Disenchanted

Autora: Prih Bernardi
Status: Em Andamento
Revisada por: Juh Claro
Categoria: Hot Fics
Sub-Categoria: Drama, Romance - Part Fic
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1 House of Wolves
(Casa de lobos)

Hoje faz 2 anos desde que meu pai foi embora dessa casa. Na verdade eu não sinto falta dele, nem um pouco. Na minha vida a única coisa que meu pai fez foi me atormentar, a mim, minha mãe e meu irmão.
Desde que eu nasci meu pai era assim, um alcoólatra que batia na minha mãe todas as noites e às vezes descontava em mim e no meu irmão também.
Eu sou e tenho um irmão mais velho que se chama , ele é 12 anos mais velho que eu, ou seja ele tem 28 e eu tenho 17. Nós éramos muito amigos há alguns anos, mais precisamente quando eu tinha 12 anos. Algum tempo depois ele começou a agir estranhamente comigo, passou a me espionar e a me seguir pra onde quer que eu fosse como meu segurança. Quando completei 13 anos e tive meu primeiro beijo foi um dia inesquecível, não pelo meu beijo, mas sim pelo o que fez após ver a cena. Ele partiu para cima do menino e começou a bater desesperadamente nele na frente de todos, inclusive de mim que assistia a cena chocada sem coragem nem de sair correndo daquele local. Após o menino ter apanhado com certeza a maior surra, outras pessoas conseguiram fazer meu irmão desgrudar dele que já estava quase desmaiado por conta de ser mais alto e mais forte do que o garoto. Foi traumatizante.
A partir daquele dia só aumentou sua perseguição a mim. Agora ele me levava e me buscava na escola todos os dias. Nunca mais tive a chance de ir à alguma festa ou ocasiões em que jovens estivessem reunidos.
não me permitia. Eu acreditava que era um inferno o que eu estava vivendo, mas eu só achava. Ele continuou a me seguir em todos os lugares, até que, quando fiz meus dezessete anos, idade atual, o inferno começou de verdade.

