Last Train To London
Autora: Bruna Almeida e Sophia Williams
Status:Em Andamento
Revisada por: Isa
Categoria: Hot Fics
Sub-Categoria: Comédia Romântica - LongFic
Comentários:
Capítulo 1 - Things Have Changed For Me.
, prazer. Moro em Bolton desde que nasci e nunca conheci outro lugar que não seja aqui. Minha família não é como aquelas poderosas que tem seus próprios negócios e nem aquelas que passam fome ou coisa do tipo, somos uma família de nível médio. Sou uma boa filha e em troca ganho tudo o que quero, na medida do possível. Meu sonho? Universidade Birkbeck, de Londres, ou BBK se preferir. Tenho 18 anos e sempre fui muito apegada a moda, ainda mais quando conheci , minha melhor amiga. Foi por causa do pai dela que conseguimos a bolsa na tão sonhada BBK, sem contar que sem ela eu estaria usando uma toalha de mesa como vestido no momento, acredite. Se bem que aquela toalha de mesa xadrez daria um bom vestido com meus ajustes.
Eu e sempre estamos juntas, temos alguns amigos, mas somos as garotas mais desejadas da cidade. Não querendo me achar, é o que dizem. Talvez seja porque as outras caipiras não tenham um bom gosto como a gente, ou porque somos as únicas garotas que se dão o valor por aqui.
Esqueci de falar uma coisa muito importante sobre nós, uma das mais importantes: somos fãs da banda McFLY. Tá certo que eles não são tão famosos e estão no começo da carreira, mas é o que a gente gosta. É, mas minhas esperanças de casar com o diminuíram quando ele começou a namorar com a vaca, odeio ela. Eu sempre me perco em pensamentos, mas a tá sempre lá pra "ajudar" nessa parte, assim como agora.
Ouvi um barulho de saltos subindo as escadas e o grito adorável da minha amiga berrante: - Amigaaaaaaaaaaaaaa, anda, vamos comprar as passagens, corre. - Ela entrou correndo no meu quarto, pegou minha mão e começou a me puxar. Sério, essa menina me ama. Revirei os olhos e tentei acalmar aquela louca:
- Ei, , calma. Não sei pra que tanta pressa, a gente só vai viajar dia nove, e ainda é... - Dei um toque na tela do meu celular pra ver que dia era e, o que? - Dia oito? AMIGA, É DIA OITO! Corre, vamos. Não acredito que deixamos isso pra última hora, e você nem pra avisar antes!
- Anda logo, se ficar dando sermão vamos chegar lá na verdadeira última hora. Peguei minha bolsa e saí de casa correndo com uma desesperada e com a roupa que eu estava na hora nem pensei em trocar. Casacos xadrez, short jeans, regata e all star. Pelo menos eu estava apresentável.
Desliguei o celular, ouvindo os gritos da :
- COMO ASSIM ACABOU? - gritou pra um homenzinho muito simpático que vendia os passaportes, fiquei com pena dele.
- Calma, senhorita, me desculpe. Eu realmente gostaria de te dizer que temos os passaportes, mas infelizmente todos foram vendidos. - Disse ele, tentando acalmá-la.
- Só um minuto... - eu disse, puxando pra avisar o que minha mãe havia acabado de dizer no telefone.
- Que foi? Não tá vendo que eu estou tentando resolver iss.. - ela não pode terminar de falar, eu a interrompi.
- , minha mãe acabou de ligar e disse que sua mãe já deixou suas malas em casa. E ela já deixou as minhas lá na sala também. - É essa hora que temos de agradecer por nossa ansiedade, e por ter feito as malas no dia que soubemos que ganhamos a bolsa. É difícil ficar pegando as roupas da mala pra usar, mas tanto faz pra nós, vamos pra BBK agora.
- Ai, que bom, um problema a menos. Mas agora deixa eu resolver. - Disse ela, se afastando e voltando a falar com o pobre homem. - Moço, pelo amor de Deus, a gente precisa desses passaportes, sem esse trem nós não iremos realizar nossos sonhos de ir pra BBK em Londres e seremos pra sempre solteiras, sem emprego e cheias de gatos rabugentos pela casa. - É, ela exagerou. - Por favor? - Disse ela fazendo aquele bico fofo que sempre usava pra me convencer de algo.
- Vão pra BBK? Minha filha também vai pra lá, senhoritas. Sabe, hoje eu comprei pra mim e minha esposa passaportes do ultimo trem para Londres, pra podermos fechar negócio com o dono do apartamento que minha filha vai ficar. Mas isso, acho que podemos fazer outro dia. Vocês precisam dos passaportes mais do que nós. - disse ele, tirando a mão do bolso e nos entregando dois passaportes - O único problema é que terão de ir pela madrugada, mas são os únicos que restaram.
- O QUE? SENHOR, EU NEM TENHO PALAVRAS, MUITO OBRIGADA, EU NÃO ACREDITO. - Gritou desesperada, pegando os passaportes e quase chorando. - Me desculpe do jeito que eu te tratei, eu sou uma idiota. O senhor com certeza vai pro céu!
- Não foi nada, mas se apressem. Daqui algumas horas seu trem vai estar aqui, eu aconselho vocês a irem pra casa e pegar logo as malas e o que vai ser necessário.
- Pode deixar, com certeza vamos fazer isso. - Disse agradecida. Aliás, eu estava muito agradecida, aquele homem salvou nossa vida. - E obrigada, novamente. - Sorri, simpática. Ele disse alguma coisa que fingi entender e olhou incrédula pra mim:
- , não acredito. - Me abraçou com força, e retribuí, quase soltando aquelas lágrimas de emoção. Era nosso sonho, e estava prestes a se realizar.
- Nem eu, . - sussurrei. Tomara que tudo dê certo daqui pra frente, Londres nos espera!
Capítulo 2 - And If I leave, here comes the storm
's POV - Em NY
Quer saber, eu cansei! Cansei dessas garotas mimadas e infantis que eu pego. Essas só servem pra uma noite, porque pra aguentar diariamente uma dessas, tem que ter um saco do tamanho do mundo, ou maior. E ainda que a banda nem é tão conhecida, imagina se fossemos famosos mundialmente, iria estar cheio dessas garotas no meu pé.
Sério, sempre fui um cara tranquilo, mas aquela estava me dando uns nervos. Puta que pariu, que menina insuportável. , o que você viu nela? Alguém deve ter aplicado algo em minhas veias enquanto eu dormia durante cada dia desse mês que namorei com ela, e a quantidade deve ter sido maior da primeira vez, pra ter feito eu pedir ela em namoro. E o pior não é isso, eu ficava estressado com os caras sem motivo, eu errava a nota toda a vez que meus dedos encostavam-se às cordas e até neguei uma foto com uma fã, não sei como isso aconteceu comigo, ficar com essa garota atrapalhou muita coisa na minha vida, sorte que essa história da fã não foi pra mídia.
Flashback ON
- Meu docinho, vem aqui,vem - disse me puxando, dai-me paciência, Senhor. - Vem aqui, amorzinho lindo.
- Hã? Que foi? - falei, acordando dos meus típicos sonhos acordado.
- AI AMOR, ME DÁ ATENÇÃO, QUE COISA! - disse aquela voz irritante, ou melhor, gritou.
- Não precisa gritar, caralho. - disse, já perdendo minha paciência.
- NÃO VOU PARAR DE GRITAR! VOCÊ DEVE ESTAR ASSIM TÃO DESLIGADO POR CAUSA DESSA SUA BANDINHA IDIOTA DE GARAGEM, NEM SÃO CONHECIDOS. - o que? Ah não, ela não disse isso.
- Olha aqui, garota, - disse eu, aumentando o tom da minha voz e apontando pra ela - eu já cansei desse seu jeito ridículo, e não vem falar mal da minha banda, porque McFLY é minha vida. Pode não ser tão famosa e essas coisas mas se você falar mais alguma coisa que seja sobre a banda, eu termino com você, porque isso tudo tá por um fio. Na realidade, nem sei porque continuo com você, garota fútil. - Pronto, falei tudo que eu estava guardando. Tomara que ela se toque e saia do meu pé logo.
