A Máquina do Tempo
Autora: Maricota
Status: Em Andamento
Revisada por: Gabs
Categoria: McFly Fics
Sub-Categoria: Humor/Romance - Song Fic
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MORTE DE UM DOS EX DA FAMOSA BANDA MCFLY, TAMBÉM CONHECIDA COMO ‘NOVOS BEATLES’, GERA TRISTEZA NOS FÃNS
Na madruga de hoje, às 2:30 da manhã, o ex da famosa banda McFly, também apelidada de ‘Novos Beatles’, , 57 anos, morreu de câncer no pulmão.
‘O Sr. tem câncer há dois anos e cada vez mais o quadro dele ia se agravando. Fizemos tudo o que podemos, mas infelizmente ele não resistiu’, diz o médico de , o Dr. Rogers.
A família do Sr. , composta por sua esposa, a Sra. Jennifer e seus dois filhos, Michael , 24 anos e James , 19 anos, se recusaram a falar mais sobre o acontecido, mas afirmaram que o enterro seria amanhã às 9:30 da manhã.
Os fãns da banda fizeram uma passeata em homenagem a esse grande nome da música inglesa, onde lágrimas de comoção eram vistas. Seus amigos e ex-companheiros de banda , e acompanharam os fãns, completamente desolados.
Bem, é fato certo que perdemos um grande inglês, mas também é certo de que todos sempre se lembrarão do grande !
- EU... NÃO... ACREDITO! – Gritou uma senhora que aparentava ter seus 50 anos, olhando para o jornal boquiaberta.
- Mãe? – Uma bela garota perguntou preocupada, adentrando a cozinha da casa. – O que houve, mãe? Por que a senhora está assim?
- Ele... Morreu! – A senhora dizia, seus olhos já cheios de lágrimas.
- Quem morreu, mãe? – A garota perguntou assustada, puxando o jornal das mãos da mãe.
Correu rapidamente os olhos pela manchete da primeira página e depois olhou para a foto, onde estava um senhor já de cabelos brancos e olhos imensamente e, ao lado, uma foto que mostrava uma bela senhora loira com olhos cinzas. Em baixo estavam dois rapazes. O mais alto tinha cabelos castanhos, sedosos, e olhos iguais aos da mãe. O menor possuía cabelos muito e lisos e olhos imensamente , iguais aos do pai. O rapaz era, na verdade, a cópia do pai.
- ? – A garota perguntou, um pouco transtornada. – Que pena, mãe! Eu sei como você adorava ele...
- Adorava? – A senhora perguntou, desabando na cadeira atrás dela. – Eu idolatrava esse homem. Ele era... Ele era incrível, filha! Nossa, quem me dera um dia ter tido a oportunidade de conhecê-lo. – Ela falava, enquanto grossas lágrimas escorriam pela sua face já um pouco enrugada. – Eu amava seu pai, mas... Não sei, ele era meu sonho de consumo, sabe? Sempre foi.
- Eu sei, mãe. – A menina deixou o jornal em cima da mesa e abraçou a mãe. – Você sabe que eu também amo o McFly e gostava dos integrantes também. Mas não fica assim, mãe.
- Tudo bem, filha. – A senhora disse, enxugando as lágrimas. – Isso é ridículo mesmo, uma idiotice... Nossa, eu já tenho 50 anos, uma filha, sou viúva... Não tenho tempo para paixões platônicas do passado.
sorriu fracamente para a mãe, que retribuiu o sorriso.
- Eu marquei de me encontrar com a Claire hoje. – A garota falou, indo até a sala e pegando a bolsa. Em seguida voltou para a cozinha. – Um tio dela, que é cientista, chegou hoje de viagem e nós vamos pegá-lo no aeroporto.
- Agora? – A mãe da garota perguntou. - É. - respondeu. – Isso que dá arrumar amigas que quebram janelas de prédios ao tentar pousar corretamente. – Ela riu. – Vou indo, mãe. – Deu um beijo na mãe e da casa.
