H.I.V - He is veneer
Autora: Gio Gonçalves
Status: Em Andamento
Revisada por: Thathati
Categoria: Hot Fics
Sub-Categoria: LongFics - Drama
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01 – Here We Go Again
Estava fumando um cigarro na sacada da sua suíte, estava calor. Olhou para os lados e não viu ninguém, olhou para o outro lado, também não viu ninguém. Estava sozinho, novamente. Como sempre, ele acabava sozinho, acabava na merda. Era seu cotidiano já, ia pra cama com uma garota, na manhã seguinte a expulsava e quando chegava a tarde se sentia solitário. Sem ninguém pra conversar, rir, abraçar, beijar, sem ninguém.
Olhou para a rua e viu um casal passeando de mãos dadas e sorrindo, pareciam felizes. Não pode evitar que sentisse inveja, eles eram bem mais felizes que ele, tinha uma vida, um sonho, um futuro juntos. E ele? Com quem ele iria construir um sonho? Uma vida? Ele é um merda mesmo para terminar sozinho sempre, ele é um merda mesmo para fazer essas pessoas sofrerem.
Depois viu um casal de velhos passarem de mãos dadas e lembrou dos seus pais, aqueles velhos engraçados e sem graças ao mesmo tempo. Queridos por todos, companheiros, aventureiros, casados a quarenta e cinco anos. Isso era uma vida. Queria ter um amor que nem os deles, um amor sincero, que durasse quase uma vida. Queria ser feliz.
Seu celular começou a tocar insistentemente tirando-o dos seus pensamentos. Jogou a guimba de cigarro fora pela sacada e atendeu, era seu amigo, Harry.
- Oi Harry. – falou desanimado, observando a guimba de cigarro que já se encontrava no chão. Harry era seu melhor amigo, assim como Danny e Tom.
- Nossa, quanta empolgação hein?! Desse jeito você acaba me contagiando. – revirou os olhos com o comentário idiota do meu amigo. – está no meio dessa falsa empolgação não é mesmo? – as vezes é tão ruim ter um amigo que te conhece tão bem.
- Exatamente. – assim que ele tocou no nome dela, o nome que já se passava pela sua cabeça várias e várias vezes, lembrou-se dos momentos em que passou com ela. Sentia falta da sua pele, do seu cheiro, do seu beijo, do seu jeito animado. Sentia falta dela.
- O que houve dessa vez ? – ouviu a voz preocupada de Harry tirar-lo dos seus pensamentos.
- Nós brigamos. – sua voz saiu tão fraca. Xingou-se mentalmente, estava parecendo um gay.
- Isso eu sei né? Quero saber o porquê de terem brigado. – bufou impaciente.
- Meu ciúme, o ex namorado dela foi lá vê-la, na sessão de fotos. Eu vi os dois rindo, todos íntimos e fiquei muito puto e bom, acho que você já sabe o resto né? A ceninha patética de namorado possessivo... – namorado pensou consigo mesmo. Ele não era namorado dela assim como ela não era sua namorada, ela não o pertencia completamente. Ele não tinha direito de ficar com ciúme dela, não tinha o direito de ter medo de perder algo que nem dele era. – Ela foi pra Milão, volta hoje. Se não tivéssemos brigado eu iria buscá-la. – sentiu seu sangue ferver, tamanha era a raiva que estava sentindo dele mesmo.
- - - , você sabe que não tem direito nenhum de ficar com raiva dela, o que você faz com é realmente imperdoável e mesmo assim ela sempre te perdoa. não seria capaz de te trair, ela te ama muito, você sabe disso. Acho que está na hora de você amadurecer se não você vai perdê-la. – Por que era tão difícil pra entender que nunca o trairia? Que ela o ama mais que ela mesma. Por que ele tinha que ser tão cabeça dura e magoá-la? Ele tinha que entender que não era qualquer uma, talvez ele nunca achasse uma menina melhor do que ela. – Por favor, Harry, sermões agora não. – já bastava ele mesmo ter que se dar sermões por ser tão idiota. Já bastava ele mesmo ter que admitir que errou.