- O QUE? VOCÊ ESTÁ MENCIONANDO QUE AQUELA BANDINHA É MELHOR QUE EU? - gritou ela, se levantando - AGORA VOCÊ VAI TER QUE ESCOLHER ESSA BANDA IDIOTA, OU EU!
- O que? - comecei a rir ironicamente. Aquilo me deu vontade de rir, de verdade. Eu nunca trocaria minha banda por garota nenhuma, muito menos por essa garota fútil. Se alguém quiser Tom Fletcher como namorado, terá que amá-lo do jeito que ele é! É assim que sempre vai ser e não vou mudar por ninguém. - Tchau. - acenei - Ah, deixa a chave reserva na mesa, e, por favor, esquece que eu existo.
- Tom, voc... - ela não pode continuar, eu a interrompi. - Aham, prefiro a banda do que você. Já demorou muito pra ir, isso está me deixando entediado. - sorri com toda a ironia possível e ouvi ela bufar, colocando minha chave na mesa e batendo a porta com força, indo embora. Amém, alguém lá de cima ouviu minhas preces.
Enfim, peguei o telefone e liguei pro meu melhor amigo, que deveria estar pegando qualquer vadia no momento, ou não.
- Tom? - ele disse do outro lado da linha.
- Me livrei da Barbie, . - disse eu, vitorioso.
- ALELUIA - ele gritou, e eu comecei a rir. - Me deixa adivinhar: ela terminou com você porque você não quis pagar as compras dela no shopping.
- Não, mas isso aconteceria se não terminássemos agora. Na verdade, ela me disse pra escolher entre ela e a banda, e...
- O QUE? - ele me interrompeu.
- Aham, exatamente. Aí eu ri e mandei ela embora. E a Barbie se foi...
- E deixou o Ken sozinho - me interrompeu de novo, otário.
- Vai se fuder, - disse rindo.
- Quer saber, ? A gente deveria pegar umas férias... Acabamos de divulgar a banda agora, estamos livres, cara. E eu estou com saudade da antiga McHouse - ele disse essa última frase com uma voz chorosa, que me fez rir.
- Também estou. Quer saber, você tem razão! Liga pros outros guys, - que devem estar dormindo agora, ou jogando vídeo game - diz que vou comprar as passagens por telefone, e vamos pra Londres, amanhã de manhã.
- Aham, não vejo a hora cara. Vou ligar pra eles e arrumar minhas malas.
- Ok, até amanhã - desliguei.
Flashback OFF
Ok, agora só falta esperar os caras, e me acalmar um pouco sobre essa história de garotas mimadas, e manter distância também. Londres, está a caminho, me aguarde!
Capítulo 3 – Big City Dreams
’s POV
Meu Deus, como Londres é perfeita! Quase tive um colapso, ou desmaio. Qualquer coisa, mas não tem como não ter uma simples reação quando se conhece um lugar como esse! Eu e estamos aqui há apenas dois dias e já visitamos muitos pontos turísticos, fomos pra universidade confirmar nossa vaga, bebemos muitos, muitos copos de Starbucks e adivinha: conseguiu um emprego em uma loja de roupas! Como ela sempre quis, estou feliz por ela. Apesar que ela trabalha porque quer, pois nossos pais mandam dinheiro o suficiente pro aluguel, muitas roupas novas, materiais, muitos alimentos e ainda sobra, e a gente compra mais roupa. As aulas começam semana que vem, e enquanto isso nós só vamos dar umas voltas por ai e conhecer melhor nosso novo lar: Londres. Quase me esqueci de falar... Quando fomos conhecer a universidade e confirmar a vaga, conhecemos John. Um garoto fofo e muito educado que nos apresentou tudo por lá, e nos contou que ele tem uma banda de garagem, acho que se chama The Maine. É, deve ser isso. Ele é fofo e nos convidou pra uma festa que parece ser uma das melhores do ano aqui em Londres, ele disse que vai até aparecer famosos lá, e a banda dele vai tocar. É, como eu e somos excluídas da sociedade e essa é a melhor festa que já fomos convidadas, é CLARO que vamos aceitar, né?! Vai ser um dia antes do começo das aulas, mas fuck, vamos ficar sóbrias. Ou não. Voltando a falar do John, os pais dele são como os meus, normais. E ele optou pela música, e parece ser muito bom nisso. Cabelos castanhos claro, da minha altura, lindo, olhos claros, aquele corpinho que qualquer garota pede pra ter em sua cama, e uma voz muito sedutora. Dei meu número pra ele. Cara, sou muito precipitada, mal conheci o John e já estou imaginando ele na minha cama. Foda-se, não sou nenhum tipo de santa, e não preciso provar nada a ninguém. Mas não vou dar pro John tão cedo, muito menos pra qualquer um tão cedo. Apesar dos meus desejos sexuais, eu me dou o respeito. Pelo menos preciso de um primeiro encontro antes da parte boa das relações, pense o que quiser, não é qualquer uma que pega os homens que eu pego. Olha meu ego lá em cima. Ri comigo mesma e, como sempre, eu estava perdida em pensamentos e só “acordei” quando ouvi a voz de . Era meu celular tocando. Quase atendi, mas percebi que era o despertador. Nem sei por que estava pra despertar, frescura. Falando em frescura, cadê a ?
- SOOOOPH? – gritei, tentando achar a amiga perdida.
- TO NOOO BANHO! – ela gritou de volta. Ok, ela tá viva.
Vou mexer na internet, saudade disso. Vamos ver. Twitter, MSN e MySpace. Típico. Ai, odeio essa janelinha do MSN Hoje, me dá uns nervos e... Espera aí, a foto do tá aqui... vou clicar, né, é meu . Hum, bla bla bla, integrante da banda McFLY, declara ser um homem livre de volta as ruas de Londres.
- O QUE? TOM FLETCHER TÁ SOLTEIRO? AAAAAAAAAAAAAAAAAH, NÃO, É BRINCADEIRA. NÃO ACREDITO. – Gritei como uma louca, com certeza. já tinha saído do banho e me olhou incrédula.
- Solteiro? – ela riu – Em Londres? – ela pensou um pouco e continuou. – Se ele tá solteiro, um ponto pra você e se ele tá em Londres um ponto pra nós duas. Com certeza o resto da banda também veio, e MEU está na mesma cidade que eu, GANHEI O DIA! – É, somos sonhadoras que já realizaram um sonho, quem sabe mais um deles se realiza.
’s POV
Abri os olhos, me virei na cama, olhei no relógio. Duas horas da tarde? Dormi mesmo. Ah, tanto faz, não tenho nada pra fazer mesmo. Também não tô a fim de jogar Guitar Hero com os guys. Acho que vou dar uma relaxada, aliás, tenho que descansar pra festa de hoje à noite. Não é grande coisa, mas pelo menos vai tocar bandas novas – adoro bandas novas, e principalmente valorizar o talento deles – não vão ter tantas garotas patricinhas como naquelas festas de elite que dão sono, e também não vai ter só vadias, porque a festa é só pra pessoas convidadas. Os outros guys também vão, e pelo menos não vai dar tanto paparazzi naquele lado da cidade. Apesar que não tenho que me preocupar com eles, McFLY está no começo da carreira, e sei lá, essas meninas só ligam pra banda Busted ultimamente. Por sinal é uma festa bem bacana, mas só vou saber de verdade quando estiver lá dentro, né? Agora, preciso de um banho. Despertei de verdade, me levantei, fui pro banheiro e peguei minha toalha – que estava pendurada – joguei no box do banheiro, e lá fui eu pra um banho gelado que me enche de disposição. Depois do banho, me enrolei na toalha, peguei qualquer roupa no closet e joguei na cama. Boxer preta, jeans escuro e camiseta branca gola V, nada de espetacular. Iria ficar em casa mesmo. Peguei o celular no criado mudo e liguei pro :
- Cara, que horas vocês vão pra festa?