Dirigiu-se até a garagem, colocou a mão no identificador de digitais e viu o portão abrir-se lentamente. Adentrou a garagem e foi até seu fly-car Nordorish¹. Colocou a mão no identificador de digitais do carro e viu a porta do mesmo abrir-se para cima.
entrou no seu carro novinho em folha, que havia ganhado há apenas dois meses, e puxou a porta para baixo. Clicou num botão roxo do painel de controle do fly-car e o teto da garagem se abriu. Ela girou a chave e o fly-car levantou vôo. Parou um pouco no ar, observou o teto da garagem fechando e deu partida.
era uma garota de 20 anos, inglesa e absolutamente encantadora. Seu corpo vivia no ano de 2036, mas sua cabeça vivia na época em que sua mãe tinha sua idade, 2006. Achava tudo daquela época fascinante, apesar de a tecnologia não ser tão avançada como em 2036.
Sua mãe, Anne, contava-a histórias fantásticas sobre tudo da época jovial dela. Comidas, aparelhos tecnológicos que eram considerados as maiores descobertas daquela época, gírias, músicas... Ah, música, a paixão de Anne! Especialmente McFly, que era a banda favorita dela em sua época.
, como era mais conhecida, ouvia as histórias fascinada, desejando imensamente ter vivido naquela época. Sua melhor e única amiga, Claire, a achava louca. ’Como você pode querer viver numa época tão ultrapassada da nossa, ?’, era o que ela sempre dizia. apenas dava-lhe um sorrisinho misterioso. Claire não entendia... Nem ela mesma entendia o por quê de toda aquela fascinação!
A garota avistou um prédio alto, todo recoberto de janelas fumês. Acelerou o carro até a quinta janela e parou perto da mesma. Buzinou três vezes e avistou a janela sendo aberta por sua melhor amiga.
- Oi pitchu². – Claire falou, sorrindo para a amiga.
- Oi xuxú. - disse, no que a outra fez uma careta.
- Chucres³, essas gírias são mais velhas que um microondas, . – Ela falou, rolando os olhos.
- Deixa de chatice e anda logo, garota. - falou risonha, puxando uma alavanca embaixo de seu banco e fazendo uma escadinha ir do banco de passageiro até a amiga, que subiu e se acomodou no fly-car. – Qual aeroporto?
- N.A. – Claire respondeu.
deu partida e, em dez minutos, elas já estavam no aeroporto. A garota foi até uma grande construção em forma de casco de sorvete e pousou o fly-car.
e Claire desceram do fly-car e entrara desceram uma escada rolante. Chegaram até uma espécie de câmara onde se viam várias cápsulas ovais em cima de grandes tubos. Cada uma se dirigiu a uma dessas cápsulas e apertaram um botão laranja.
sentiu um solavanco e, como um raio, a cápsula se abriu. A garota saiu e avistou várias pessoas que mais pareciam robôs andando de um lado para o outro.
’É justamente por isso que eu não gosto muito dessa época. Todos são mecanizados, quase não há humanidade.’, pensou consigo mesma. Olhou para o lado e viu a amiga saindo da cápsula ao lado. Claire andava apressadamente pelo aeroporto, assim como o resto das pessoas ali dentro. Já andava calmamente, observando tudo e todos ao seu redor e perdida em pensamentos. Ah, ela daria tudo para viver em outra época!
BOOM!
saiu de seus pensamentos ao ouvir uma forte explosão, que não paralisou só a ela, mas a todas as pessoas do aeroporto.
- Mas o que...?
- Ora, me desculpem, foi apenas um erro de cálculo. Vamos, nem foi tão grande assim o estrago! – Ela viu um homem velho, curvado, de cabelos muito brancos e espetados e, no momento, todo coberto de fuligem.