- Tudo bem, eu preciso desligar, June está me chamando aqui. – antes de desligar ele soltou uma risada maliciosa e então ele desligou. invejou o amigo, ele tem uma menina somente sua, acorda todo dia com ela ao seu lado. Foi inevitável ele não sentir inveja.
Deitou-se na cama, que por sinal o cheiro dela estava grudado na roupa de cama. Arrancou os lençóis num ato de raiva, quem sabe assim ele não se lembrasse dela. Mas ele não conseguiu, ao olhar ao redor do quarto sentiu a presença dela, lembrou de todos os momentos em que passou com ela, naquele quarto, naquela casa, naquela rua, naquela cidade. Tudo a lembrava, mesmo que ele não quisesse, as lembranças voltavam à tona cada vez mais fortes deixando-o mais fraco ainda. Grunhiu e afundou a cabeça no travesseiro sentindo-se totalmente embriago com o cheiro dela. Lembrou do dia em que conheceu , um sorriso doce apareceu nos seus lábios.
Flashback On
Era um dia normal, como qualquer outro. Estava indo trabalhar, dirigia apressadamente, pois mais uma vez estava atrasado. Estacionou o carro no estacionamento e apertou o alarme do carro, correu até o elevador. Assim que entrou no mesmo apertou o botão 5 e esperou impacientemente. O elevador parou, avisando que já havia chegado. Ele correu até o Studio de fotografia, esbarrando sem querer em Judith, sua chefe. Respirou fundo, já imaginando a bronca que iria levar por estar atrasado.
- Isso são horas, ? As modelos estão lhe esperando a séculos. – Judith, exagerada como sempre. sempre a achava extremamente chata e arrogante.
- Desculpe, tive um imprevisto no caminho. – tento ao máximo se controlar para não ter que perder seu emprego.
- Tudo bem, que isso não se repita mais. – ordenou, apenas assentiu com a cabeça. Sentiu-se um pau mandando, mas o que ele poderia fazer? Era seu emprego que estava em jogo. – As modelos estão lhe esperando, ande. – sem falar nada, saiu do mesmo ambiente que Judith estava. Andava com urgência, sentia-se sendo engolido por aquele corredor. Num piscar de olhos já encontrava-se na sala onde as modelos estavam já prontas. Passou seu olhar rapidamente por cada uma delas, avaliando cada traço, foi inevitável que um sorriso malicioso aparecesse nos seus lábios ao observar aquelas modelos somente de lingerie a sua frente. Ele realmente amava seu trabalho.
- Vamos começar? – perguntou já com a câmera na posição certa. Elas concordaram, parecendo robôs, parecendo umas Barbies sem sentimentos e sem inteligência.
- Espera! – ouviu uma voz gritar do Camarim, dirigiu seu olhar até a porta, deparando-se com a imagem de uma mulher de cabelos castanhos lisos, um sorriso incrivelmente lindo no rosto, olhos verdes tão intensos e um corpo perfeitamente desenhado. Ela também usava uma lingerie, que deixava seu corpo com um toque sensual e ingênuo ao mesmo tempo. – Desculpe a demora, mas é que eu estava atendendo uma ligação muito importante. – falou um pouco sem graça ao perceber os olhos de avaliando cada traço do seu corpo, ela ainda não estava acostumada a ser o centro das atenções.
- Tudo bem. – observou a mulher andar até onde estavam as meninas, ficou na ponta, ainda com um sorriso sem graça no rosto. – Podemos começar né? – todas concordaram, menos a mulher que estava focada demais em observar o teto do Studio. não pode evitar de sorrir com aquilo.
A cada foto que ele tirava, ia percebendo algo diferente nela, parecia que ela tinha uma luz dentro de sim. Cada sorriso, cada careta, qualquer coisa, fosse simples ou não, o deixava admirado. Seu jeito simples, sua beleza, seu corpo. Tudo nela era um convite para você tentar conhecê-la. Ele estava encantado com ela, encantava-se com qualquer coisa que ela fazia.