- Hum, acho que as 21hrs. Vai com a gente?
- Não, vou com meu carro mesmo.
- Ah. Entediado ou sou só eu que não tenho nada pra fazer?
- É, somos dois, .
- Vou dormir de novo, tchau.
- Tchau, Barbie.
- Qual é? Você é o Ken e vem me apelidando de Barbie? Eles nem tem órgãos de reprodução, cara, que graça tem esses brinquedos? Um dia vou inventar bonecas e verdade pra essas crianças terem uma infância que preste.
- Com certeza, papai Noel, eu te ajudo com o trenó. Sempre quis ser uma rena.
- Vai se fuder , boa noite.
- Boa tarde pra você também. – Desliguei rindo, esse é idiota mesmo, hein?
Capítulo 4 – A night to remember
’s POV
- , cadê minha argola de ouro branco? – Perguntei, passando meu perfume. Aquele cheiro era minha marca desde os 14, e não vou mudar tão cedo.
- Aqui – ela esticou o braço e me entregou meus brincos. estava tão linda, com os cabelos soltos, com um vestido claro e um cinto cinza de por embaixo do peito, muito lindo. E ela usava um sapato de salto branco com salto transparente, com umas fitas que subia pelos tornozelos e sua máscara cinza que cobria apenas os olhos. Já eu, estava com um vestido tomara que caia preto, com um tipo de fita bem grossa e vermelha em baixo do peito. Ele não era grande, era alguns palmos acima do joelho. Eu usava um sapato gladiador preto de salto alto, não tão escandaloso, nem tão simples. E por fim minha máscara vermelha que também cobria apenas os olhos. Preto e vermelho, minhas cores preferidas, e usando elas tenho certeza que vou arrasar nessa festa. Eu e vamos. Acabei de colocar meus brincos e nós descemos pra pegar o táxi que havia chamado. Entramos no táxi, e disse pro homem onde era pra nos levar. Agora é só ter paciência e deixar de ser curiosa, essa festa vai bombar.
’s POV
Eu estava com um terno preto normal e aberto, mostrando a camiseta branca de gola V que eu usava por baixo. Um all star branco, daqueles sem cadarço. Arrepiei meu cabelo como sempre e peguei uma máscara preta que tampa apenas os olhos. Desci pro estacionamento, entrei no meu carro, liguei o rádio e comecei a dirigir em direção à festa. O caminho até lá foi tranqüilo, tive sorte de pegar todos os semáforos no verde. Dei a chave do meu carro pra um cara que estava estacionando e logo depois, colocando a máscara e indo pra entrada. Chegando lá, um cara alto falou:
- Seu nome?
- .
Ele abriu um tipo de corrente vermelha que fica na estrada das festas e eu entrei. Olhei em volta, música alta, tinha bastante gente e umas garotas bem gostosas, mas a maioria estava acompanhada, merda. Senti meu celular vibrar e vi que era um sms do . Já chegou? Estamos atrás do palco, John tá te chamando. . Respondi:
Cheguei. Já to indo pra ai. .
Guardei o celular no bolso e olhei pro palco. Vi uma sala e já imaginei onde eles estavam, fui andando até lá, tentando não esbarrar em ninguém. Cheguei lá, cumprimentei os caras e eles continuaram o assunto que atrapalhei quando entrei e John me chamou com o olhar pra sair da sala. Voltei pra fora, tudo parecia como antes, acordei dos pensamentos quando John me disse:
- Hey , que tal pegar umas bebidas? Eu fico te devendo essa – ele disse e eu resmunguei, indo em direção do bar.
’s POV
Ual, como aquele lugar era lindo. Cheio de luzes, pessoas dançando, música e pelo visto muitos gatinhos acompanhados, pro meu azar. me cutucou e olhou em direção de um cara, que imaginei que fosse John. estava meio íntima dele, ele até disse a ela com que roupa estaria. Ele se aproximou sorrindo e disse:
- Hey meninas, vocês estão lindas. Aproveitem a festa, e qualquer coisa me procurem. – Ele piscou e disse sorrindo:
- Pode deixar. E obrigado pelos convites.
- Não foi nada. Já vou indo garotas, boa sorte com os caras.
Eu ri um pouco e vi ele sair de perto, indo falar com um cara mascarado, assim como todos.
’s POV
- Gostando da festa, ? – Disse John se aproximando.
- Sim. Mas pena que todas as garotas estão acompanhadas. – Cruzei os braços.
- Não por isso, meu caro. Convidei duas amigas minhas da universidade, elas acabaram de chegar, e sem acompanhantes. Acompanhe-me. – Ele saiu andando na direção que ele havia acabado de voltar, e eu o segui, garotas são sempre uma boa coisa – se não forem patricinhas, frescas ou vadias. – mas se são amigas do John, devem ser boas garotas. Então chegamos um pouco perto delas e John sussurrou:
- Boa sorte. – voltando mais uma vez pra sala atrás do palco.
Olhei pras garotas e vi que uma delas disse algo alto o suficiente pra eu ouvir:
- Ah, eu amo essa música! – colocando uma das mãos na boca.
Eu cheguei devagar, e sussurrei, já atrás dela.
- Então você não negaria se eu te chamasse pra dançar? – Eu sorri, galanteador e ela sorriu, olhando pra amiga de branco e depois pra mim.
- Tudo bem, vou aceitar só porque com essa música é impossível não dançar.
Concordei com a cabeça e segurei sua mão, a levando pra pista de dança. Ela estava de máscara, mas era gostosa e estava usando minhas cores favoritas, preto e vermelho. Sem contar que o cheiro dela é muito bom. Eu segurei em sua cintura e ela colocou as mãos nos meus ombros, começando a se soltar e dançar conforme o ritmo da música. Ela ficou de costas pra mim, dançando um pouco mais rápido que antes e eu sussurrei em seu ouvido:
- Qual é seu nome, linda?
Ela riu um pouco e virou de frente pra mim, sussurrando:
- A gente vai conversar ou dançar? – Ela mordeu o lábio e sorriu com um pouco de malícia. Ela ta tentando ficar no controle, amo garotas assim. Ela continuou falando:
- Porque se for pra conversar, é melhor a gente se sentar em algum lugar. Com essa música é impossível ouvir até meu próprio pensamento. – Eu ri e a segurei pela mão de novo, indo em direção aos sofás que ficam num lugar sem iluminação da boate. Eu me sentei, e ela fez o mesmo. Então eu pude perguntar, sem tanto barulho:
- Agora acho que pode me dizer seu nome, né? – Sorri e ela concordou com a cabeça, rindo um pouco.
- , prazer. Mas pode me chamar de . – Ela estendeu a mão e eu a segurei dando um aperto de mão e rindo bobamente. – E você?
- , mas pode me chamar de – ela sorriu.
- Eu adoro esse nome. Hum, você conhece o John? A banda dele vai tocar aqui hoje.
- Conheço sim, ele é primo do meu melhor amigo e integrante da minha banda.
- Ah, você tem uma banda? Que legal. Como se chama?
- Ela não é tão famosa, mas você já deve ter ouvido falar. Chama-se McFLY.
Capítulo 5 – Don’t stop believin’
’s POV
O QUE? EU OUVI DIREITO? MCFLY? Calma , deve ser um carinha mascarado qualquer fingindo ser do McFLY pra te impressionar. Mas o John disse que viriam alguns famosos e... Será que é o mesmo? Calma , muita calma nessa hora. Fui tirada do meu choque momentâneo quando ele disse:
- Conhece?
- Hum? Ah, acho que não.
- Ah, que pena. – ele falou com num tom de voz baixo, mas voltou a falar como antes - Tenho uma proposta. Que tal irmos lá à sala atrás do palco pra você conhecer a banda? Você vai gostar deles. – Calma, ele está de brincadeira, né? Mas, eu sou mais esperta.
- Só com uma condição. – Eu sorri maliciosa e ele franziu a testa.
- Qual? – Ele ficou me olhando, esperando uma resposta.
- Você vai ter que tirar a máscara. – Sorri e ele suspirou.