- Tio! – Ouviu Claire dizer ao seu lado e olhou para a amiga boquiaberta.
Então aquela figura era o tio dela? deu um sorrisinho discreto e acompanhou a amiga até o senhor. – Tio, mas o que aconteceu?
- Ah, Claire, minha querida! – O homem falou, sorrindo para a garota. – Não foi nada demais, sabe... Eu estava esperando você chegar e pedi para testar meu scanner de memória em uma senhora muito simpática, que aceitou. Mas ouve um pequeno erro de cálculo e, bem... – Ele mostrou um aparelho que parecia uma pequena televisão ligada por dois longos fios. – Explodiu.
- Tio! Como você vai fazer isso no meio do aeroporto? – Claire perguntou estressada, em seguida respirou fundo. – Esta é minha amiga, . , este é e meu tio Slugh.
- Muito prazer Sr. Slugh. - o cumprimentou sorridente.
- Ora, mas que moça mais bonita! – O Sr. Slugh falou, fazendo
assentiu e pôde sentir a impaciência de Claire ao seu lado.
- Vamos então? – Ela perguntou. – Mamãe deve estar esperando o senhor.
- Ah... Claro... Tudo bem. – Ele falou, seguindo as garotas pelo aeroporto.
Continua...
Nordorish¹ - A marca do carro voador. pitchu² - Algo como ‘xuxú’, ‘querida’. chucres³ - Algo como ‘dude’, ‘cara’.
Nota da Mari: Hello xuxús :) Aah, quanto tempo que eu não escrevo uma fic, cara! *-*
Bem, não reparem muito na louca da mãe da personagem principal, ok?! Digo... que tipo de mãe é obsessiva por um artista aos 50 anos de idade? Oo’ Hahishaisha :P
E também não reparem nas gírias que eu invento, ok?! Relevem tudo! Oo’
Espero que gostem!
Beijos, Mari :* Baixar o anexo original
- Tio Slugh! – A Sra. Newlands, mãe de Claire, falou, dirigindo-se ao tio de braços abertos.
- Mel-Mel, minha sobrinha favorita! – Tio Slugh abraçou-a fortemente, no que ela fez uma careta de dor.
- Tio, eu sou sua única sobrinha! – A mulher falou, saindo com esforço dos braços do tio.
- Por isso mesmo que é a minha preferida. – Ela falou, fazendo rir discretamente e Claire revirar os olhos.
- John, meu rapaz! – Tio Slugh falou para o pai de Claire, que sorria amarelo para o homem.
- Olá tio Slugh. – O Sr. Newlands falou, apertando a mão do outro.
- O senhor deve ter acordado cedo por conta do fuso horário, tio. – Disse a Sra. Newlands. – Bethy irá lhe mostrar seu quarto. – A mulher apertou um estralou os dedos e logo uma mulher-robô estava em frente a eles.
- Pois não, senhora? – Bethy falou com uma voz mecanizada.
- Bethy, leve tio Slugh e suas coisas lá para cima.
- Sim, senhora.
A mulher-robô deslizou com suas rodinhas-pés até as malas do tio Slugh, pegou-as, e depois foi até ele, pegando-o no colo também.
- Uau, quanta eficiência! – O homem comentou, sorrindo. – Vocês a treinaram muito bem.
Ao terminar de dizer isso, tio Slugh foi arrastado escada a cima por Bethy.
- , obrigada por trazê-lo até aqui, querida. – Mellanie Newlands falou, virando-se para .
- Foi um prazer, tia Mel. – A garota falou, sorrindo. – Achei ele uma graça.
- É, ele é. – Mellanie respondeu, suspirando. Ela gostava de . Das amigas de Claire, era a mais simpática e humana.
- Mãe, a vai dormir aqui hoje. – Claire avisou, puxando a amiga e subindo as escadas.
- Vou? - perguntou, encarando a amiga.
- Vai sim. Você televisa na sua mãe lá no meu quarto. – Ela respondeu.