A sessão de fotos havia acabado, as meninas já estavam colocando suas roupas. Todas já haviam saído, menos a mulher. teve uma desculpa para esperá-la, não poderia sair e deixar a porta simplesmente aberta, ele teria que ser o último ao sair. Sorriu consigo mesmo ao lembrar que muitas das vezes reclamava por ter essa regra e hoje ele dava graças a Deus por ela existir. Guardou todo seu equipamento calmamente, assim que fechou sua bolsa, ouviu a porta do camarim ser fechado e novamente aquela mesma mulher aparecer. Estava um pouco descabelada, mas estava devidamente vestida.
Deu um sorriso simpático, indo em direção a porta, quando a abriu ouviu a voz rouca de lhe chamar, fazendo ela virar para encará-lo.
- Hey, qual seu nome? – perguntou no seu melhor tom de voz galanteador, tentando surpreendê-la.
– Moreau – respondeu, tornando a olhar para porta e a abrindo, mas antes de sair pode ouvir novamente a voz de lhe chamar:
- O meu é . – sua voz era um pouco decepcionada por ela não ter perguntado como qualquer outra faria.
- Eu sei, está escrito aqui na porta. – e a única coisa que ele pode ouvir novamente foi o barulho da porta batendo e a voz dela ecoando na sua cabeça. Moreau, ele nunca iria adivinhar que ela entraria tão rapidamente na sua vida e permaneceria por tanto tempo.
Flashback Of
Levantou-se e olhou a hora no relógio: 12:00. Daqui a exatamente dez minutos estaria chegando ao aeroporto. Sentiu uma dor no peito ao lembra-se dela, ela estava voltando, mas talvez não voltaria para ele. Observou o porta retrato que estava em cima da escrivaninha e sorriu ao ver a foto deles dois juntos fazendo careta. Não, ele não poderia deixá-la escapar pelas suas mãos, ela o pertencia, fazia parte da vida dele, ele não poderia deixar a outra metade de sua vida ir embora.
Pegou as chaves de casa e saiu rapidamente, entrou em seu carro e dirigiu com urgência até o Aeroporto que ficava algumas quadras de sua casa. Em poucos minutos seu carro já estava no estacionamento, passou em frente a uma casa de chocolates e sorriu ao lembra-se que era viciada em doces. Comprou alguns chocolates, mas não pediu pra embrulhar, sabia o quanto ela odiava coisas embrulhadas. Ela era ansiosa demais e queria na mesma hora abrir as coisas, dizia que os embrulhos atrapalhavam a sua vida. Um rapaz vendendo flores passou ao seu lado, mas ele não comprou, não gostava de flores, ela a achava sem graça, falava que murchava e acabou. Não via graça alguma naquilo.
Entrou dentro do Aeroporto a procura dela. Ouviu a aeromoça falar algo, mas estava longe demais dos seus ouvidos. Caminhou por toda aquela área e quando finalmente a viu sentiu seu sangue circular mais rápido e um calor inexplicável invadir seu corpo.
Ela estava lá, parada a alguns metros dele, um sorriso meigo nos lábios, o cabelo bagunçado como no dia que ele havia conhecido. Porém o que não havia percebido é que ela também estava sentindo as mesmas sensações que ele, sabia que a qualquer momento poderia cair e sua roupa deixava-a ainda mais com calor. Rapidamente ele caminhou até ela, sentindo seu coração explodir no seu peito. Ficaram frente a frente, ambos com a respiração acelerada e sem o que dizer. Ficaram com medo de falar algo que atrapalhasse aquele momento então uniram seus lábios, querendo mantê-los ocupados para que não dissesse nada errado. Dois meses, quantas saudades eles sentiram um do outro, quantas saudades eles sentiram daquele beijo, daquele calor, até mesmo das brigas mais idiotas. Como sentiram falta deles.
