Meu Querido Melhor Amigo
Autora: Natália
Status: Em Andamento
Revisada por: Hata
Categoria: Free Fics
Sub-Categoria: LongFic - Comédia Romântica, Drama
Comentários:
... Esse nome não saia da minha cabeça. Como isso podia acontecer? Ele é o meu melhor amigo, eu conto tudo pra ele. Ai , você é uma burra, por que foi gostar justo dele? Mas o que eu podia fazer, nós não mandamos no coração não é. Agora o que me restava era... Eu não sei o que eu faço agora? Já sei.
TU... TU... TU...
- Oi . - ele tinha uma voz tão doce.
- Oi , eu não tenho nada pra fazer e queria te incomodar, posso? - ele riu, eu ri.
- Claro. Tudo bem? - tinha alguém com ele, eu senti isso.
- Mais ou menos. Descobri que estou gostando de um garoto aí. - eu falei.
- Que bosta, se fodeu. - ele riu de mim. – Cara, já volto, eu vou falar com a . - ele sempre faz isso.
- Não me fodi não. Onde é que você está? - eu bem curiosa como sempre perguntei.
- Na casa do meu primo. E a senhorita? - por que ele queria saber?
- Em casa, na cama, ainda. - ele riu.
- Pequena preguiçosa. Posso ir aí? - meu coração acelerou.
- Pode, eu to sem nada pra fazer mesmo. - como se eu fosse perder esta chance.
- Então eu já to indo. Vai tomar banho e tirar o pijama. Beijos pequena. - ele desligou.
Eu levantei da cama e fui em direção ao armário, peguei uma blusa, uma camisa xadrez e um short jeans. Fui tomar meu banho, quando saí me arrumei e quando eu estava escovando o cabelo escuto o barulho da campainha. Só podia ser ele, quem mais iria pensar em vir aqui em casa pleno sábado? Claro, um monte de gente.
- Oi gata. - entrou e logo depois a Lary.
- O que vocês estão fazendo aqui? - eu perguntei espantada.
- É assim que se recebe as amigas? - Lary se manifestou.
- É, viemos te ajudar. Sabemos o que você tem que fazer com o senhor Marinho Paz. - sempre inventava um plano, tipo pra tudo.
- Olha não é querer estragar a animação de vocês, mas o tá vindo aí. Por favor, vão embora! - eu estava empurrando elas em direção a porta e...
DING DONG... DING DONG... DING DONG... DING DONG... DING DONG... DING DONG... DING DONG... DING DONG... DING DONG...
- PÁRA GABRIEL! QUE CÚ! SEU BOSTA! - saí gritando até atender a porta.
- Porra, venho te fazer companhia e você já vem me xingando? - falou. - Espera, eu vim e já tem gente aqui?
- Claro, vai ter suruba amigo! - a puta da tinha que fazer os comentários sexológicos dela.
- ADORO! - agora foi a vez da , minha amigas são safadas.
Então nós fomos sentar. Ligamos a televisão e ficamos vendo um filme qualquer que estava dando em um canal qualquer. Depois de um tempo vendo aquele filme fomos para a cozinha preparar algumas coisas para comer, fizemos pipoca, sanduíches, pegamos um bolo de chocolate que tinha na geladeira e algumas balas. E refrigerante, é claro. Voltamos para a sala voltar a ver o filme. No filme tinha uma garota que era apaixonada pelo melhor amigo, e ele ia se casar com outra e ela tinha que impedir o casamento dele. Esse filme só podia ter sido feito para mim.
- Lembrei o nome do filme. - disse.
- E qual é? - perguntei.
- O casamento do meu melhor amigo, não lembra ? Você ama esse filme. - eu realmente não prestava atenção em nada quando estava com o .
- Ah claro, lembrei agora. Eu estou com sono, dá um desconto. - os três ficaram rindo da minha cara.
- Não dá não . Começa assim e depois ela já tá te pedindo pra comprar drogas pra ela.
- ! Drogas? Não dava pra ser, sei lá. - eu fiquei pensando.
- CAMISINHA! - a tinha que falar merda.
