Mas Não Era Eu?
Autora: Bee[Fe]
Status: Finalizada
Revisada por: Juh
Categoria: Harry Fics
Sub-Categoria: ShortFic - Humor
Nota pelo desafio: 9,8
Comentários:
Os ponteiros do relógio giravam rapidamente. Era dia 24 de Dezembro de 2008 e nós ainda tínhamos que preparar uma super-festa juntando o aniversário da querida namorada do Dougie, com o meu querido namorado, o Harry e o natal! Isso mesmo. Era meio dia já e a gente ainda nem tinha colocado o Chester no forno!
Na verdade esse ‘combo’ era só para ser uma linda e formosa ceia de Natal, mas não é de hoje que o Tom esquece do aniversário do Harry e bem, apesar de todos os avisos do nosso querido pingentinho em forma de baixista, avisando incansavelmente que “ Dia 22 é aniversário da Juh!”, o Tom pareceu ignorar todos os avisos e marcar reunião ou algo muito importante que ninguém poderia faltar nesses dias.
O pobre Harry ficou entusiasmado pensando que era uma festa surpresa e parecia uma criança pulando de cima para baixo, como se esperasse o tão ansiado presente que o papai Noel lhe traria. Eu acho que fazer aniversário nas férias de Natal nunca possibilitou que alguém desse alguma festa surpresa para ele.
E assim também parecia ser para a Juh, a nossa Poynter agregada brasileira, para a , a nossa Fletcher agregada que por coincidência nasceu no mesmo dia que a , nossa Jones menor de tamanho e idade. Afinal esses malditos resolveram nascer todos juntos e possuir o mesmo signo, tipo de manias, mau humor matinal, não sei o que mais e não sei lá o quê.
- Hey, senhorita quase-Judd. - Estão chamando esse lindo corpicho aqui para o trabalho. Também quem manda saber cozinhar razoavelmente bem?
- Fala Senhorita Poynter que de curiosa estragou a sua festa surpresa.- Eu olhei para Juh, ela estava toda sorridente olhando para a montanha de coisas que Danny e Dougie tinham comprado.
- Você não vai fazer a mágica acontecer e colocar o nosso amigo no forno?- Juh apontou para a grande e peituda ave que fazia dançar conga. Qual é a idade mental dela mesmo? Cinco anos?
- Vocês vão me pagar quanto? - Qual é? Eu vou sobreviver de quê? Vento?
- ...- parou de fazer o frango siliconado dançar e se virou para mim.- A satisfação no rosto de sua amiga e do seu namorado não valem?
- É, aqueles olhinhos azuis, que são quase tão belos quanto os do meu Jonão, não são o bastante para aquecer seu coraçãozinho? - falou. De onde ela surgiu mesmo? Ela não estava aqui há um minuto atrás. E eu garanto que ela imaginava o Harry numa versão gatinho de botas do Shrek.
- Não, eu sou capitalista.- Dei de ombros e abri um sorriso. Ah, eu só queria me sentir a peça principal ali. Perdoem-me se eu quero ser um pouco estrela.
- Ótimo, eu também!- Tom surgiu do nada. Ou vai ver ele se projetou para fora da covinha, ou ainda foi atraído pela palavra ‘estrela’. São várias opções.- Por isso eu falo que para a sua permanência nessa casa sem pagar aluguel, você trabalhará assando essa ave.
- E por que só eu pago?- Olhei com a sobrancelha arqueada. Adoro o Harry ter me ensinado a fazer isso.
- Porque se for a , eu fico sem teto.- Tom deu de ombros pegando alguns viscos e indo em direção para a sala. Eu quero só ver se ele ficar embaixo de um visco com um dos garotos. Contanto que não seja o Harry...
- Ele só está brincando.- Juh se virou para mim.- Olha , por mim e pelo seu namorado e...
- Sobretudo pelos nossos estômagos!- Dougie chegou interrompendo a namorada e a abraçando por trás. Ohhh que coisa meiga.
- Faz a comida?- Jones me olhou com aqueles olhos gigantes, claros, brilhosos e escravistas. Então eu cedi. É, cedi aos meus amigos que agora sorriam vitoriosos e saíam distribuindo batidinhas pelas mãos.
Hmm, batidinha é bom!
- Então... está combinado?- Jones me olhou.
- Como assim, combinado?- olhou pra ele.
- Você e a cozinham e nós... Bem, nós vamos cuidar do Harry.- Era pra eu ficar tranqüila? Que pessoa em sã consciência deixa uma outra sobre cuidado de Daniel Jones? Será que eu ainda faço um manual de que as baquetas do Harry não são pra enfiar no nariz ou ouvidos do mesmo? Eles vão matar o pobre do Judd!
- Eu acho melhor o Tom ou a ....- Comecei, mas Dougie me cortou.