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Nota da Autora
: OOOOOOI GENTE :D essa é a minha primeira fic no Pop rs e ai, estão gostando? Espero que sim KLDSÇADKSAÇDLK Bom, vou agradecer a Thathati por ter aceitado revisar h.i.v numa boa KSJDKSAJ e a July/Tha filha da puta que odeio e que sempre marca meus feriados, quem sabe sabe quem não sabe bate palmas (yn) a linda da Paaty por ter me ajudado nesse capítulo rs *-* e a minha sis Thais que apesar dos apesares eu a amo muito e sei que logo logo ela vai sair dessa e vamos superar tudo isso, né cheirada de laxante? Haha Fui, beijos e comentem xxx
(Orkut) (Twitter)
MSN: giovanna.hgn@hotmail.com
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Estava fumando um cigarro na sacada da sua suíte, estava calor. Olhou para os lados e não viu ninguém, olhou para o outro lado, também não viu ninguém. Estava sozinho, novamente. Como sempre, ele acabava sozinho, acabava na merda. Era seu cotidiano já, ia pra cama com uma garota, na manhã seguinte a expulsava e quando chegava a tarde se sentia solitário. Sem ninguém pra conversar, rir, abraçar, beijar, sem ninguém.
Olhou para a rua e viu um casal passeando de mãos dadas e sorrindo, pareciam felizes. Não pode evitar que sentisse inveja, eles eram bem mais felizes que ele, tinha uma vida, um sonho, um futuro juntos. E ele? Com quem ele iria construir um sonho? Uma vida? Ele é um merda mesmo para terminar sozinho sempre, ele é um merda mesmo para fazer essas pessoas sofrerem.
Depois viu um casal de velhos passarem de mãos dadas e lembrou dos seus pais, aqueles velhos engraçados e sem graças ao mesmo tempo. Queridos por todos, companheiros, aventureiros, casados a quarenta e cinco anos. Isso era uma vida. Queria ter um amor que nem os deles, um amor sincero, que durasse quase uma vida. Queria ser feliz.
Seu celular começou a tocar insistentemente tirando-o dos seus pensamentos. Jogou a guimba de cigarro fora pela sacada e atendeu, era seu amigo, Harry.
- Oi Harry. – falou desanimado, observando a guimba de cigarro que já se encontrava no chão. Harry era seu melhor amigo, assim como Danny e Tom.
- Nossa, quanta empolgação hein?! Desse jeito você acaba me contagiando. – revirou os olhos com o comentário idiota do meu amigo. – está no meio dessa falsa empolgação não é mesmo? – as vezes é tão ruim ter um amigo que te conhece tão bem.
- Exatamente. – assim que ele tocou no nome dela, o nome que já se passava pela sua cabeça várias e várias vezes, lembrou-se dos momentos em que passou com ela. Sentia falta da sua pele, do seu cheiro, do seu beijo, do seu jeito animado. Sentia falta dela.
- O que houve dessa vez ? – ouviu a voz preocupada de Harry tirar-lo dos seus pensamentos.
- Nós brigamos. – sua voz saiu tão fraca. Xingou-se mentalmente, estava parecendo um gay.
- Isso eu sei né? Quero saber o porquê de terem brigado. – bufou impaciente.
- Meu ciúme, o ex namorado dela foi lá vê-la, na sessão de fotos. Eu vi os dois rindo, todos íntimos e fiquei muito puto e bom, acho que você já sabe o resto né? A ceninha patética de namorado possessivo... – namorado pensou consigo mesmo. Ele não era namorado dela assim como ela não era sua namorada, ela não o pertencia completamente. Ele não tinha direito de ficar com ciúme dela, não tinha o direito de ter medo de perder algo que nem dele era. – Ela foi pra Milão, volta hoje. Se não tivéssemos brigado eu iria buscá-la. – sentiu seu sangue ferver, tamanha era a raiva que estava sentindo dele mesmo.
- - - , você sabe que não tem direito nenhum de ficar com raiva dela, o que você faz com é realmente imperdoável e mesmo assim ela sempre te perdoa. não seria capaz de te trair, ela te ama muito, você sabe disso. Acho que está na hora de você amadurecer se não você vai perdê-la. – Por que era tão difícil pra entender que nunca o trairia? Que ela o ama mais que ela mesma. Por que ele tinha que ser tão cabeça dura e magoá-la? Ele tinha que entender que não era qualquer uma, talvez ele nunca achasse uma menina melhor do que ela. – Por favor, Harry, sermões agora não. – já bastava ele mesmo ter que se dar sermões por ser tão idiota. Já bastava ele mesmo ter que admitir que errou.
- Tudo bem, eu preciso desligar, June está me chamando aqui. – antes de desligar ele soltou uma risada maliciosa e então ele desligou. invejou o amigo, ele tem uma menina somente sua, acorda todo dia com ela ao seu lado. Foi inevitável ele não sentir inveja.