- Ok, mas só se você tirar a sua depois. – Concordei com a cabeça e ele levou a mão até o rosto, tirando a máscara. É agora ou nunca, será mesmo que esse é ? E se for, o que eu faço?!
Ele tirou a máscara por inteira e eu fiquei em estado de choque. Meu Deus, só pode ser uma pegadinha, ou uma brincadeira da , calma , respira. Ele me olhou, levou a mão até o meu rosto e tirou minha máscara lentamente, olhando pro meu rosto e me fazendo corar.
Não é possível, aqui na minha frente, e ainda me chamou pra conhecer a banda. , muita calma nessa hora, você vai ter que fingir muito bem, pra tudo dar certo. Você não conhece e nem a banda.
- Então, posso te levar pra conhecer a banda agora? – Ele sorriu, galanteador e eu despertei do transe, me acalmando.
- Tu-tudo bem... Mas, eu posso chamar minha amiga antes? Ai nós nos encontramos lá.
- Tudo bem então, eu te espero lá. Por favor, não demore. – Ele acariciou meu rosto e depositou um beijo no mesmo e saindo, me deixando mais corada ainda. Obrigado por ser escura e não mostrar minha reação, boate.
Eu olhei em volta, procurando e logo a achei. Sentada e entediada, tadinha. Mas, ela não sabe o que nos espera, na verdade, nem eu sei. Me levantei, indo o mais rápido possível até , esbarrando em meio mundo.
- , – Ela me olhou assustada. - Você não vai acreditar.
- Que foi? O bofe já te deixou? – Eu ri um pouco e neguei com a cabeça, respirando fundo.
- Não amiga. A gente dançou um pouco e depois nos sentamos pra conversar. Mas tipo, quando ele disse o nome dele eu fiquei meio assustada, mas achei normal. Mas quando eu perguntei se ele era amigo do John e ele disse que sim, e também tinha uma banda, e essa banda se chamava McFLY... Eu fiquei histérica.
- McFLY? – Ela gritou.
- Cala boca , ninguém pode ouvir. Eu fingi e disse pro que não conhecia a banda. E ADIVINHA, ele me chamou pra conhecê-los na sala atrás do palco!
estava incrédula, ela ao menos piscava. E ela sabia que eu não estava brincando, eu sempre rio quando minto.
- A-amiga, e-eu... – ela gaguejou.
- E como eu sou uma boa amiga, pedi um tempo pra ele e disse que ia te chamar, e nós vamos nos encontrar lá.
- EU TE AMO, – ela me abraçou e respirou fundo, e eu comecei a rir.
- Vão pensar que somos lésbicas, sua louca! – rimos juntas e eu continuei – Vamos?
Ela concordou com a cabeça e pegou na minha mão, andando em direção à sala atrás do palco. E eu me perguntando mentalmente se estava sonhando.
Dei uma última olhada em volta, suspirei e bati na porta, trêmula. A porta se abriu e mostrou um John muito sorridente.
- Oi de novo, pequena – John disse, puxando minha mão e me dando um abraço rápido, me soltando e indo abraçar a .
Olhei para as pessoas daquela sala e quase tive um treco quando eu vi , , e me olhando. Eu sorri sem jeito e se aproximou, colocando seu braço em meu ombro e dizendo:
- Bom gente, essa é a garota mais linda da festa – eu ri muito sem graça, sentindo todos os olhares sobre mim. – , esses são os guys da minha banda e o John, você já conhece.
- Realmente, ela é muito linda. – Um garoto lindo me encarou com seus olhos hipnotizantes e esticou sua mão – Prazer, .
Eu segurei a mão dele, percebendo que sua mão estava suada. OMG, que lindo. Se eu não fosse apaixonada pelo , ele seria minha próxima vítima. Ri com meus pensamentos, e fui interrompida pela mesma voz.
- Hum, desculpa, minha mão tá suada – ele riu sem graça e secou suas mãos na calça jeans.
- Tudo bem, hum, – eu pisquei pra ele e ri um pouco, o vendo corar. Que fofo. Ele se virou e foi cumprimentar .
Ouvi um pigarro e olhei pro homem da . Chegou a vez de eu fingir que eu não o conheço, e ele se apresentar.
- Sou , e você é muito linda. – eu senti minhas bochechas esquentarem e o olhar de uma com ciúme encima de mim. Ele me puxou dos braços de e me deu um beijo no rosto.
- Prazer. E com certeza você é muito mais lindo que eu – a sala se encheu de risos e ele piscou pra mim, indo cumprimentar . É, chegou a hora de ela morrer.
sorriu, pegou a mão dela e depositou um beijo lá. Eu queria rir alto aquela hora. foi de branco pra vermelho, de vermelho pra roxo e de roxo pra arco-íris. Ri com meus pensamentos e me puxou pra um abraço, fazendo arquear as sobrancelhas e eu segurar uma risada.
- , prazer. - Ele sussurrou no meu ouvido, me fazendo arrepiar da cabeça até o dedinho do pé. Eu suspirei baixo e sorri sem graça.
- , mas pode me chamar de . – ele beijou meu rosto e senti um braço me puxar de repente, me assustando e fazendo começar a rir.
- Desculpa por te assustar, honey. – Ele acariciou meu rosto, ficando de frente pra mim.
- Tudo bem, – eu estava corando loucamente, seu chato, pare de me fazer corar. Ouvi mais um pigarro na sala e olhei em direção ao John, que começou a falar.
- Vou pro palco, dudes. Por que não vão pro apartamento do enquanto a gente não acaba por aqui?
- Ele convida as pessoas pra irem ao MEU apartamento, legal – começou a rir, junto com os outros que estavam na sala. – Pode ser. Então, vamos?
- Ah , espera aí. Primeiro eu tenho que passar em casa e pegar umas coisas, depois eu vou, pode ser? – assentiu e voltou a falar – , você vem comigo? – O QUE? ELE QUERIA QUE EU FOSSE? AI TOM, CLARO QUE EU VOU, SE QUISER EU MORO CONTIGO, SEM PROBLEMA, GATO. Fui interrompida dos meus pensamentos quando ouvi uma porção de “hmmmmmmmmmm’s” vindo de cada um e comecei a rir, mas interrompeu, dizendo: - Mas e eu? – fuzilei com os olhos e ela sussurrou um desculpa e eu a mandei um dedo do meio. Fiz isso sem pensar, e todos começaram a rir. Eu estava vermelha, tinha certeza. Ah, é hoje, vou corar até a morte.
- Pelo o que eu vejo, e querem ficar sozinhos. Então , você vem no meu carro pro meu apartamento e nós esperamos eles chegarem lá, que tal? – piscou pra e sorriu como uma criança, assentindo com a cabeça.
- Então, nós já vamos e nos encontramos mais ou menos daqui uma hora no seu apê, . – acenou pra todos e eu fiz o mesmo.
- Tchau gente, até lá. – Sorri pro , John, , e que corou. É, ele estava quase como eu no assunto vergonha. Então segurou minha mão e eu o segui, indo em direção ao seu carro.
Muitos pensamentos começaram a me invadir naquele momento. Ter conhecido a minha banda favorita sem ao menos poder dizer que já a conhecia e , ele queria mesmo ficar sozinho comigo? Será que ele deve estar me achando puta de ir pro apartamento dele e ficarmos sozinhos lá? Será que eu era só mais uma? Respirei fundo e lembrei-me do que sempre me falava em momentos como esse. “Aproveite até a última oportunidade, assim, não haverá arrependimentos.”
N/A's:
Soph: Hey povo lindo :B. Tudo bom? Bem, estamos aqui com nossa segunda fic juntas e restrita, haha. Espero que vocês gostem porque isso foi meio que baseado em nosso sonho de ir pra Londres! E depois conhecer o McFLY! UAHSUAHS, bom, espero que gostem e comentem muuuito pra nos deixarem felizes! Beijos, xx.
