Hell's Kitchen

Autora: Tah Castro
Status: Em Andamento
Revisada por: Juh Claro
Categoria: Hot Fics
Sub-Categoria: Romance - Long Fic
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eins


Era um sbado comum, mas como eu estava de frias no havia muita diferena entre os dias, exceto pelo fato de meus pais estarem ou no em casa. A nica coisa que fazia deste um sbado irritante que meu pai receberia alguns convidados para o jantar.

Meu pai chef de cuisine e dirige um dos melhores restaurantes da cidade. Recentemente ele havia contratado uma nova equipe de auxiliares e estava dando esse jantar em homenagem a eles. Passei o dia todo com minha me e a empregada ajudando a arrumar as coisas para o tal jantar, que, diga-se de passagem, eu no estava nem um pouco animada. Esses jantares eram sempre longos e cansativos, com conversas que em nada me interessavam, mas eu era uma boa filha e fazia a pose de que adorava tudo aquilo sempre.

Quando o relgio marcou 17h eu subi para meu quarto tomar um banho e me arrumar. Os convidados deveriam chegar por volta das 20h e trs horas era um tempo mais do que suficiente para que eu me arrumasse e ajudasse minha me com mais algum detalhe que faltasse. Tomei um banho relativamente demorado e fui para o quarto pensar na roupa que iria vestir. , eu no havia pensado nisso ainda, mas como era comum eu ter que ir nesse tipo de jantar, eu tinha vrios vestidos que serviriam para a ocasio. Prendi meu cabelo num rabo-de-cavalo alto e vesti uma lingerie preta, ela era sexy demais para a ocasio, mas eu me sentia bem vestindo-a de vez em quando. Fui at o closet na rea destinada aos vestidos de festa. Pegava um e experimentava, me olhava no espelho e... Escolhia outro e comeava tudo de novo. Fiz isso com cerca de quatro vestidos at achar um que naquele momento, e modstia parte, ficou divino em meu corpo. Era um vestido simples, mas lindo: tomara-que-caia preto com um decote em corao, um lao abaixo do busto e a saia balon. Era curto, mas no me deixava parecer vulgar. Calcei uma sandlia preta com um salto incrivelmente alto e que era igualmente linda ao vestido. Voltei ao banheiro, dessa vez para me maquiar e arrumar meu cabelo. Passei uma maquiagem pesada, para combinar com o look. Soltei o cabelo, que j estava quase seco devido ao tempo escolhendo o vestido, portanto s passei rapidamente o secador e arrumei a franja, deixando os fios caram sobre o decote do meu vestido em leves cachos nas pontas. Estava pronta ... A campainha! Droga, eram os convidados.

Respirei fundo e com a maior calma do mundo, porque meu salto no deixaria de outra forma, desci as escadas. Vi, ao descer, algumas poucas pessoas entrarem e cumprimentarem meus pais, e um dos convidados ser extremamente elegante e cumprimentar a empregada que estava ao lado da porta, enquanto todos os outros passaram sem notar a presena dela por ali. Quando meu pai finalmente notou a minha presena no p da escada fez questo de me apresentar um por um. Ia falando os nomes e funo de cada um at chegar naquele ser levemente interessante.
- Esse o , meu pupilo e assistente. - disse todo alegre. Meu pai j havia me falado muito desse tal de , mas nunca de como ele era jovem e incrivelmente bonito.

Ele me cumprimentou com um leve beijo no rosto e naquele momento senti meus pulmes pararem de funcionar. Meu Deus, o que era aquilo? Ele emanava um cheiro deliciosamente viciante, era um perfume incrvel. Retomando o ar e oxigenando novamente meu crebro fomos sentar mesa e de uma maneira estranhamente interessante, o lugar que fora destinado era ao meu lado.

zwei


O jantar correu bem, tirando o fato de que no conseguia olhar para a minha direita e me deparar com aquele homem sem quase ter um colapso no meu sistema nervoso central. E logo os convidados j estavam indo embora e s restaram dois: e um outro assistente. Minha me se despediu deles e subiu para o quarto descansar, me deixando sozinha com os dois e meu pai. Logo, eu e os meninos (eles no passavam de 4 ou 5 anos mais velhos do que eu) estvamos numa conversa divertida sobre coisas de pessoas da nossa idade, fazendo com que meu pai tambm subisse para o quarto, os deixando "em boas mos".

- Bom, acho melhor eu ir, amanh tenho que estar cedo no restaurante. - o assistente riu e se levantou, fazendo com que eu e tivssemos a mesma atitude.