- Confia na gente!- E saiu de lá piscando pra mim e para a , que pelo visto achou que o chester estava triste e deprimido e resolveu voltar a fazer o coitado dançar conga.
- O que você sabe cozinhar?- Eu perguntei e me olhou com uma cara de sapeca.
- Miojo, brigadeiro, bolo de chocolate – parou para pensar- beijinho, coisas congeladas e minha especialidade: Hambúrguer de soja!- Ela está feliz por saber fazer hambúrguer de soja? O que o Fletcher anda fazendo com ela? Sinceramente a minha amiga costumava ser mais inteligente.
- Você tá de brincadeira, não é?- Eu a encarei e ela gargalhou.
- Exato! Há! Mamãe me passou altas receitas. Eu vou fazer mouses! Chocolate, limão, maracujá...- Ela foi falando e eu prefiro encurtar caminho.- E pra finalizar, eu vou fazer um bolo que mamãe também me ensinou.- Viu? Alterou alguma coisa você saber a diversidade de mouses que ela ia fazer? Não mesmo.
- Ótimo! Agora larga a pobre ave e vai trabalhar.- Dei um tapinha na mão dela e ela foi lavar as mãos. Coitado do Chester!
Eu estava temperando calmamente a ave e ouvindo musiquinhas que tocam em boates gays, a havia colocado e nós estávamos nos divertindo e ignorando todo o senso do ridículo. Eu não tinha notícias de ninguém além dela. Thomas havia espalhado os viscos e saído. Falou algo que eu nem fiz questão de entender. Estávamos as duas quase recebendo um Travolta dentro de si quando o Harry apareceu.
Minha respiração parou e nem mesmo os vários estalinhos de dedo que fez na minha frente me fizeram voltar à realidade rapidamente. Onde raios estavam , Juh, Danny, Dougie e Tom que não estavam mantendo Harry longe dessa casa?
- Amor? - Aquela voz grave me chamou. Oh Deus, por que me maltrata assim?
- Oii Judd!- Eu dei um selinho e a traíra da saiu da sala me deixando sozinha. Que ótimo.
- Está tudo bem?- Esse sotaque britânico ainda me mata.
- Lógico! E o que você está fazendo aqui?- Perguntei e ele me olhou desconfiado.
- O Tom que me chamou aqui...
- O TOM O QUÊ?- Eu quase enfartei. Aquela covinha puxou o cérebro dele para fora? O que aquela coisa alta, branquela e com estrelas pelo corpo estava pensando?
- Chamou-me aqui.- Harry me olhou como se eu tivesse problemas.
- Pra fazer o quê?
- Falou que precisava da minha ajuda ué. Todo Natal ele me chama. Por algum motivo ele acha que eu sei mexer com fiação elétrica da árvore de natal. - Ele deu de ombros e eu ri.
- Quase isso!- Tom apareceu. Deveria estar no banheiro, não sei se já reparou, mas ele vive lá.
- Quase isso o quê?- Harry se virou para o companhei... companheiros? AH MEU DEUS ESTÁ BROTANDO GENTE NESSA CASA!
- Bem vindo à sua festa surpresa que começa às três da tarde com intervalo às cinco para o chá tradicionalmente inglês.- Danny falou e por ter sido ele que tinha aberto a boca, eu resolvi ignorar.
- É! Festa das três da tarde às três da manhã! - agitou seus bracinhos.
- Porque vocês merecem!- Dougie levantou Juh do chão e ela arregalou os olhos ao sentir que seus pés estavam no ar. Conseqüência disso foi o Poynter quase ter ficado sem pescoço.
- E porque amanhã a mamãe do Tom vem o visitar.- Danny apertou a bochecha do amigo.
- Mas eu não estava fazendo a festa dele? - Perguntei confusa. Sério, eu estou cheirando a chester! Não era meu plano para a festinha que eles tinham organizado.
- A gente tinha que te manter longe do Harry, era a intenção fazer ele se sentir mal amado. - falou.
- Quanto mais esquecido, mais o Harry se irrita. E nós precisávamos dele irritado demais.- Dougie deu um sorriso.
- Então, nós tiramos o que ele mais gosta! As baquetas! Primeiramente! Depois não demos nenhum presente para ele no dia certo. Então por último tiramos a namorada de perto dele, principalmente depois de ele confessar que não ia passar o Natal com a gente e que ia fazer um programa especial com você.- disse.
E eu acho que ela abriu demais a boca dela! E se eu bem sei o que ele ia fazer comigo nesse Natal eu vou propor uma caçada, afinal ingleses amam caçadas, a cabeça deles. Sério ia ser um passeio pela França! Afinal atravessar aquele canalzinho não é nada demais. Imagina? Todo aquele charme francês e eu com o inglês mais charmoso dessa ilha? Minhas amigas tem vocaçã
Na verdade esse ‘combo’ era só para ser uma linda e formosa ceia de Natal, mas não é de hoje que o Tom esquece do aniversário do Harry e bem, apesar de todos os avisos do nosso querido pingentinho em forma de baixista, avisando incansavelmente que “ Dia 22 é aniversário da Juh!”, o Tom pareceu ignorar todos os avisos e marcar reunião ou algo muito importante que ninguém poderia faltar nesses dias.
