Atlantic Fitness

Autora: Maricota
Status: Em Andamento
Revisada por: Juh
Categoria: McFly Fics
Sub-Categoria: Humor/Romance -
Comentários:

Capítulo I.

- Com licença? – Uma garota falou, chamando a atenção da mulher que estava atrás do balcão. – A senhora poderia me emprestar o cartão, por favor?
- Claro. – A mulher sorriu e procurou algo embaixo do balcão. Retirou o cartãozinho e deu para a menina.
- Obrigada. – Ela respondeu, passando o cartão na máquina e girando a borboleta para entrar na academia.

era uma adolescente bastante comum. Nasceu no Brasil, mas foi para a Inglaterra aos seis anos, quando seu pai recebeu uma transferência no trabalho. Agora, estava com seus 17 anos, cursando medicina na faculdade.

- Er... Essa é a primeira vez que eu faço musculação, sabe?! – Ela sorriu sem graça para a recepcionista.
- Tudo bem, o professor da academia irá lhe ajudar.

murmurou um ‘obrigada’ e ouviu a mulher chamar um tal de ‘’.
A garota olhou em volta e avistou um garoto , que não devia ser muito mais velho que ela, vindo sorridente em sua direção.

- Olá. – Ele disse simpático.
- Oi. - respondeu tímida.
- Ela está começando musculação hoje. É a primeira vez dela. – A recepcionista falou para o tal .
olhava para fascinada. “Uuuh, se eu soubesse que ia malhar com um Deus grego, teria começando mais cedo!”, ela pensava.
- Então... Qual o seu nome? - perguntou, fazendo a menina sair de seu transe momentâneo.
- Er... . – A garota respondeu.
- ? A pronuncia é diferente. – Ele falou, intrigado.
- Ah, é. – Ela respondeu. – Eu sou brasileira, mas moro aqui há bastante tempo já e nas férias vou pro Brasil. Aí fica difícil perder o sotaque e tal...
- Ah... – Ele murmurou.
- Mas me chama de que todo mundo fica feliz. - sorriu, no que retribuiu. [N/A: Olha, rimou! :P]
- Tudo bem então, . Eu sou , mas chama só de que todo mundo fica feliz. – Ele imitou a menina, rindo.
- Okay, .
- Então, vamos começar? - Ele perguntou animado e ela acenou afirmativamente com a cabeça.
- Vamos alongar. - mostrou todo tipo de alongamento para e logo começaram os exercícios.

Passados exatos 40 minutos, a garota já estava morta. Afinal, não tinha o hábito de fazer tanto exercício físico.

- Cansada? - perguntou, risonho.
- Nem fale... Você pegou pesado, hein?! – Ela falou, com uma careta.

Eles haviam conversado bastante durante os exercícios de . Às vezes a conversa era interrompida, pois tinha que ir ajudar outra pessoa, mas sempre voltava para perto dela. Assim, já foram criando certa amizade.

- Pois pode deixar de moleza, mocinha, porque ainda tem a esteira. – Ele falou, com um sorriso de serial killer. [N/A: Nossa, que exagero! o.õ’]
- QUÊ? - berrou, chamando atenção de todos na academia, o que a fez ficar bastante vermelha e causou um ataque de risos em .
- Esteira, hon. – Ele repetiu, assim que se recuperou do ataque. – Vamos, subindo.

Os dois subiram as escadinhas que havia em um canto da academia, levando ao segundo andar. [N/A: Jura? ¬¬’] ia resmungando que não agüentava nem sequer mexer o pescoço, enquanto apenas revirava os olhos e a mandava continuar subindo.
Chegaram ao segundo andar e a ensinou a mexer na esteira. Mandou a coitada ficar meia hora lá, o que causou mais protestos de .

- Ah, não! – Ela falou, quando ele virou-se na direção da escada. – Se eu vou ficar aqui durante 30 minutos torturantes, você vai me fazer companhia, baby.
- Mas , eu tenho que trabalhar! – Ele falou, incrédulo.
- Problema o seu! – Ela falou, estressada. – Você me mandou fazer isso, agora vai ficar aqui comigo!

Ele bufou, mas sentou-se num balcão perto das esteiras.
Conversaram tanto que, quando menos esperava, a esteira começou a apitar disparada, fazendo-a se assustar, cair e ser arrastada para o chão, com uma sonora pancada na bunda.