Me dirigi com ele at a porta e nos despedimos com um leve beijo no rosto, enquanto com o Eduardo, um aperto de mos.
Ok, estava sozinha com ele. Meus pais estavam, muito provavelmente dormindo e nossa empregada cuidando das coisas na cozinha. ramos eu e ele na sala.
- Ahm... Quer beber alguma coisa? - depois de alguns segundos de silncio resolvi dar uma de anfitri.
- Acho que melhor no, preciso voltar dirigindo para casa depois. - ele sorriu simptico, e a nica coisa que eu pensei era que ele no precisava voltar pra casa aquela noite, se que vocs me entendem.

Logo fomos sala de TV e brincava com o controle pulando de canal em canal, at parar em um e comear a rir.
- Gosta desse tipo de filme? - ele estava com os olhos fixados na tela e tinha um sorriso sem-vergonha no rosto.
- ! Desliga isso antes que meu pai desa e nos veja assistindo pornografia. - voei para cima dele a fim de pegar o controle, mas a nica coisa que consegui foi ficar numa posio um tanto quanto maliciosa, de quatro no sof com o brao esticado em direo a mo em que ele segurava o controle.

Ele riu, esticando o brao para cima onde eu no conseguiria alcanar se no ficasse de p. Quando ameacei me ajoelhar no sof para alcanar o dito do controle, me puxou pela cintura me fazendo sentar em seu colo. Arregalei os olhos e num impulso tentei me levantar dali, mas ele estava segurando minha cintura com fora e me olhava fixamente com uma expresso que eu sabia o que era, mas no podia decifrar nos seus olhos. Ele ento soltou uma das mos e a pousou em minha nuca, acariciando-a devagar. Sentir a mo de na minha nuca proporcionava uma sensao deliciosa e eu estava arrepiada por inteira. Senti seu rosto aproximar do meu e um leve beijo em meu rosto. Ele encostou o nariz em minha bochecha e sorriu, ficando assim por um tempo at escorregar o nariz para meu pescoo me fazendo arrepiar at a alma. A cada toque dele em minha pele eu sentia choque eltricos percorrem meu corpo todo e a vontade de t-lo inteiro para mim s aumentava a cada segundo que se passava. Ele respirava fundo meu perfume em meu pescoo e eu sentia sua respirao quente batendo em minha pele e aquilo foi acelerando meus batimentos cardacos. Fechei os olhos e respirei fundo, quando ele comeou a distribuir leves beijinhos pelo meu pescoo at minha orelha e morder o lbulo, voltando em seguida aos beijos at minha boca. Ele grudou os lbios nos meus e seu olhar intenso me penetrou os olhos. deu alguns selinhos demorados e logo sua lngua pedia passagem para entrar em minha boca, eu cedi e comeamos um beijo calmo. Eu acariciava seus ombros e nuca enquanto ele brincava com os dedos na minha cintura e costas. O beijo foi se intensificando e nesse momento eu estava com uma perna de cada lado do corpo de . Suas mos agora se davam ao trabalho de me puxar para mais perto de seu corpo e eu me segurava em seu pescoo para no desmaiar, tamanha era a perda da minha lucidez. Ele escorregou uma de suas mos para minha coxa e comeou a acariciar a parte interna, me fazendo grudar ainda mais nossos corpos (como se eles no estivessem grudados o bastante antes). Escorreguei as mos por seus braos e quando cheguei aos pulsos, mudei-as para sua cintura e comecei a brincar com a barra de sua plo listrada em vermelho e branco. Logo que meus dedos tocaram a pele de sua barriga, soltou um leve suspiro, rompendo nosso caloroso beijo. Ele me olhou e sorriu, um sorriso incrdulo e maravilhado ao mesmo tempo. Em seguida, ele j estava com a boca grudada em meu pescoo, beijando e sugando o local, enquanto eu arranhava levemente sua barriga, intercalando com leves carcias. De repente, ouvimos um barulho vindo da cozinha e nos separamos na hora. Ambos ofegantes e levemente suados. Era a empregada que foi at ns saber se queramos mais alguma coisa, eu disse que no e a dispensei para dormir. E lgico que nessa hora j tinha mudado de canal.
- Acho melhor eu ir. No quero ter problemas e nem caus-los a voc. - falou com uma voz levemente decepcionada pela interrupo.

Concordei com a cabea e o acompanhei at a porta. O vi saindo e antes que minha cabea pudesse pensar, minha boca se abriu:
- ! Eu, erm... Foi bom. - sorri extremamente envergonhada e pensando o quo idiota eu era por ter dito aquilo.
- , foi bom. - ele riu e se aproximou de mim segurando meu rosto delicadamente em suas mos e me deu um selinho. - At breve.




CONTINUA


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