- Isso uma camisinha é uma boa ideia. Já que você vai ser uma profissional do sexo, não é?! - ai que raiva do .
- Cala a boca idiota. - falei e me levantei.
- Vai aonde? - os três perguntaram em coro.
- Vou ao banheiro, preciso botar um GPS em mim agora? - fui extremamente grossa.
- Às vezes eu acho que você troca de humor muito rápido. E esse é o teu maior defeito. Tchau. - Espera aí o estava indo embora?
Merda , faz alguma coisa. Rápido.
- Espera , eu estava brincando. Eu ia à cozinha pegar mais refrigerante. - eu falei e fiquei esperando ele se virar.
- Não você não estava brincando. E daqui a pouco você vai mudar de humor de novo então pra me prevenir eu vou indo. Tchau meninas. Tchau .
Ele me chamava de mesmo estando bravo comigo. Depois que ele saiu eu fui correndo sentar no sofá no meio das minhas melhores amigas, eu comecei a chorar.
- Eu sou uma burra, idiota, tonta, trouxa. Ai eu quero morrer. - eu fiquei repetindo isso várias vezes.
- Não é não, você é linda. Mas ele tem razão , você tem que deixar de ter essas trocas de humor repentinas. - era uma ótima amiga, ela sempre me dava os conselhos que iriam me ajudar a superar as coisas.
- É, olha só ele não deve estar longe. Vai atrás dele. - Lary falou sorrindo.
- Não, ele só me tem como amiga. Isso vai ficar estranho.
- Decida-se, mas depois não vem reclamar que não conseguiu nada por que não teve coragem. - Lary estava certa, mas eu preferia não ariscar.
Passamos um bom tempo sem falar nada então o meu celular tocou. Meu coração acelerou. Olhei a tela do celular e me desapontei.
- É o . - falei cabisbaixa.
- Me dá! - foi rápida dessa vez. - HEY JOHN! - a alegria dela de falar com o é uma coisa incrível.
- Hi ! A 'tá aí? - .
- Sim! Não quer falar comigo seu puto? - riu.
- Na real tem alguém aqui querendo falar com ela. Pode deixar que eu sei que ela vai gostar. - ele sabia de quem eu gostava de falar no telefone. Afinal, também era o meu melhor amigo.
- Toma! Alguém que tu vai gostar de falar. Eu acho que é o . - me olhou. Lary me olhou. As duas sorriram.
- Ai será? Alô? - falei.
- Oi . Perai. - ai , que lerdeza.
- Oi. Sabe quem é? - falou uma voz conhecida.
- Conheço a voz, mas não me lembro de quem é. - eu falei.
- Sério, obrigado . - ouvi risos. - É o . - A-I-M-E-U-D-E-U-S!!!!!!
- RAMIRO! Quanto tempo. - era ele, como podia isso?
- Pois é, depois que você saiu do futebol nunca mais nos vimos, não é. A minha mãe encontrou com a sua esses dias e agora eu descubro que o é seu amigo. Perfeito. - ele está feliz em falar comigo?
- Por que a gente não marca alguma coisa? - e Lary começaram a gesticular procurando um papel.
- Ah, claro. Eu ando com um tédio que fazer alguma coisa pra variar é ótimo. - ele riu, eu ri.
"ELE É GATO? É O TEU COLEGA DO FUTEBOL? AAA MEU DEUS!!! CHAMA ELE PARA VIR PRA CÁ! TIPO A-G-O-R-A!!!" dizia o papel que as duas seguravam. Elas escreveram tão rápido que a letra delas ficou horrível, e era difícil isso acontecer.
Peguei uma caneta e escrevi atrás do papel. "É ELE SIM! PENSOU QUE FOSSE O DROGADO? EU NÃO VOU CHAMAR ELE AQUI! NÓS VAMOS AO CINEMA! AAA!"
TRIIM... TRIIM... TRIIM... TRIIM... TRIIM...
- Oi? - fez o favor de atender. - ? Ah, Claro que pode vir. Estamos te esperando. Não, a não 'tá mais revoltada.