Era à tarde chuvosa de sábado. Minha mãe e meu pai tinham saído para a casa de minha vó que estava doente e deixaram-me com , sozinhos na nossa casa. Eu estava em meu quarto, tinha acabado de sair do banho e ainda estava enrolada em minha toalha apenas com as roupas íntimas ouvindo Toxic da Britney que saía das caixas de som que ficavam próximas à parede do banheiro. Olhei-me no grande espelho que fica ao lado do banheiro do meu quarto, ele era extremamente grande e um dos meus passatempos preferidos era ficar dançando em frente a ele. Era divertido.
Então comecei a dançar logo após tirar a toalha que cobria meu corpo ainda jovem, branquinho e em fase de crescimento. Dancei alguns minutos, mas parei ao dar de cara com a face de no espelho, atrás de mim. Fiquei paralisada, nunca tinham me visto apenas de roupa intima e muito menos meu irmão que agia tão estranhamente na minha presença. Virei-me rapidamente e vi que ele estava me olhando, mais precisamente para meu corpo, o que me causou um arrepio, não por prazer ou algo assim.
Era medo. Medo de seu olhar corrosivo, que poderia me destruir apenas com uma olhada.
Eu fui correndo para dentro do banheiro colocar minha roupa, mas quando me mexi algo puxou firmemente meu braço não me deixando sair dali. Virei-me e vi que era sua mão forte me segurando e impedindo de voltar para o banheiro e a partir daí foi tudo muito rápido e eu sinceramente não gosto de me lembrar, pois foi o pior dia que eu vivi até hoje.
me puxou em sua direção, contra seu peito que estava com uma camiseta preta e selou nossos lábios fortemente, tentei me soltar de seus braços que agora estavam ao redor de minha cintura me prendendo, mas foi impossível tamanha força que ele me apertava. Eu comecei a me debater e bater com os punhos fechados em seu peito, mas mesmo assim ele não me soltava, parecia que isso o agradava mais ainda.
Então depois que eu tentei lhe acertar as partes íntimas com meu joelho (por sorte dele conseguiu se esquivar), ele parece ter ficado nervoso e mordeu com força meu lábio inferior provocando uma dor imensa e eu comecei a sentir um gosto estranho na boca, parecia de ferrugem. Mesmo assim ele não parava o beijo, continuava com mais força e rapidez me provocando uma dor enorme pela força com que seus lábios apertavam os meus machucados.
Algum tempo depois eu acho que ele começou a perceber que o gosto estava ficando ruim e parou, foi aí que pude ver sua boca manchada de vermelho e que algo escorria da minha. Era sangue. Ele me olhou e lançou um olhar mais sádico para meu sangue que caía e escorregava pelo meu queixo. Estava doendo demais e eu queria sair correndo dali, mas não pude porque ele ainda me segurava com suas mãos e braços fortes ao redor de minha cintura.
Então eu pensei em gritar, gritar bem alto mesmo sabendo que não tinha ninguém em casa, ninguém poderia me ajudar já que nossa casa não tinha outras próximas e minha voz por mais que eu tentasse não conseguia fazer sair como eu gostaria. Então logo minha linha de raciocínio foi quebrada por me beijando novamente, agora ele agia mais rapidamente e me deixava tonta com tantos acontecimentos, no mesmo momento fazendo-me fechar os olhos e tentar imaginar que isso não estava acontecendo, mas eu não consegui porque senti que ele separou rapidamente nossas bocas para poder tirar sua camiseta e logo após isso ele continuou a me beijar. Eu já estava ficando sem fôlego tamanha a pressão que ele colocava nos nossos lábios unidos e ainda com aquele gosto de sangue. Comecei a sentir alguma coisa friccionando contra minha barriga, uma coisa que estava ficando maior conforme a força que ele punha em mim. Acho que ele percebeu isso e tratou de tirar rapidamente sua calça jeans, ficando apenas de boxer preta e eu percebi que o que estava me dando agonia era seu pênis roçando em minha barriga, já que ele era mais alto que eu. me empurrou contra a minha grande cama que estava atrás de nós, sem quebrar o beijo que estava me sufocando. Deitou-me na cama e antes de eu pensar em sair dali ele jogou seu peso todo sobre meu corpo fazendo-me me encolher de medo do que poderia vir depois disso, e eu não estava enganada em temer. Ele desceu seus lábios sedentos para meu pescoço com rapidez, eu gritei, gritei o mais alto que pude, mas de nada adiantou, só o bastante para receber um tapa forte no rosto. então puxou com mais rapidez ainda meu sutiã - puxou e não abriu, isso me doeu muito, mas muito mesmo, porque os ganchinhos que o prendem devem ter voado longe pela força com que ele fez isso e depois o jogou longe.
olhou sedentamente para meus seios, que para minha pouca idade já estavam bem desenvolvidos, e começou a beijá-los. Posso até dizer que foi uma sensação boa sentir seus lábios neles, mas a sensação de saber que ele era meu irmão e que eu não queria aquilo foi maior e eu só conseguia chorar, chorar e chorar. Depois de um tempo beijando meus seios e dando mordidas, ele desceu para a minha barriga e fez o mesmo, dava algumas mordidas e beijos molhados no local. Quando ele ia descer mais se deparou com minha calcinha, última parte que ainda cobria algo em meu corpo, o que não durou muit, já que a puxou e jogou longe junto com o resto de nossas roupas. Ele tirou sua boxer também e pegou sua calça que estava jogada ao nosso lado no chão, tirou um pacotinho de dentro e colocou em seu pênis logo em seguida. Eu estava chorando cada vez mais, em estado de choque com tudo o que aconteceu e aconteceria dali para frente, então fiquei imóvel na cama apenas ouvindo meu choro com sua respiração ofegante e alta no quarto. olhou em meus olhos e viu o estado em que eu me encontrava, mas ele não deu a mínima, estava sedento por saciar seus desejos carnais no momento. Então depois ele deitou-se novamente por cima de mim e começou a beijar-me com mais avidez ainda, comecei a sentir algo passando em minha parte íntima, algo que aos poucos não estava mais só passando, estava me adentrando. Então ele olhou por uma última vez profundamente em meus olhos marejados de lágrimas e fez com que eu sentisse uma dor terrível, nada comparada às de antes. Ele estava me penetrando de uma vez só, com tudo. Então eu gritei o mais alto que consegui, mas ele não se importou. Eu olhei pela última vez para sua face e encontrei seu rosto com uma expressão prazerosa, diferente do meu. Depois disso eu apaguei e não me lembro do que aconteceu no resto da noite.

Quando eu acordei estava sozinha no quarto e um fino lençol branco me cobria, na verdade perdida tão cruelmente. Ainda chovia um pouco quando olhei pela janela que ficava ao lado da minha cama e percebi o vidro embaçado, então passei a ponta dos dedos e vi que o carro da dos meus pais estava estacionado ali na frente. Levantei-me devagar, pois estava com muitas dores em todo o corpo e me vesti, já que ainda estava sem roupas e fazia muito frio.
Ouvi minha mãe gritando e meu pai também, eles estavam discutindo como estava acontecendo de um tempo pra cá, então resolvi não descer. Na verdade com os problemas que minha mãe estava enfrentando com meu pai, melhor eu não encher mais com os meus. O resto do dia se passou comigo em meu quarto, sem nem sair para comer, já que eu não sentia fome alguma, muito menos vontade de sair e ter que rever a pessoa que eu menos queria ver...



CONTINUA


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