Bruh: GENTE, EU SIMPLESMENTE AMEI ESSA FANFIC, SÉRIO KK tb, é minha Q tipo, eu me identifico muito muito com ela, e vocês fãs dos guys, também vão, podescre. qualquer coisa @bruhfletcher xx
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, prazer. Moro em Bolton desde que nasci e nunca conheci outro lugar que não seja aqui. Minha família não é como aquelas poderosas que tem seus próprios negócios e nem aquelas que passam fome ou coisa do tipo, somos uma família de nível médio. Sou uma boa filha e em troca ganho tudo o que quero, na medida do possível. Meu sonho? Universidade Birkbeck, de Londres, ou BBK se preferir. Tenho 18 anos e sempre fui muito apegada a moda, ainda mais quando conheci , minha melhor amiga. Foi por causa do pai dela que conseguimos a bolsa na tão sonhada BBK, sem contar que sem ela eu estaria usando uma toalha de mesa como vestido no momento, acredite. Se bem que aquela toalha de mesa xadrez daria um bom vestido com meus ajustes.
Eu e sempre estamos juntas, temos alguns amigos, mas somos as garotas mais desejadas da cidade. Não querendo me achar, é o que dizem. Talvez seja porque as outras caipiras não tenham um bom gosto como a gente, ou porque somos as únicas garotas que se dão o valor por aqui.
Esqueci de falar uma coisa muito importante sobre nós, uma das mais importantes: somos fãs da banda McFLY. Tá certo que eles não são tão famosos e estão no começo da carreira, mas é o que a gente gosta. É, mas minhas esperanças de casar com o diminuíram quando ele começou a namorar com a vaca, odeio ela. Eu sempre me perco em pensamentos, mas a tá sempre lá pra "ajudar" nessa parte, assim como agora.
Ouvi um barulho de saltos subindo as escadas e o grito adorável da minha amiga berrante: - Amigaaaaaaaaaaaaaa, anda, vamos comprar as passagens, corre. - Ela entrou correndo no meu quarto, pegou minha mão e começou a me puxar. Sério, essa menina me ama. Revirei os olhos e tentei acalmar aquela louca:
- Ei, , calma. Não sei pra que tanta pressa, a gente só vai viajar dia nove, e ainda é... - Dei um toque na tela do meu celular pra ver que dia era e, o que? - Dia oito? AMIGA, É DIA OITO! Corre, vamos. Não acredito que deixamos isso pra última hora, e você nem pra avisar antes!
- Anda logo, se ficar dando sermão vamos chegar lá na verdadeira última hora. Peguei minha bolsa e saí de casa correndo com uma desesperada e com a roupa que eu estava na hora nem pensei em trocar. Casacos xadrez, short jeans, regata e all star. Pelo menos eu estava apresentável.
Desliguei o celular, ouvindo os gritos da :
- COMO ASSIM ACABOU? - gritou pra um homenzinho muito simpático que vendia os passaportes, fiquei com pena dele.
- Calma, senhorita, me desculpe. Eu realmente gostaria de te dizer que temos os passaportes, mas infelizmente todos foram vendidos. - Disse ele, tentando acalmá-la.
- Só um minuto... - eu disse, puxando pra avisar o que minha mãe havia acabado de dizer no telefone.
- Que foi? Não tá vendo que eu estou tentando resolver iss.. - ela não pode terminar de falar, eu a interrompi.
- , minha mãe acabou de ligar e disse que sua mãe já deixou suas malas em casa. E ela já deixou as minhas lá na sala também. - É essa hora que temos de agradecer por nossa ansiedade, e por ter feito as malas no dia que soubemos que ganhamos a bolsa. É difícil ficar pegando as roupas da mala pra usar, mas tanto faz pra nós, vamos pra BBK agora.
- Ai, que bom, um problema a menos. Mas agora deixa eu resolver. - Disse ela, se afastando e voltando a falar com o pobre homem. - Moço, pelo amor de Deus, a gente precisa desses passaportes, sem esse trem nós não iremos realizar nossos sonhos de ir pra BBK em Londres e seremos pra sempre solteiras, sem emprego e cheias de gatos rabugentos pela casa. - É, ela exagerou. - Por favor? - Disse ela fazendo aquele bico fofo que sempre usava pra me convencer de algo.
- Vão pra BBK? Minha filha também vai pra lá, senhoritas. Sabe, hoje eu comprei pra mim e minha esposa passaportes do ultimo trem para Londres, pra podermos fechar negócio com o dono do apartamento que minha filha vai ficar. Mas isso, acho que podemos fazer outro dia. Vocês precisam dos passaportes mais do que nós. - disse ele, tirando a mão do bolso e nos entregando dois passaportes - O único problema é que terão de ir pela madrugada, mas são os únicos que restaram.
- O QUE? SENHOR, EU NEM TENHO PALAVRAS, MUITO OBRIGADA, EU NÃO ACREDITO. - Gritou desesperada, pegando os passaportes e quase chorando. - Me desculpe do jeito que eu te tratei, eu sou uma idiota. O senhor com certeza vai pro céu!
- Não foi nada, mas se apressem. Daqui algumas horas seu trem vai estar aqui, eu aconselho vocês a irem pra casa e pegar logo as malas e o que vai ser necessário.
- Pode deixar, com certeza vamos fazer isso. - Disse agradecida. Aliás, eu estava muito agradecida, aquele homem salvou nossa vida. - E obrigada, novamente. - Sorri, simpática. Ele disse alguma coisa que fingi entender e olhou incrédula pra mim:
- , não acredito. - Me abraçou com força, e retribuí, quase soltando aquelas lágrimas de emoção. Era nosso sonho, e estava prestes a se realizar.
- Nem eu, . - sussurrei. Tomara que tudo dê certo daqui pra frente, Londres nos espera!
Capítulo 2 - And If I leave, here comes the storm
's POV - Em NY
Quer saber, eu cansei! Cansei dessas garotas mimadas e infantis que eu pego. Essas só servem pra uma noite, porque pra aguentar diariamente uma dessas, tem que ter um saco do tamanho do mundo, ou maior. E ainda que a banda nem é tão conhecida, imagina se fossemos famosos mundialmente, iria estar cheio dessas garotas no meu pé.
Sério, sempre fui um cara tranquilo, mas aquela estava me dando uns nervos. Puta que pariu, que menina insuportável. , o que você viu nela? Alguém deve ter aplicado algo em minhas veias enquanto eu dormia durante cada dia desse mês que namorei com ela, e a quantidade deve ter sido maior da primeira vez, pra ter feito eu pedir ela em namoro. E o pior não é isso, eu ficava estressado com os caras sem motivo, eu errava a nota toda a vez que meus dedos encostavam-se às cordas e até neguei uma foto com uma fã, não sei como isso aconteceu comigo, ficar com essa garota atrapalhou muita coisa na minha vida, sorte que essa história da fã não foi pra mídia.
Flashback ON
- Meu docinho, vem aqui,vem - disse me puxando, dai-me paciência, Senhor. - Vem aqui, amorzinho lindo.
- Hã? Que foi? - falei, acordando dos meus típicos sonhos acordado.
- AI AMOR, ME DÁ ATENÇÃO, QUE COISA! - disse aquela voz irritante, ou melhor, gritou.
- Não precisa gritar, caralho. - disse, já perdendo minha paciência.
- NÃO VOU PARAR DE GRITAR! VOCÊ DEVE ESTAR ASSIM TÃO DESLIGADO POR CAUSA DESSA SUA BANDINHA IDIOTA DE GARAGEM, NEM SÃO CONHECIDOS. - o que? Ah não, ela não disse isso.
- Olha aqui, garota, - disse eu, aumentando o tom da minha voz e apontando pra ela - eu já cansei desse seu jeito ridículo, e não vem falar mal da minha banda, porque McFLY é minha vida. Pode não ser tão famosa e essas coisas mas se você falar mais alguma coisa que seja sobre a banda, eu termino com você, porque isso tudo tá por um fio. Na realidade, nem sei porque continuo com você, garota fútil. - Pronto, falei tudo que eu estava guardando. Tomara que ela se toque e saia do meu pé logo.
