me beijar mais! – Harry disse choroso.
- Eu sei o problema. Você tá sem pegada Mr. Judd, você tem que chegar e agarrar cara, não foi isso que você fez no banheiro?
- É, bem, eu nem deixei ela dizer o nome. - Harry riu se lembrando.
- Então cara, marca com ela outro encontro, e chega junto.
- É eu acho que você tem razão. – Harry disse pra si.

Danny se levantou e foi em direção a geladeira novamente.

- Hey Danny, chega ou você quer acabar com o meu estoque? – Harry perguntou enquanto corria atrás de Danny e pulava em suas costas.

Ambos caíram no chão e começaram uma lutinha.

Capítulo 6: I am thinking of you
(Thinking of you – Katy Perry)

Havia se passado uma semana depois do último encontro.

“Eu tinha certeza que ele não ia ligar, eu fui tão boba em pensar que um cara como ele iria querer alguma coisa comigo, como eu pude ser tão idiota!”, pensava enquanto chorava.

- Ele não devia ter me dado esperança, e o pior é que ele deu logo pro meu coração, da onde vai ser mais difícil de tirá-lo, droga - Ela disse entre soluços, fazendo com que alguém viesse ver o que estava acontecendo.

- Filha o que está acontecendo? – Dona Clementina disse preocupada.
- Ah Mãe, é o Harry. – Ela dizia entre soluços. – Ele, ele não ligou mais, e eu acho que ele nem vai mais.
- E é tão grave assim, filha? – Clementina alisava os cabelos da filha que estava deitada em seu colo.
- É mãe, eu estou apaixonada por ele, eu não penso em outra coisa a não ser ele, eu acho que vou enlouquecer se ele não ligar. – chorava desesperadamente.
- Ah filha, ele vai ligar, eu fui com a cara de dele logo de primeira, não foi como os outros, o Jam, o Weezer! Eu realmente simpatizei com ele. E se ele não ligar e vou atrás dele até ele fazer isso, afinal ninguém tem o direito de magoar a minha filhotinha. – Ela finalizou apertando as bochechas da garota.

- Harry você não saiu mais com aquela garota da festa? – Tom perguntou interessado.
- Pior que não, sabe eu quero deixar ela com um pouco de saudade, pra ver se assim ela se rende, entende? – Harry disse fazendo pose de machão.
- Ih, acho que isso não vai prestar. – Tom disse pensativo enquanto Harry corria atrás de Dougie.
- O que não vai prestar? – Danny chegou atrasado como sempre.

Capítulo 7: The telephone singing ringing.
(Banana Pancakes – Jack Johnson)

No outro dia.
Harry acabava de chegar em casa.

- Eu acho que eu vou ligar pra ela. – Ele pensou.

Pegou o celular e discou.

Tum... Tum. (N/A: É estava chamando, sou péssima em descrever sons, fikdik.)

- Alô – uma voz suave disse do outro lado da linha.
- Oi – Ele disse animado – Tudo bem?
- Sim e você?
- Ótimo.
- A propósito, você me provou que é um cara igual aos outros. – Ela disse um pouco seca.
- Hã? Como eu fiz isso? – Harry perguntou confuso.
- Bom, você ficou uma semana sem telefonar, sem nem uma mensagem.
- Ah , me desculpa, mas é que essa semana eu estive muito ocupado, me faltou tempo até pra almoçar, sabe como é trabalho, trabalho e mais trabalho.
- É eu sei como é, mas eu senti sua falta. – Ela sussurrou.
- Oh, eu também senti sua falta! Me desculpa por isso?

Ela pensou, pensou, tentou pensar com a cabeça, mas o coração falou mais alto, e quando viu que não tinha outro jeito, que agora não poderia ser feliz sem ele, resolveu dar mais uma chance.

- Desculpas aceitas, mas, por favor, não faz mais isso. - Ela disse com uma voz um pouco infantil.
- Claro, querida, eu prometo que de agora em diante não fico um dia sem ouvir sua voz! Então, vamos sair? – Ele disse animado.
- Claro, hoje?
- Pode ser, se você não ligar pro horário!
- Ah capaz, ainda é cedo, são 10 da noite Harry! – Ela disse abismada.
- Erm, pode ser cedo, mas, é que eu pensei que você não dormisse tarde - Ele disse baixo.
Ela apenas riu.
- Então fechado? – Ele perguntou.
- Claro, só me dê meia-hora pra se arrumar.
- Tuuuudo bem! Mas é pra ficar linda eim!
- Pode deixar!
- Até mais! Beijo.
- Até!

E ele desligou, ela ainda ficou um tempo com o telefone na mão, só ouvindo o tumtumtum. Aí derrepente saiu correndo pela casa ao encontro da mãe.