- Ok.
As duas chegaram ao quarto de Claire, que era imenso.
- Dá pra imaginar que, antigamente, não existiam apartamentos com dois andares? - perguntou, jogando-se na cama da amiga, que era extremamente macia, e ativando o botão para fazê-la flutuar.
- De novo esse papo antigo, pitchu? – Claire perguntou, sem paciência para escutar aquilo. – Anda, televisa logo na sua mãe.
- Ok.
desativou o botão de flutuar e foi até a imensa tela que ocupava uma parede inteira do quarto da amiga. As outras paredes eram todas cobertas por espelhos. Ela bateu as mãos uma na outra duas vezes e o aparelho ligou. Clicou nas letras correspondentes à senha na tela e logo ouviu uma vozinha muito fina e enjoada falando: ’Para escolher um canal, digite 1. Para televisar alguém, digite 2. Para...’ Sem paciência de ficar ouvindo a voz daquela mulher, clicou 2. ’Por favor, diga o nome completo da pessoa que você deseja televisar.’
- Anne Martha .
Uma música pop começou a tocar, indicando que a chamada estava sendo completada.
- Ah, eu não acredito que você escolheu essa música, Claire! -
- Qual é, ? – Claire perguntou, encarando a amiga. – Você não gosta das músicas normais?
- Isso não é normal, querida. - respondeu. – Isso é podre. Tracy Nottingham? Me poupe! Isso é brega to...
- Dori¹? – Ela ouviu a voz de sua mãe do outro lado da tela e logo olhou para ela.
- Oi, mãe. - disse. – Olha, eu vou dormir aqui hoje, ok?!
- Ok querida, só não chegue muito tarde amanhã porque temos que fazer compras, lembra? – Anne falou.
- Ok. Boa noite, mamãe. – Dizendo isso, bateu novamente uma mão na outra duas vezes e a tela desligou.
Ela não estava conseguindo dormir. Se revirava de um lado para o outro na cama projetada para ela, mas o maldito sono não chegava.
bufou, descobriu-se e dirigiu-se à porta do quarto de Claire, que dormia profundamente com um de seus cremes nojentos e com uma máscara anti-meladeira² no rosto.
Abriu a porta vagarosamente, evitando fazer qualquer tipo de barulho, e saiu do quarto, fechando-a em seguida. Desceu as escadas pé-ante-pé e foi até a cozinha maravilhosa da casa da amiga. Foi até uma imensa máquina embutida na parede e apertou no botão que dizia ‘água gelada’. Esperou um segundo e logo um copo cheio de água saiu. Ela o pegou e foi apoiar-se na bancada da cozinha.
Bebia distraidamente sua água, quando percebeu as luzes sendo acesas. Virou-se para trás assustada e deparou-se com tio Slugh sorrindo para ela.
- Acordada a essa hora, menina? – Ele perguntou, indo até a mesma máquina que ela foi a segundos atrás e apertando o botão de café expresso.
- É. Às vezes tenho crise de insônia. – Ela respondeu, sorrindo e dando um gole em sua água.
Tio Slugh foi até ela.
- Ah, eu também sou assim. – Ele disse, bebericando o café. – Mas hoje em dia é muito raro alguém ter insônia. Com todos esses métodos para dormir bem de hoje em dia... Na minha época era mais difícil. Os remédios não tinham tanto efeito.
- Eu não gosto de nenhum método para dormir. - disse. – Acho que dormir deve ser um prazer. Não gosto de forçar o sono.
- Também penso assim, mas às vezes é mesmo preciso dormir forçado.
- É...
- Mel estava me contando que você não gosta muito dessa época de hoje. – Tio Slugh comentou, encarando a garota, que sorriu fracamente.
- Não é que eu não goste. – Ela disse, suspirando. – Apenas gosto mais da época em que minha mãe tinha a minha idade. O senhor a encarou por um longo momento, o que fez ela ficar curiosa.