- O QUE? VOCÊ ESTÁ MENCIONANDO QUE AQUELA BANDINHA É MELHOR QUE EU? - gritou ela, se levantando - AGORA VOCÊ VAI TER QUE ESCOLHER ESSA BANDA IDIOTA, OU EU!
- O que? - comecei a rir ironicamente. Aquilo me deu vontade de rir, de verdade. Eu nunca trocaria minha banda por garota nenhuma, muito menos por essa garota fútil. Se alguém quiser Tom Fletcher como namorado, terá que amá-lo do jeito que ele é! É assim que sempre vai ser e não vou mudar por ninguém. - Tchau. - acenei - Ah, deixa a chave reserva na mesa, e, por favor, esquece que eu existo.
- Tom, voc... - ela não pode continuar, eu a interrompi. - Aham, prefiro a banda do que você. Já demorou muito pra ir, isso está me deixando entediado. - sorri com toda a ironia possível e ouvi ela bufar, colocando minha chave na mesa e batendo a porta com força, indo embora. Amém, alguém lá de cima ouviu minhas preces.
Enfim, peguei o telefone e liguei pro meu melhor amigo, que deveria estar pegando qualquer vadia no momento, ou não.
- Tom? - ele disse do outro lado da linha.
- Me livrei da Barbie, . - disse eu, vitorioso.
- ALELUIA - ele gritou, e eu comecei a rir. - Me deixa adivinhar: ela terminou com você porque você não quis pagar as compras dela no shopping.
- Não, mas isso aconteceria se não terminássemos agora. Na verdade, ela me disse pra escolher entre ela e a banda, e...
- O QUE? - ele me interrompeu.
- Aham, exatamente. Aí eu ri e mandei ela embora. E a Barbie se foi...
- E deixou o Ken sozinho - me interrompeu de novo, otário.
- Vai se fuder, - disse rindo.
- Quer saber, ? A gente deveria pegar umas férias... Acabamos de divulgar a banda agora, estamos livres, cara. E eu estou com saudade da antiga McHouse - ele disse essa última frase com uma voz chorosa, que me fez rir.
- Também estou. Quer saber, você tem razão! Liga pros outros guys, - que devem estar dormindo agora, ou jogando vídeo game - diz que vou comprar as passagens por telefone, e vamos pra Londres, amanhã de manhã.
- Aham, não vejo a hora cara. Vou ligar pra eles e arrumar minhas malas.
- Ok, até amanhã - desliguei.
Flashback OFF
Ok, agora só falta esperar os caras, e me acalmar um pouco sobre essa história de garotas mimadas, e manter distância também. Londres, está a caminho, me aguarde!
Capítulo 3 – Big City Dreams
’s POV
Meu Deus, como Londres é perfeita! Quase tive um colapso, ou desmaio. Qualquer coisa, mas não tem como não ter uma simples reação quando se conhece um lugar como esse! Eu e estamos aqui há apenas dois dias e já visitamos muitos pontos turísticos, fomos pra universidade confirmar nossa vaga, bebemos muitos, muitos copos de Starbucks e adivinha: conseguiu um emprego em uma loja de roupas! Como ela sempre quis, estou feliz por ela. Apesar que ela trabalha porque quer, pois nossos pais mandam dinheiro o suficiente pro aluguel, muitas roupas novas, materiais, muitos alimentos e ainda sobra, e a gente compra mais roupa. As aulas começam semana que vem, e enquanto isso nós só vamos dar umas voltas por ai e conhecer melhor nosso novo lar: Londres. Quase me esqueci de falar... Quando fomos conhecer a universidade e confirmar a vaga, conhecemos John. Um garoto fofo e muito educado que nos apresentou tudo por lá, e nos contou que ele tem uma banda de garagem, acho que se chama The Maine. É, deve ser isso. Ele é fofo e nos convidou pra uma festa que parece ser uma das melhores do ano aqui em Londres, ele disse que vai até aparecer famosos lá, e a banda dele vai tocar. É, como eu e somos excluídas da sociedade e essa é a melhor festa que já fomos convidadas, é CLARO que vamos aceitar, né?! Vai ser um dia antes do começo das aulas, mas fuck, vamos ficar sóbrias. Ou não. Voltando a falar do John, os pais dele são como os meus, normais. E ele optou pela música, e parece ser muito bom nisso. Cabelos castanhos claro, da minha altura, lindo, olhos claros, aquele corpinho que qualquer garota pede pra ter em sua cama, e uma voz muito sedutora. Dei meu número pra ele. Cara, sou muito precipitada, mal conheci o John e já estou imaginando ele na minha cama. Foda-se, não sou nenhum tipo de santa, e não preciso provar nada a ninguém. Mas não vou dar pro John tão cedo, muito menos pra qualquer um tão cedo. Apesar dos meus desejos sexuais, eu me dou o respeito. Pelo menos preciso de um primeiro encontro antes da parte boa das relações, pense o que quiser, não é qualquer uma que pega os homens que eu pego. Olha meu ego lá em cima. Ri comigo mesma e, como sempre, eu estava perdida em pensamentos e só “acordei” quando ouvi a voz de . Era meu celular tocando. Quase atendi, mas percebi que era o despertador. Nem sei por que estava pra despertar, frescura. Falando em frescura, cadê a ?
- SOOOOPH? – gritei, tentando achar a amiga perdida.
- TO NOOO BANHO! – ela gritou de volta. Ok, ela tá viva.
Vou mexer na internet, saudade disso. Vamos ver. Twitter, MSN e MySpace. Típico. Ai, odeio essa janelinha do MSN Hoje, me dá uns nervos e... Espera aí, a foto do tá aqui... vou clicar, né, é meu . Hum, bla bla bla, integrante da banda McFLY, declara ser um homem livre de volta as ruas de Londres.
- O QUE? TOM FLETCHER TÁ SOLTEIRO? AAAAAAAAAAAAAAAAAH, NÃO, É BRINCADEIRA. NÃO ACREDITO. – Gritei como uma louca, com certeza. já tinha saído do banho e me olhou incrédula.
- Solteiro? – ela riu – Em Londres? – ela pensou um pouco e continuou. – Se ele tá solteiro, um ponto pra você e se ele tá em Londres um ponto pra nós duas. Com certeza o resto da banda também veio, e MEU está na mesma cidade que eu, GANHEI O DIA! – É, somos sonhadoras que já realizaram um sonho, quem sabe mais um deles se realiza.
’s POV
Abri os olhos, me virei na cama, olhei no relógio. Duas horas da tarde? Dormi mesmo. Ah, tanto faz, não tenho nada pra fazer mesmo. Também não tô a fim de jogar Guitar Hero com os guys. Acho que vou dar uma relaxada, aliás, tenho que descansar pra festa de hoje à noite. Não é grande coisa, mas pelo menos vai tocar bandas novas – adoro bandas novas, e principalmente valorizar o talento deles – não vão ter tantas garotas patricinhas como naquelas festas de elite que dão sono, e também não vai ter só vadias, porque a festa é só pra pessoas convidadas. Os outros guys também vão, e pelo menos não vai dar tanto paparazzi naquele lado da cidade. Apesar que não tenho que me preocupar com eles, McFLY está no começo da carreira, e sei lá, essas meninas só ligam pra banda Busted ultimamente. Por sinal é uma festa bem bacana, mas só vou saber de verdade quando estiver lá dentro, né? Agora, preciso de um banho. Despertei de verdade, me levantei, fui pro banheiro e peguei minha toalha – que estava pendurada – joguei no box do banheiro, e lá fui eu pra um banho gelado que me enche de disposição. Depois do banho, me enrolei na toalha, peguei qualquer roupa no closet e joguei na cama. Boxer preta, jeans escuro e camiseta branca gola V, nada de espetacular. Iria ficar em casa mesmo. Peguei o celular no criado mudo e liguei pro :
- Cara, que horas vocês vão pra festa?
- Hum, acho que as 21hrs. Vai com a gente?
- Não, vou com meu carro mesmo.
- Ah. Entediado ou sou só eu que não tenho nada pra fazer?