Deitou-se na cama, que por sinal o cheiro dela estava grudado na roupa de cama. Arrancou os lençóis num ato de raiva, quem sabe assim ele não se lembrasse dela. Mas ele não conseguiu, ao olhar ao redor do quarto sentiu a presença dela, lembrou de todos os momentos em que passou com ela, naquele quarto, naquela casa, naquela rua, naquela cidade. Tudo a lembrava, mesmo que ele não quisesse, as lembranças voltavam à tona cada vez mais fortes deixando-o mais fraco ainda. Grunhiu e afundou a cabeça no travesseiro sentindo-se totalmente embriago com o cheiro dela. Lembrou do dia em que conheceu , um sorriso doce apareceu nos seus lábios.
Flashback On
Era um dia normal, como qualquer outro. Estava indo trabalhar, dirigia apressadamente, pois mais uma vez estava atrasado. Estacionou o carro no estacionamento e apertou o alarme do carro, correu até o elevador. Assim que entrou no mesmo apertou o botão 5 e esperou impacientemente. O elevador parou, avisando que já havia chegado. Ele correu até o Studio de fotografia, esbarrando sem querer em Judith, sua chefe. Respirou fundo, já imaginando a bronca que iria levar por estar atrasado.
- Isso são horas, ? As modelos estão lhe esperando a séculos. – Judith, exagerada como sempre. sempre a achava extremamente chata e arrogante.
- Desculpe, tive um imprevisto no caminho. – tento ao máximo se controlar para não ter que perder seu emprego.
- Tudo bem, que isso não se repita mais. – ordenou, apenas assentiu com a cabeça. Sentiu-se um pau mandando, mas o que ele poderia fazer? Era seu emprego que estava em jogo. – As modelos estão lhe esperando, ande. – sem falar nada, saiu do mesmo ambiente que Judith estava. Andava com urgência, sentia-se sendo engolido por aquele corredor. Num piscar de olhos já encontrava-se na sala onde as modelos estavam já prontas. Passou seu olhar rapidamente por cada uma delas, avaliando cada traço, foi inevitável que um sorriso malicioso aparecesse nos seus lábios ao observar aquelas modelos somente de lingerie a sua frente. Ele realmente amava seu trabalho.
- Vamos começar? – perguntou já com a câmera na posição certa. Elas concordaram, parecendo robôs, parecendo umas Barbies sem sentimentos e sem inteligência.
- Espera! – ouviu uma voz gritar do Camarim, dirigiu seu olhar até a porta, deparando-se com a imagem de uma mulher de cabelos castanhos lisos, um sorriso incrivelmente lindo no rosto, olhos verdes tão intensos e um corpo perfeitamente desenhado. Ela também usava uma lingerie, que deixava seu corpo com um toque sensual e ingênuo ao mesmo tempo. – Desculpe a demora, mas é que eu estava atendendo uma ligação muito importante. – falou um pouco sem graça ao perceber os olhos de avaliando cada traço do seu corpo, ela ainda não estava acostumada a ser o centro das atenções.
- Tudo bem. – observou a mulher andar até onde estavam as meninas, ficou na ponta, ainda com um sorriso sem graça no rosto. – Podemos começar né? – todas concordaram, menos a mulher que estava focada demais em observar o teto do Studio. não pode evitar de sorrir com aquilo.
A cada foto que ele tirava, ia percebendo algo diferente nela, parecia que ela tinha uma luz dentro de sim. Cada sorriso, cada careta, qualquer coisa, fosse simples ou não, o deixava admirado. Seu jeito simples, sua beleza, seu corpo. Tudo nela era um convite para você tentar conhecê-la. Ele estava encantado com ela, encantava-se com qualquer coisa que ela fazia.
A sessão de fotos havia acabado, as meninas já estavam colocando suas roupas. Todas já haviam saído, menos a mulher. teve uma desculpa para esperá-la, não poderia sair e deixar a porta simplesmente aberta, ele teria que ser o último ao sair. Sorriu consigo mesmo ao lembrar que muitas das vezes reclamava por ter essa regra e hoje ele dava graças a Deus por ela existir. Guardou todo seu equipamento calmamente, assim que fechou sua bolsa, ouviu a porta do camarim ser fechado e novamente aquela mesma mulher aparecer. Estava um pouco descabelada, mas estava devidamente vestida.