- Mãããããe! Ele ligou!
- Nossa que euforia, calma menina! Quer ter um enfarte? – Dona Clementina disse rindo.
- Não. Enfarte? Deus me livre, eu não posso enfartar porque o Harry me chamou pra sair. – Ela gritou o fim da frase.
- Então corre se arrumar garota e fique bem gata eim! – Dona Clementina deu uma piscadela pra filha.
- Pode deixar!

“Ai ai ai ai ai! Que roupa eu coloco?”, pensava enquanto olhava o closet.

Capítulo 7: The telephone singing ringing.
(Banana Pancakes – Jack Johnson)

No outro dia.
Harry acabava de chegar em casa.

- Eu acho que eu vou ligar pra ela. – Ele pensou.

Pegou o celular e discou.

Tum... Tum. (N/A: É estava chamando, sou péssima em descrever sons, fikdik.)

- Alô – uma voz suave disse do outro lado da linha.
- Oi – Ele disse animado – Tudo bem?
- Sim e você?
- Ótimo.
- A propósito, você me provou que é um cara igual aos outros. – Ela disse um pouco seca.
- Hã? Como eu fiz isso? – Harry perguntou confuso.
- Bom, você ficou uma semana sem telefonar, sem nem uma mensagem.
- Ah , me desculpa, mas é que essa semana eu estive muito ocupado, me faltou tempo até pra almoçar, sabe como é trabalho, trabalho e mais trabalho.
- É eu sei como é, mas eu senti sua falta. – Ela sussurrou.
- Oh, eu também senti sua falta! Me desculpa por isso?

Ela pensou, pensou, tentou pensar com a cabeça, mas o coração falou mais alto, e quando viu que não tinha outro jeito, que agora não poderia ser feliz sem ele, resolveu dar mais uma chance.

- Desculpas aceitas, mas, por favor, não faz mais isso. - Ela disse com uma voz um pouco infantil.
- Claro, querida, eu prometo que de agora em diante não fico um dia sem ouvir sua voz! Então, vamos sair? – Ele disse animado.
- Claro, hoje?
- Pode ser, se você não ligar pro horário!
- Ah capaz, ainda é cedo, são 10 da noite Harry! – Ela disse abismada.
- Erm, pode ser cedo, mas, é que eu pensei que você não dormisse tarde - Ele disse baixo.
Ela apenas riu.
- Então fechado? – Ele perguntou.
- Claro, só me dê meia-hora pra se arrumar.
- Tuuuudo bem! Mas é pra ficar linda eim!
- Pode deixar!
- Até mais! Beijo.
- Até!

E ele desligou, ela ainda ficou um tempo com o telefone na mão, só ouvindo o tumtumtum. Aí derrepente saiu correndo pela casa ao encontro da mãe.

- Mãããããe! Ele ligou!
- Nossa que euforia, calma menina! Quer ter um enfarte? – Dona Clementina disse rindo.
- Não. Enfarte? Deus me livre, eu não posso enfartar porque o Harry me chamou pra sair. – Ela gritou o fim da frase.
- Então corre se arrumar garota e fique bem gata eim! – Dona Clementina deu uma piscadela pra filha.
- Pode deixar!

“Ai ai ai ai ai! Que roupa eu coloco?”, pensava enquanto olhava o closet.

Capítulo 8: Daddy's little girl is now my baby
(Daddy’s Little Girl – Jesse McCartney)

O carro buzinou e saiu apressada, doida pra atender a porta, mas o Sr. foi mais rápido, então ela entrou correndo na cozinha.

- Mãe! O pai vai atender a porta. – disse desesperada.
- Calma, ele não vai comer o Harry. – Dona Clementina riu.
- COMO CALMA? – Ela gritou. – Você sabe como ele é. – Ela disse cabisbaixa e parou pra ouvir a conversa do pai.

abriu a porta e deu de cara com um garoto.

- Erm... Oi? – Harry disse sem jeito.
- Quem é você? – disse seco.
- Sou... É...
- Ele é um amigo meu, pai. – disse antes que Harry se enrolasse. – pai, este é o Harry. Harry, este é meu pai..
- Prazer. – apertou forte a “pequena mão” do baterista.
- O prazer é todo meu. - Harry disse apertando a mão do “sogro”.
- Pai, você pode nos dar licença? É que nós vamos sair. – Ela disse com calma.
- SAIR? À ESSA HORA MOCINHA? - gritou.
- É pai, mas não se preocupa porque eu não vou demorar! – Ela disse com cuidado.
- E você pediu pra quem pra sair? – disse furioso.
- Pra ninguém! – Ela respondeu seca. – Eu coloco dinheiro em casa tanto quanto você, então acho que tenho o direito de ir e vir a qualquer hora, não? – Ela começou a aumentar o tom de voz.
Harry olhava tudo, assustado.
- Eu sou seu pai, é seu dever me pedir autorização e respeitar quando EU disser que não!
- Quer saber? Eu to cansada dessa ladainha. Vamos Harry. – Ela abriu a porta e puxou Harry pra fora consigo, deixando um pai P da vida pra trás.