- É, somos dois, .
- Vou dormir de novo, tchau.
- Tchau, Barbie.
- Qual é? Você é o Ken e vem me apelidando de Barbie? Eles nem tem órgãos de reprodução, cara, que graça tem esses brinquedos? Um dia vou inventar bonecas e verdade pra essas crianças terem uma infância que preste.
- Com certeza, papai Noel, eu te ajudo com o trenó. Sempre quis ser uma rena.
- Vai se fuder , boa noite.
- Boa tarde pra você também. – Desliguei rindo, esse é idiota mesmo, hein?
Capítulo 4 – A night to remember
’s POV
- , cadê minha argola de ouro branco? – Perguntei, passando meu perfume. Aquele cheiro era minha marca desde os 14, e não vou mudar tão cedo.
- Aqui – ela esticou o braço e me entregou meus brincos. estava tão linda, com os cabelos soltos, com um vestido claro e um cinto cinza de por embaixo do peito, muito lindo. E ela usava um sapato de salto branco com salto transparente, com umas fitas que subia pelos tornozelos e sua máscara cinza que cobria apenas os olhos. Já eu, estava com um vestido tomara que caia preto, com um tipo de fita bem grossa e vermelha em baixo do peito. Ele não era grande, era alguns palmos acima do joelho. Eu usava um sapato gladiador preto de salto alto, não tão escandaloso, nem tão simples. E por fim minha máscara vermelha que também cobria apenas os olhos. Preto e vermelho, minhas cores preferidas, e usando elas tenho certeza que vou arrasar nessa festa. Eu e vamos. Acabei de colocar meus brincos e nós descemos pra pegar o táxi que havia chamado. Entramos no táxi, e disse pro homem onde era pra nos levar. Agora é só ter paciência e deixar de ser curiosa, essa festa vai bombar.
’s POV
Eu estava com um terno preto normal e aberto, mostrando a camiseta branca de gola V que eu usava por baixo. Um all star branco, daqueles sem cadarço. Arrepiei meu cabelo como sempre e peguei uma máscara preta que tampa apenas os olhos. Desci pro estacionamento, entrei no meu carro, liguei o rádio e comecei a dirigir em direção à festa. O caminho até lá foi tranqüilo, tive sorte de pegar todos os semáforos no verde. Dei a chave do meu carro pra um cara que estava estacionando e logo depois, colocando a máscara e indo pra entrada. Chegando lá, um cara alto falou:
- Seu nome?
- .
Ele abriu um tipo de corrente vermelha que fica na estrada das festas e eu entrei. Olhei em volta, música alta, tinha bastante gente e umas garotas bem gostosas, mas a maioria estava acompanhada, merda. Senti meu celular vibrar e vi que era um sms do . Já chegou? Estamos atrás do palco, John tá te chamando. . Respondi:
Cheguei. Já to indo pra ai. .
Guardei o celular no bolso e olhei pro palco. Vi uma sala e já imaginei onde eles estavam, fui andando até lá, tentando não esbarrar em ninguém. Cheguei lá, cumprimentei os caras e eles continuaram o assunto que atrapalhei quando entrei e John me chamou com o olhar pra sair da sala. Voltei pra fora, tudo parecia como antes, acordei dos pensamentos quando John me disse:
- Hey , que tal pegar umas bebidas? Eu fico te devendo essa – ele disse e eu resmunguei, indo em direção do bar.
’s POV
Ual, como aquele lugar era lindo. Cheio de luzes, pessoas dançando, música e pelo visto muitos gatinhos acompanhados, pro meu azar. me cutucou e olhou em direção de um cara, que imaginei que fosse John. estava meio íntima dele, ele até disse a ela com que roupa estaria. Ele se aproximou sorrindo e disse:
- Hey meninas, vocês estão lindas. Aproveitem a festa, e qualquer coisa me procurem. – Ele piscou e disse sorrindo:
- Pode deixar. E obrigado pelos convites.
- Não foi nada. Já vou indo garotas, boa sorte com os caras.
Eu ri um pouco e vi ele sair de perto, indo falar com um cara mascarado, assim como todos.
’s POV
- Gostando da festa, ? – Disse John se aproximando.
- Sim. Mas pena que todas as garotas estão acompanhadas. – Cruzei os braços.
- Não por isso, meu caro. Convidei duas amigas minhas da universidade, elas acabaram de chegar, e sem acompanhantes. Acompanhe-me. – Ele saiu andando na direção que ele havia acabado de voltar, e eu o segui, garotas são sempre uma boa coisa – se não forem patricinhas, frescas ou vadias. – mas se são amigas do John, devem ser boas garotas. Então chegamos um pouco perto delas e John sussurrou:
- Boa sorte. – voltando mais uma vez pra sala atrás do palco.
Olhei pras garotas e vi que uma delas disse algo alto o suficiente pra eu ouvir:
- Ah, eu amo essa música! – colocando uma das mãos na boca.
Eu cheguei devagar, e sussurrei, já atrás dela.
- Então você não negaria se eu te chamasse pra dançar? – Eu sorri, galanteador e ela sorriu, olhando pra amiga de branco e depois pra mim.
- Tudo bem, vou aceitar só porque com essa música é impossível não dançar.
Concordei com a cabeça e segurei sua mão, a levando pra pista de dança. Ela estava de máscara, mas era gostosa e estava usando minhas cores favoritas, preto e vermelho. Sem contar que o cheiro dela é muito bom. Eu segurei em sua cintura e ela colocou as mãos nos meus ombros, começando a se soltar e dançar conforme o ritmo da música. Ela ficou de costas pra mim, dançando um pouco mais rápido que antes e eu sussurrei em seu ouvido:
- Qual é seu nome, linda?
Ela riu um pouco e virou de frente pra mim, sussurrando:
- A gente vai conversar ou dançar? – Ela mordeu o lábio e sorriu com um pouco de malícia. Ela ta tentando ficar no controle, amo garotas assim. Ela continuou falando:
- Porque se for pra conversar, é melhor a gente se sentar em algum lugar. Com essa música é impossível ouvir até meu próprio pensamento. – Eu ri e a segurei pela mão de novo, indo em direção aos sofás que ficam num lugar sem iluminação da boate. Eu me sentei, e ela fez o mesmo. Então eu pude perguntar, sem tanto barulho:
- Agora acho que pode me dizer seu nome, né? – Sorri e ela concordou com a cabeça, rindo um pouco.
- , prazer. Mas pode me chamar de . – Ela estendeu a mão e eu a segurei dando um aperto de mão e rindo bobamente. – E você?
- , mas pode me chamar de – ela sorriu.
- Eu adoro esse nome. Hum, você conhece o John? A banda dele vai tocar aqui hoje.
- Conheço sim, ele é primo do meu melhor amigo e integrante da minha banda.
- Ah, você tem uma banda? Que legal. Como se chama?
- Ela não é tão famosa, mas você já deve ter ouvido falar. Chama-se McFLY.
Capítulo 5 – Don’t stop believin’
’s POV
O QUE? EU OUVI DIREITO? MCFLY? Calma , deve ser um carinha mascarado qualquer fingindo ser do McFLY pra te impressionar. Mas o John disse que viriam alguns famosos e... Será que é o mesmo? Calma , muita calma nessa hora. Fui tirada do meu choque momentâneo quando ele disse:
- Conhece?
- Hum? Ah, acho que não.
- Ah, que pena. – ele falou com num tom de voz baixo, mas voltou a falar como antes - Tenho uma proposta. Que tal irmos lá à sala atrás do palco pra você conhecer a banda? Você vai gostar deles. – Calma, ele está de brincadeira, né? Mas, eu sou mais esperta.
- Só com uma condição. – Eu sorri maliciosa e ele franziu a testa.
- Qual? – Ele ficou me olhando, esperando uma resposta.
- Você vai ter que tirar a máscara. – Sorri e ele suspirou.
- Ok, mas só se você tirar a sua depois. – Concordei com a cabeça e ele levou a mão até o rosto, tirando a máscara. É agora ou nunca, será mesmo que esse é ? E se for, o que eu faço?!