- O que acha de você vir pra cá? - eu disse para .
- Ok, estou indo. O vai junto. - ele riu. - Tchau.
- Tchau. - desliguei o telefone.
- Tchau . - desligou o telefone.
- NÃO SUAS BURRAS! - Lary começou a gritar no meio a sala.
- O que houve? - eu e falamos em coro.
- Primeiro: o vem pra cá. Segundo: o vem pra cá. Terceiro: aqui vão estar o primeiro amor da e o amor atual dela! Vai acontecer o que agora? Vão chamar o ? - gesticulava muito.
- NÃO! O RAMIRO VAI VIR AQUI! DA ONDE VOCÊ TIROU QUE O GABRIEL VAI VIR? QUEM O CHAMOU? AAAAAAAH! - eu entro em desespero facilmente.
- Sorry linda! - levantou a mão. - Eu não sabia você falou que não ia chamar ele dai o ligou e perguntou se não podia voltar então eu falei que sim. Imaginei que você fosse gostar. - ela falou com uma cara de quem tivesse feito a coisa errada.
- Mano nem esquenta. Agora eu vou mostrar pro que eu consigo viver bem sem ele. - eu falei o que me veio na cabeça.
- não faz coisa que você irá se arrepender depois. - Lary falou e foi para cozinha.
- Concordo com ela, . Você não pode fazer isso, primeiro, ele não sabe que você gosta dele - ou sabe e se faz - segundo, você é amiga dele. - falou séria.
- Você tem razão. - eu falei. - Mas agora eu vou retocar o lapis por que eu chorei demais. - eu e ela rimos.
Subi as escadas até o meu quarto. Fui ao banheiro, procurei as minhas maquiagens, achei! Peguei o lápis, que por sinal estava quase no fim, então passei nos olhos. Pretos! Meus olhos pretos, dark como minha mãe dizia. Ela era meio hippie então vinha com umas gírias um tanto quanto estranhas. Troquei a blusa por uma regata da Alice - no país das maravilhas - eu simplesmente amava aquela regata, quem me deu? O , óbvio não? Depois de trocar a blusa desci fui para a cozinha já que as duas estavam lá.
- Ui gatinha! Toda produzida pra quem? - Lary perguntou.
- Pro , é claro! Por que eu iria estar produzida para aqueles idiotas? - nós rimos.
DING DONG... DING DONG... DING DONG...
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TU... TU... TU...
- Oi . - ele tinha uma voz tão doce.
- Oi , eu não tenho nada pra fazer e queria te incomodar, posso? - ele riu, eu ri.
- Claro. Tudo bem? - tinha alguém com ele, eu senti isso.
- Mais ou menos. Descobri que estou gostando de um garoto aí. - eu falei.
- Que bosta, se fodeu. - ele riu de mim. – Cara, já volto, eu vou falar com a . - ele sempre faz isso.
- Não me fodi não. Onde é que você está? - eu bem curiosa como sempre perguntei.
- Na casa do meu primo. E a senhorita? - por que ele queria saber?
- Em casa, na cama, ainda. - ele riu.
- Pequena preguiçosa. Posso ir aí? - meu coração acelerou.
- Pode, eu to sem nada pra fazer mesmo. - como se eu fosse perder esta chance.
- Então eu já to indo. Vai tomar banho e tirar o pijama. Beijos pequena. - ele desligou.
Eu levantei da cama e fui em direção ao armário, peguei uma blusa, uma camisa xadrez e um short jeans. Fui tomar meu banho, quando saí me arrumei e quando eu estava escovando o cabelo escuto o barulho da campainha. Só podia ser ele, quem mais iria pensar em vir aqui em casa pleno sábado? Claro, um monte de gente.
- Oi gata. - entrou e logo depois a Lary.
- O que vocês estão fazendo aqui? - eu perguntei espantada.
- É assim que se recebe as amigas? - Lary se manifestou.
- É, viemos te ajudar. Sabemos o que você tem que fazer com o senhor Marinho Paz. - sempre inventava um plano, tipo pra tudo.