- Você não acha que foi um pouco dura com ele? – Harry perguntou com medo.
- Olha, eu sinceramente não sei. – ela bufou.

Capítulo 9: All the cameras flashing like oh no…

(My Baby – Jesse McCartney)

Dessa vez eles foram à uma boate.

- Hey, vamos beber alguma coisa? – Harry disse assim que entraram.
- Claro.

Harry segurou firme a mão de e a puxou para o bar.
Eles se sentaram naqueles banquinhos giratórios e fizeram seus pedidos.

- Eu quero um Martini, por favor. – Harry disse.
- Pra mim um "sex on the beach".

Eles ficaram um bom tempo bebendo e... Bebendo... E então “resolveram” dançar.

- Hey, Harry vamos dançaaaaar! – Ela o puxou. – Eu ADORO essa música, “London, Paris... Ibiza, Ibiza.”
- Hey hey, calma! O mundo não vai acabar. - Harry dizia desviando das pessoas e rindo.

Os dois foram até o meio da pista, uma luz colorida brilhava e a todo o momento Harry ficava cor de rosa. dançava loucamente e Harry seguia seu ritmo, hora ou outra eles uniam os corpos e foi numa dessas que a música mudou. The fear começou a tocar.
Ele aproveitou e segurou a cintura da garota, eles dançavam coladinhos em um ritmo não tão lento, quando Harry a beijou. (N/A: ALELUIA, ALELUIA. parey :x)
Era um beijo calmo, mas o desejo dos dois se mostrava grande, ambos se sentiam leves e o beijo foi se intensificando, a respiração já estava confusa, então ela partiu o beijo com uma leve mordidinha no lábio do garoto. Os dois se encararam por alguns segundos, ainda ofegantes, não sabiam o que dizer. Aquele definitivamente havia sido o melhor beijo de suas vidas, até agora.

- Esse foi o melhor beijo da minha vida! – Harry resolveu quebrar o silêncio.
- Definitivamente. – Ela sorriu sem graça.
- Espero que isso seja só o começo. - ele sorriu. - O que foi isso? – Ele olhou assustado pra multidão que dançava em volta.
- Acho que isso foi um Flash. (n/a: A semelhança com a propaganda, não é mera coincidência.) – ela respondeu sem entender nada.
- UM FLASH? Tem certeza? – Ele olhou desesperado.
Ela riu. – Calma Harry, deve ser só alguém querendo guardar esse momento...
- Nós temos que sair daqui. – ele disse a puxando pelo braço.
- Pra sempre. – Ela completou a frase.

Harry estava desesperado. “Só podia ser algum paparazzi se aproveitando do meu momento de distração. O que a vai pensar se descobrir toda a verdade?” – Ele pensava.
Os dois saíram apressados da boate, ainda não entendia nada. “O que teria demais um flash pra causar toda essa situação?”

Os dois chegaram cansados no carro, desta vez Harry nem mesmo abriu a porta como sempre fazia, foi direto pro seu lugar e a garota entrou quando se deu conta disso.

- Harry, o que tá acontecendo? - Ela o encarou.
- Nada.
- Como NADA? Você me arrastou daquela boate por que, então? – Ela já falava num tom alto. (N/A: o Fletcher?)
- Pára de gritar, ok? – Ele a encarou com cara de desgosto.
- Mas então me responde, foi por causa daquele flash? – Ela disse um pouco mais baixo.
- Foi – Ele disse quase inaudível encostando a testa no volante.
- Mas, que problema há em um flash? – Ela disse colocando a mão na nuca dele.
- Eu, eu... - Ele só a abraçou e algumas lágrimas começar a sair sem permissão.
- Harry, o que está acontecendo? – Ela perguntou alisando as costas dele.
- Olha, só o que eu posso te dizer agora é que eu vou te explicar isso. Mas não hoje, não agora, eu não quero estragar essa noite perfeita que nós tivemos. – Ele disse enxugando o rosto e encarando uma desconfiada.
- Mas não é nada muito grave, né? Tipo, você está doente e tal?
- Não bobinha, não tem a ver com doença. – Ele fez carinho na bochecha dela. – Vocês mulheres, hein? São muito curiosas. – Ambos riram.

Ele se aproveitou do momento de descontração e a beijou, um beijo bem recebido e com todo o cuidado que a situação exigia e que durou mais do que ele realmente imaginava.

- Acho melhor eu te levar pra casa agora. – Ele disse assim que partiram o beijo.


CONTINUA



N/A: AAAAÊ Halleluia!
Gente que saudade que eu tava daqui *chora.
Hoje eu to boazinha e resolvi postar 2 CAPÍTULOS de uma vez, espero que gostem!
Beijos e até a próxima. Amo vocês. (sentimental)


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