Deu um sorriso simpático, indo em direção a porta, quando a abriu ouviu a voz rouca de lhe chamar, fazendo ela virar para encará-lo.
- Hey, qual seu nome? – perguntou no seu melhor tom de voz galanteador, tentando surpreendê-la.
– Moreau – respondeu, tornando a olhar para porta e a abrindo, mas antes de sair pode ouvir novamente a voz de lhe chamar:
- O meu é . – sua voz era um pouco decepcionada por ela não ter perguntado como qualquer outra faria.
- Eu sei, está escrito aqui na porta. – e a única coisa que ele pode ouvir novamente foi o barulho da porta batendo e a voz dela ecoando na sua cabeça. Moreau, ele nunca iria adivinhar que ela entraria tão rapidamente na sua vida e permaneceria por tanto tempo.
Flashback Of
Levantou-se e olhou a hora no relógio: 12:00. Daqui a exatamente dez minutos estaria chegando ao aeroporto. Sentiu uma dor no peito ao lembra-se dela, ela estava voltando, mas talvez não voltaria para ele. Observou o porta retrato que estava em cima da escrivaninha e sorriu ao ver a foto deles dois juntos fazendo careta. Não, ele não poderia deixá-la escapar pelas suas mãos, ela o pertencia, fazia parte da vida dele, ele não poderia deixar a outra metade de sua vida ir embora.
Pegou as chaves de casa e saiu rapidamente, entrou em seu carro e dirigiu com urgência até o Aeroporto que ficava algumas quadras de sua casa. Em poucos minutos seu carro já estava no estacionamento, passou em frente a uma casa de chocolates e sorriu ao lembra-se que era viciada em doces. Comprou alguns chocolates, mas não pediu pra embrulhar, sabia o quanto ela odiava coisas embrulhadas. Ela era ansiosa demais e queria na mesma hora abrir as coisas, dizia que os embrulhos atrapalhavam a sua vida. Um rapaz vendendo flores passou ao seu lado, mas ele não comprou, não gostava de flores, ela a achava sem graça, falava que murchava e acabou. Não via graça alguma naquilo.
Entrou dentro do Aeroporto a procura dela. Ouviu a aeromoça falar algo, mas estava longe demais dos seus ouvidos. Caminhou por toda aquela área e quando finalmente a viu sentiu seu sangue circular mais rápido e um calor inexplicável invadir seu corpo.
Ela estava lá, parada a alguns metros dele, um sorriso meigo nos lábios, o cabelo bagunçado como no dia que ele havia conhecido. Porém o que não havia percebido é que ela também estava sentindo as mesmas sensações que ele, sabia que a qualquer momento poderia cair e sua roupa deixava-a ainda mais com calor. Rapidamente ele caminhou até ela, sentindo seu coração explodir no seu peito. Ficaram frente a frente, ambos com a respiração acelerada e sem o que dizer. Ficaram com medo de falar algo que atrapalhasse aquele momento então uniram seus lábios, querendo mantê-los ocupados para que não dissesse nada errado. Dois meses, quantas saudades eles sentiram um do outro, quantas saudades eles sentiram daquele beijo, daquele calor, até mesmo das brigas mais idiotas. Como sentiram falta deles.
CONTINUA
: OOOOOOI GENTE :D essa é a minha primeira fic no Pop rs e ai, estão gostando? Espero que sim KLDSÇADKSAÇDLK Bom, vou agradecer a Thathati por ter aceitado revisar h.i.v numa boa KSJDKSAJ e a July/Tha filha da puta que odeio e que sempre marca meus feriados, quem sabe sabe quem não sabe bate palmas (yn) a linda da Paaty por ter me ajudado nesse capítulo rs *-* e a minha sis Thais que apesar dos apesares eu a amo muito e sei que logo logo ela vai sair dessa e vamos superar tudo isso, né cheirada de laxante? Haha Fui, beijos e comentem xxx
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