Ele tirou a máscara por inteira e eu fiquei em estado de choque. Meu Deus, só pode ser uma pegadinha, ou uma brincadeira da , calma , respira. Ele me olhou, levou a mão até o meu rosto e tirou minha máscara lentamente, olhando pro meu rosto e me fazendo corar.
Não é possível, aqui na minha frente, e ainda me chamou pra conhecer a banda. , muita calma nessa hora, você vai ter que fingir muito bem, pra tudo dar certo. Você não conhece e nem a banda.
- Então, posso te levar pra conhecer a banda agora? – Ele sorriu, galanteador e eu despertei do transe, me acalmando.
- Tu-tudo bem... Mas, eu posso chamar minha amiga antes? Ai nós nos encontramos lá.
- Tudo bem então, eu te espero lá. Por favor, não demore. – Ele acariciou meu rosto e depositou um beijo no mesmo e saindo, me deixando mais corada ainda. Obrigado por ser escura e não mostrar minha reação, boate.
Eu olhei em volta, procurando e logo a achei. Sentada e entediada, tadinha. Mas, ela não sabe o que nos espera, na verdade, nem eu sei. Me levantei, indo o mais rápido possível até , esbarrando em meio mundo.
- , – Ela me olhou assustada. - Você não vai acreditar.
- Que foi? O bofe já te deixou? – Eu ri um pouco e neguei com a cabeça, respirando fundo.
- Não amiga. A gente dançou um pouco e depois nos sentamos pra conversar. Mas tipo, quando ele disse o nome dele eu fiquei meio assustada, mas achei normal. Mas quando eu perguntei se ele era amigo do John e ele disse que sim, e também tinha uma banda, e essa banda se chamava McFLY... Eu fiquei histérica.
- McFLY? – Ela gritou.
- Cala boca , ninguém pode ouvir. Eu fingi e disse pro que não conhecia a banda. E ADIVINHA, ele me chamou pra conhecê-los na sala atrás do palco!
estava incrédula, ela ao menos piscava. E ela sabia que eu não estava brincando, eu sempre rio quando minto.
- A-amiga, e-eu... – ela gaguejou.
- E como eu sou uma boa amiga, pedi um tempo pra ele e disse que ia te chamar, e nós vamos nos encontrar lá.
- EU TE AMO, – ela me abraçou e respirou fundo, e eu comecei a rir.
- Vão pensar que somos lésbicas, sua louca! – rimos juntas e eu continuei – Vamos?
Ela concordou com a cabeça e pegou na minha mão, andando em direção à sala atrás do palco. E eu me perguntando mentalmente se estava sonhando.
Dei uma última olhada em volta, suspirei e bati na porta, trêmula. A porta se abriu e mostrou um John muito sorridente.
- Oi de novo, pequena – John disse, puxando minha mão e me dando um abraço rápido, me soltando e indo abraçar a .
Olhei para as pessoas daquela sala e quase tive um treco quando eu vi , , e me olhando. Eu sorri sem jeito e se aproximou, colocando seu braço em meu ombro e dizendo:
- Bom gente, essa é a garota mais linda da festa – eu ri muito sem graça, sentindo todos os olhares sobre mim. – , esses são os guys da minha banda e o John, você já conhece.
- Realmente, ela é muito linda. – Um garoto lindo me encarou com seus olhos hipnotizantes e esticou sua mão – Prazer, .
Eu segurei a mão dele, percebendo que sua mão estava suada. OMG, que lindo. Se eu não fosse apaixonada pelo , ele seria minha próxima vítima. Ri com meus pensamentos, e fui interrompida pela mesma voz.
- Hum, desculpa, minha mão tá suada – ele riu sem graça e secou suas mãos na calça jeans.
- Tudo bem, hum, – eu pisquei pra ele e ri um pouco, o vendo corar. Que fofo. Ele se virou e foi cumprimentar .
Ouvi um pigarro e olhei pro homem da . Chegou a vez de eu fingir que eu não o conheço, e ele se apresentar.
- Sou , e você é muito linda. – eu senti minhas bochechas esquentarem e o olhar de uma com ciúme encima de mim. Ele me puxou dos braços de e me deu um beijo no rosto.
- Prazer. E com certeza você é muito mais lindo que eu – a sala se encheu de risos e ele piscou pra mim, indo cumprimentar . É, chegou a hora de ela morrer.
sorriu, pegou a mão dela e depositou um beijo lá. Eu queria rir alto aquela hora. foi de branco pra vermelho, de vermelho pra roxo e de roxo pra arco-íris. Ri com meus pensamentos e me puxou pra um abraço, fazendo arquear as sobrancelhas e eu segurar uma risada.
- , prazer. - Ele sussurrou no meu ouvido, me fazendo arrepiar da cabeça até o dedinho do pé. Eu suspirei baixo e sorri sem graça.
- , mas pode me chamar de . – ele beijou meu rosto e senti um braço me puxar de repente, me assustando e fazendo começar a rir.
- Desculpa por te assustar, honey. – Ele acariciou meu rosto, ficando de frente pra mim.
- Tudo bem, – eu estava corando loucamente, seu chato, pare de me fazer corar. Ouvi mais um pigarro na sala e olhei em direção ao John, que começou a falar.
- Vou pro palco, dudes. Por que não vão pro apartamento do enquanto a gente não acaba por aqui?
- Ele convida as pessoas pra irem ao MEU apartamento, legal – começou a rir, junto com os outros que estavam na sala. – Pode ser. Então, vamos?
- Ah , espera aí. Primeiro eu tenho que passar em casa e pegar umas coisas, depois eu vou, pode ser? – assentiu e voltou a falar – , você vem comigo? – O QUE? ELE QUERIA QUE EU FOSSE? AI TOM, CLARO QUE EU VOU, SE QUISER EU MORO CONTIGO, SEM PROBLEMA, GATO. Fui interrompida dos meus pensamentos quando ouvi uma porção de “hmmmmmmmmmm’s” vindo de cada um e comecei a rir, mas interrompeu, dizendo: - Mas e eu? – fuzilei com os olhos e ela sussurrou um desculpa e eu a mandei um dedo do meio. Fiz isso sem pensar, e todos começaram a rir. Eu estava vermelha, tinha certeza. Ah, é hoje, vou corar até a morte.
- Pelo o que eu vejo, e querem ficar sozinhos. Então , você vem no meu carro pro meu apartamento e nós esperamos eles chegarem lá, que tal? – piscou pra e sorriu como uma criança, assentindo com a cabeça.
- Então, nós já vamos e nos encontramos mais ou menos daqui uma hora no seu apê, . – acenou pra todos e eu fiz o mesmo.
- Tchau gente, até lá. – Sorri pro , John, , e que corou. É, ele estava quase como eu no assunto vergonha. Então segurou minha mão e eu o segui, indo em direção ao seu carro.
Muitos pensamentos começaram a me invadir naquele momento. Ter conhecido a minha banda favorita sem ao menos poder dizer que já a conhecia e , ele queria mesmo ficar sozinho comigo? Será que ele deve estar me achando puta de ir pro apartamento dele e ficarmos sozinhos lá? Será que eu era só mais uma? Respirei fundo e lembrei-me do que sempre me falava em momentos como esse. “Aproveite até a última oportunidade, assim, não haverá arrependimentos.”
CONTINUA
N/A's:
Soph: Hey povo lindo :B. Tudo bom? Bem, estamos aqui com nossa segunda fic juntas e restrita, haha. Espero que vocês gostem porque isso foi meio que baseado em nosso sonho de ir pra Londres! E depois conhecer o McFLY! UAHSUAHS, bom, espero que gostem e comentem muuuito pra nos deixarem felizes! Beijos, xx.
Bruh: GENTE, EU SIMPLESMENTE AMEI ESSA FANFIC, SÉRIO KK tb, é minha Q tipo, eu me identifico muito muito com ela, e vocês fãs dos guys, também vão, podescre. qualquer coisa @bruhfletcher xx