- Olha não é querer estragar a animação de vocês, mas o tá vindo aí. Por favor, vão embora! - eu estava empurrando elas em direção a porta e...
DING DONG... DING DONG... DING DONG... DING DONG... DING DONG... DING DONG... DING DONG... DING DONG... DING DONG...
- PÁRA GABRIEL! QUE CÚ! SEU BOSTA! - saí gritando até atender a porta.
- Porra, venho te fazer companhia e você já vem me xingando? - falou. - Espera, eu vim e já tem gente aqui?
- Claro, vai ter suruba amigo! - a puta da tinha que fazer os comentários sexológicos dela.
- ADORO! - agora foi a vez da , minha amigas são safadas.
Então nós fomos sentar. Ligamos a televisão e ficamos vendo um filme qualquer que estava dando em um canal qualquer. Depois de um tempo vendo aquele filme fomos para a cozinha preparar algumas coisas para comer, fizemos pipoca, sanduíches, pegamos um bolo de chocolate que tinha na geladeira e algumas balas. E refrigerante, é claro. Voltamos para a sala voltar a ver o filme. No filme tinha uma garota que era apaixonada pelo melhor amigo, e ele ia se casar com outra e ela tinha que impedir o casamento dele. Esse filme só podia ter sido feito para mim.
- Lembrei o nome do filme. - disse.
- E qual é? - perguntei.
- O casamento do meu melhor amigo, não lembra ? Você ama esse filme. - eu realmente não prestava atenção em nada quando estava com o .
- Ah claro, lembrei agora. Eu estou com sono, dá um desconto. - os três ficaram rindo da minha cara.
- Não dá não . Começa assim e depois ela já tá te pedindo pra comprar drogas pra ela.
- ! Drogas? Não dava pra ser, sei lá. - eu fiquei pensando.
- CAMISINHA! - a tinha que falar merda.
- Isso uma camisinha é uma boa ideia. Já que você vai ser uma profissional do sexo, não é?! - ai que raiva do .
- Cala a boca idiota. - falei e me levantei.
- Vai aonde? - os três perguntaram em coro.
- Vou ao banheiro, preciso botar um GPS em mim agora? - fui extremamente grossa.
- Às vezes eu acho que você troca de humor muito rápido. E esse é o teu maior defeito. Tchau. - Espera aí o estava indo embora?
Merda , faz alguma coisa. Rápido.
- Espera , eu estava brincando. Eu ia à cozinha pegar mais refrigerante. - eu falei e fiquei esperando ele se virar.
- Não você não estava brincando. E daqui a pouco você vai mudar de humor de novo então pra me prevenir eu vou indo. Tchau meninas. Tchau .
Ele me chamava de mesmo estando bravo comigo. Depois que ele saiu eu fui correndo sentar no sofá no meio das minhas melhores amigas, eu comecei a chorar.
- Eu sou uma burra, idiota, tonta, trouxa. Ai eu quero morrer. - eu fiquei repetindo isso várias vezes.
- Não é não, você é linda. Mas ele tem razão , você tem que deixar de ter essas trocas de humor repentinas. - era uma ótima amiga, ela sempre me dava os conselhos que iriam me ajudar a superar as coisas.
- É, olha só ele não deve estar longe. Vai atrás dele. - Lary falou sorrindo.
- Não, ele só me tem como amiga. Isso vai ficar estranho.
- Decida-se, mas depois não vem reclamar que não conseguiu nada por que não teve coragem. - Lary estava certa, mas eu preferia não ariscar.
Passamos um bom tempo sem falar nada então o meu celular tocou. Meu coração acelerou. Olhei a tela do celular e me desapontei.
- É o . - falei cabisbaixa.
- Me dá! - foi rápida dessa vez. - HEY JOHN! - a alegria dela de falar com o é uma coisa incrível.
- Hi ! A 'tá aí? - .
- Sim! Não quer falar comigo seu puto? - riu.
- Na real tem alguém aqui querendo falar com ela. Pode deixar que eu sei que ela vai gostar. - ele sabia de quem eu gostava de falar no telefone. Afinal, também era o meu melhor amigo.