- AH MEU DEUS! - berrou e correu para socorrer a garota, que xingava a esteira de tudo o que podia. – Você tá bem?
- É, acho que não quebrei nenhum osso não. – Ela respondeu mais calma, mas ainda lançava olhares mortais para a esteira. – O que diabos foi isso?
- Eu já te disse, . A esteira sempre apita quando o tempo acaba. – Ele disse, revirando os olhos. – Era só você ter apertado esse botão vermelho que evitaria essa linda queda. – apertou o tal botão vermelho na esteira.
- Ah, ótimo. – Ela resmungou.
- Agora está liberada, moça. – Ele falou.
- ALELUIA, IRMÃOS! – Ela berrou, correndo escada a baixo.
- , ESPERA, VOCÊ TEM QUE DAR UM TEMPO AQUI SENÃO VOCÊ...

Mas não conseguiu concluir a frase, pois ouviu um barulho tremendo na parte de baixo e desceu as escadas correndo. Avistou caída no chão, com a testa sangrando levemente. Correu até a garota e afastou alguns fiapos de cabelo do ferimento e perguntou o que aconteceu.

- Ela desceu desembestada, mas eu acho que sentiu uma tontura e acabou perdendo o equilíbrio no fim da escada e bateu com a cabeça na máquina. – Uma mulher ruiva respondeu, apontando para uma máquina ao que possuía um ferro dos dois lados.
- Eu preciso levá-la para um hospital! - pegou a garota no braço e saiu correndo da academia, mesmo sob os protestos da recepcionista, que dizia que ele não sabia o plano de saúde dela nem nada.

O garoto dirigiu-se até um carro que estava no estacionamento da academia, abriu-o e colocou no banco de trás. Começou a dar algumas batidinhas nela.

- , acorda. – Ele falava.

Depois de ela já estar com as bochechas vermelhas de tanto ele dar tapinhas, a garota acordou lentamente.

- O que aconteceu? – Ela perguntou, tentando levantar-se, porém a dor na cabeça não a permitiu.
- Nada demais, você só bateu a cabeça numa máquina. – Ele explicou.
- QUÊ? – berrou.
- Calma, eu estou te levando para um hospital, certo?! - tentou acalmá-la. – Só não dorme.

Ela balançou levemente a cabeça, em sinal de afirmação, e ele foi para o banco de motorista, dando marcha no carro e indo em direção ao hospital. [N/R: Se o seu motorista for o Dougie, meus pêsames!]

- Chegamos. – O garoto disse, ao estacionar o carro. Olhou para trás e viu que olhava o teto do carro, pensativa. “Meu Deus, ela é linda até com a testa sangrando!”, ele pensou, mas logo balançou a cabeça para afastar aqueles pensamentos.

- Ai, tá doendo muuuito! – Ela falou, fechando os olhos.
- Calma, garota. - falou, tentando reconfortá-la. – Já já você é atendida. Agora vem.

O garoto ajudou a se levantar e a carregou até dentro do hospital. Colocou-a no chão e foi direto para a recepção. Preencheu uma ficha e voltou para junto da garota, que havia ficado sentada em frente à recepção.

- E então? – Ela perguntou, olhando se sentar junto a ela.
- O médico tá com um paciente. Daqui a pouco você é chamada. – Ele respondeu.
- Que ótimo! A pessoa bate a cabeça e tem que esperar para ser atendida! – Ela resmungou, com ódio.
- Alguém já te disse que você é muito estressada? – Ele perguntou risonho.
- Já sim, obrigada. - respondeu, fechando a cara.
- Ei ei, miss estresse, relaxa. - sorriu para a garota que, ao encará-lo, sorriu fracamente.
- É a faculdade. – Ela começou, suspirando. – É muita pressão. Muito trabalho, muita pesquisa, muita aula... Eu sei que medicina é assim mesmo, sempre soube. Mas, sei lá... Eu tou me sentindo um computador tendo que armazenar tanta informação! - riu fracamente.
- Então eu acho que você está precisa de um tempo pra se divertir. – Ele disse. – Olha, eu sei que a gente só se conheceu hoje e tals... – O coração de disparou. – Mas eu tenho uma banda, sabe?! Aí, se você quiser, eu te levo pra conhecer os outros caras e pra ver um ensaio da gente...

A garota se decepcionou um pouco, mas quando falou, estava sorrindo.

- Eu adoraria, .

Ele ia responder, mas foi interrompido por uma voz masculina.

- Sra. . – O médico chamou.
- Vamos. - ajudou a garota a se levantar e os dois seguiram para a sala que o médico.

CONTINUA...


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