- O que foi? - perguntou, arqueando uma das sobrancelhas.
Tio Slugh sorriu.
- Venha comigo menina. Vou lhe mostrar uma coisa que nunca mostrei a ninguém.
Ele apoiou a xícara ainda cheia na bancada e foi saindo da cozinha. arregalou os olhos, mas deu de ombros, colocou o copo na bancada e seguiu tio Slugh.
Seguiram por um corredor estreito, que até então nunca tinha visto no apartamento e logo estavam em frente a uma porta verde. Tio Slugh abriu a porta e a boca da garota caiu quando eles entraram no aposento.
- Bem-vinda ao meu laboratório. – O senhor disse, sorrindo e fechando a porta.
- É... É maravilhoso, tio Slugh. - falou, encantada.
Vários aparelhos, cada um mais engraçado e estranho que o outro encontravam-se em cima de mesas ou, outros maiores, no chão. Era fantástico.
- Eu sempre quis ser cientista. – A garota falou, sorrindo.
- Sério? – Tio Slugh perguntou, surpreso.
- Aham. – Ela respondeu. – Mas não desse tipo. Eu queria fazer descobertas médicas.
- Ah, isso é muito interessante também. – Ele falou, sorridente. – Mas venha, vou lhe mostrar meu mais recente projeto.
Os dois foram andando até o fundo do laboratório, onde havia uma espécie de mini-espaçonave azul flutuando.
- O que é isso? - perguntou, observando aquilo intrigada.
- Isso é uma máquina do tempo. – O senhor respondeu, fazendo virar-se para ele boquiaberta.
- Uma... Uma máquina do tempo? – Ela perguntou, incrédula. – Eu nunca achei que viagens no tempo fossem possíveis.
- É, eu também não. Mas com um pouco de pesquise e com o material certo, eu consegui fazer uma. – Ele falou satisfeito.
- Mas... É segura?
- Bom, eu ainda não a testei. Estou terminando de fazer alguns cálculos para testá-la.
- Ah. – Ela murmurou, chegando mais perto da máquina e observando-a. – É fantástica. Como funciona?
- Venha cá, eu lhe mostro.
Tio Slugh apertou em um botão na lateral da nave e uma portinha se abriu para cima.
- Aqui nós colocamos a data e a hora. – Ele disse, sentando-se na única cadeira da nave e apontando para um monitorzinho. – Por exemplo, se você quisesse voltar para a época que sua mãe tinha sua idade, você colocaria... Bem, me diga um dia e um mês.
- Hum... 21 de Setembro. Foi quando ela começou a namorar com meu pai.
- Muito bem então. 21 de Setembro de, mais ou menos, hum, 2006? – Ele perguntou, enquanto digitava os números num tecladinho junto ao monitor.
- Isso.
- Às 10:30 A.M. – Ele terminou de digitar a hora e virou-se para a garota. – Pronto. Se você apertasse este botão aqui... – Ele apontou para um botão branco ao lado do ‘volante’ da nave. – Você iria para esse dia, nessa exata hora.
- Incrível! – Ela exclamou, admirada. – E para onde eu iria?
- Bem, você apenas é transportada no tempo, não no espaço. – Ele disse, saindo da nave. – Então você viria exatamente para cá.
- É realmente maravilhosa, tio Slugh. – falou, andando em volta da máquina. Mas quando chegou perto da porta, tropeçou num fio que não havia visto e caiu sentada no banco da máquina. Tentou segurar na porta, mas esta fechou-se e ela se viu trancada dentro da nave.
Logo ficou desesperada e começou a apertar todos os botões que via pela frente, para tentar fazer a porta abrir, mas sem querer apertou num botão branco e só conseguiu sentir um solavanco.
Dori¹ - Algo como ‘querida’. Anti-meladeira² - É algo que não se mela oO