- Toma! Alguém que tu vai gostar de falar. Eu acho que é o . - me olhou. Lary me olhou. As duas sorriram.
- Ai será? Alô? - falei.
- Oi . Perai. - ai , que lerdeza.
- Oi. Sabe quem é? - falou uma voz conhecida.
- Conheço a voz, mas não me lembro de quem é. - eu falei.
- Sério, obrigado . - ouvi risos. - É o . - A-I-M-E-U-D-E-U-S!!!!!!
- RAMIRO! Quanto tempo. - era ele, como podia isso?
- Pois é, depois que você saiu do futebol nunca mais nos vimos, não é. A minha mãe encontrou com a sua esses dias e agora eu descubro que o é seu amigo. Perfeito. - ele está feliz em falar comigo?
- Por que a gente não marca alguma coisa? - e Lary começaram a gesticular procurando um papel.
- Ah, claro. Eu ando com um tédio que fazer alguma coisa pra variar é ótimo. - ele riu, eu ri.
"ELE É GATO? É O TEU COLEGA DO FUTEBOL? AAA MEU DEUS!!! CHAMA ELE PARA VIR PRA CÁ! TIPO A-G-O-R-A!!!" dizia o papel que as duas seguravam. Elas escreveram tão rápido que a letra delas ficou horrível, e era difícil isso acontecer.
Peguei uma caneta e escrevi atrás do papel. "É ELE SIM! PENSOU QUE FOSSE O DROGADO? EU NÃO VOU CHAMAR ELE AQUI! NÓS VAMOS AO CINEMA! AAA!"
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- Oi? - fez o favor de atender. - ? Ah, Claro que pode vir. Estamos te esperando. Não, a não 'tá mais revoltada.
- O que acha de você vir pra cá? - eu disse para .
- Ok, estou indo. O vai junto. - ele riu. - Tchau.
- Tchau. - desliguei o telefone.
- Tchau . - desligou o telefone.
- NÃO SUAS BURRAS! - Lary começou a gritar no meio a sala.
- O que houve? - eu e falamos em coro.
- Primeiro: o vem pra cá. Segundo: o vem pra cá. Terceiro: aqui vão estar o primeiro amor da e o amor atual dela! Vai acontecer o que agora? Vão chamar o ? - gesticulava muito.
- NÃO! O RAMIRO VAI VIR AQUI! DA ONDE VOCÊ TIROU QUE O GABRIEL VAI VIR? QUEM O CHAMOU? AAAAAAAH! - eu entro em desespero facilmente.
- Sorry linda! - levantou a mão. - Eu não sabia você falou que não ia chamar ele dai o ligou e perguntou se não podia voltar então eu falei que sim. Imaginei que você fosse gostar. - ela falou com uma cara de quem tivesse feito a coisa errada.
- Mano nem esquenta. Agora eu vou mostrar pro que eu consigo viver bem sem ele. - eu falei o que me veio na cabeça.
- não faz coisa que você irá se arrepender depois. - Lary falou e foi para cozinha.
- Concordo com ela, . Você não pode fazer isso, primeiro, ele não sabe que você gosta dele - ou sabe e se faz - segundo, você é amiga dele. - falou séria.
- Você tem razão. - eu falei. - Mas agora eu vou retocar o lapis por que eu chorei demais. - eu e ela rimos.
Subi as escadas até o meu quarto. Fui ao banheiro, procurei as minhas maquiagens, achei! Peguei o lápis, que por sinal estava quase no fim, então passei nos olhos. Pretos! Meus olhos pretos, dark como minha mãe dizia. Ela era meio hippie então vinha com umas gírias um tanto quanto estranhas. Troquei a blusa por uma regata da Alice - no país das maravilhas - eu simplesmente amava aquela regata, quem me deu? O , óbvio não? Depois de trocar a blusa desci fui para a cozinha já que as duas estavam lá.
- Ui gatinha! Toda produzida pra quem? - Lary perguntou.
- Pro , é claro! Por que eu iria estar produzida para aqueles idiotas? - nós rimos.
DING DONG... DING DONG... DING DONG...