O pobre Harry ficou entusiasmado pensando que era uma festa surpresa e parecia uma criança pulando de cima para baixo, como se esperasse o tão ansiado presente que o papai Noel lhe traria. Eu acho que fazer aniversário nas férias de Natal nunca possibilitou que alguém desse alguma festa surpresa para ele.
E assim também parecia ser para a Juh, a nossa Poynter agregada brasileira, para a , a nossa Fletcher agregada que por coincidência nasceu no mesmo dia que a , nossa Jones menor de tamanho e idade. Afinal esses malditos resolveram nascer todos juntos e possuir o mesmo signo, tipo de manias, mau humor matinal, não sei o que mais e não sei lá o quê.
- Hey, senhorita quase-Judd. - Estão chamando esse lindo corpicho aqui para o trabalho. Também quem manda saber cozinhar razoavelmente bem?
- Fala Senhorita Poynter que de curiosa estragou a sua festa surpresa.- Eu olhei para Juh, ela estava toda sorridente olhando para a montanha de coisas que Danny e Dougie tinham comprado.
- Você não vai fazer a mágica acontecer e colocar o nosso amigo no forno?- Juh apontou para a grande e peituda ave que fazia dançar conga. Qual é a idade mental dela mesmo? Cinco anos?
- Vocês vão me pagar quanto? - Qual é? Eu vou sobreviver de quê? Vento?
- ...- parou de fazer o frango siliconado dançar e se virou para mim.- A satisfação no rosto de sua amiga e do seu namorado não valem?
- É, aqueles olhinhos azuis, que são quase tão belos quanto os do meu Jonão, não são o bastante para aquecer seu coraçãozinho? - falou. De onde ela surgiu mesmo? Ela não estava aqui há um minuto atrás. E eu garanto que ela imaginava o Harry numa versão gatinho de botas do Shrek.
- Não, eu sou capitalista.- Dei de ombros e abri um sorriso. Ah, eu só queria me sentir a peça principal ali. Perdoem-me se eu quero ser um pouco estrela.
- Ótimo, eu também!- Tom surgiu do nada. Ou vai ver ele se projetou para fora da covinha, ou ainda foi atraído pela palavra ‘estrela’. São várias opções.- Por isso eu falo que para a sua permanência nessa casa sem pagar aluguel, você trabalhará assando essa ave.
- E por que só eu pago?- Olhei com a sobrancelha arqueada. Adoro o Harry ter me ensinado a fazer isso.
- Porque se for a , eu fico sem teto.- Tom deu de ombros pegando alguns viscos e indo em direção para a sala. Eu quero só ver se ele ficar embaixo de um visco com um dos garotos. Contanto que não seja o Harry...
- Ele só está brincando.- Juh se virou para mim.- Olha , por mim e pelo seu namorado e...
- Sobretudo pelos nossos estômagos!- Dougie chegou interrompendo a namorada e a abraçando por trás. Ohhh que coisa meiga.
- Faz a comida?- Jones me olhou com aqueles olhos gigantes, claros, brilhosos e escravistas. Então eu cedi. É, cedi aos meus amigos que agora sorriam vitoriosos e saíam distribuindo batidinhas pelas mãos.
Hmm, batidinha é bom!
- Então... está combinado?- Jones me olhou.
- Como assim, combinado?- olhou pra ele.
- Você e a cozinham e nós... Bem, nós vamos cuidar do Harry.- Era pra eu ficar tranqüila? Que pessoa em sã consciência deixa uma outra sobre cuidado de Daniel Jones? Será que eu ainda faço um manual de que as baquetas do Harry não são pra enfiar no nariz ou ouvidos do mesmo? Eles vão matar o pobre do Judd!
- Eu acho melhor o Tom ou a ....- Comecei, mas Dougie me cortou.
- Confia na gente!- E saiu de lá piscando pra mim e para a , que pelo visto achou que o chester estava triste e deprimido e resolveu voltar a fazer o coitado dançar conga.
- O que você sabe cozinhar?- Eu perguntei e me olhou com uma cara de sapeca.
- Miojo, brigadeiro, bolo de chocolate – parou para pensar- beijinho, coisas congeladas e minha especialidade: Hambúrguer de soja!- Ela está feliz por saber fazer hambúrguer de soja? O que o Fletcher anda fazendo com ela? Sinceramente a minha amiga costumava ser mais inteligente.
- Você tá de brincadeira, não é?- Eu a encarei e ela gargalhou.
- Exato! Há! Mamãe me passou altas receitas. Eu vou fazer mouses! Chocolate, limão, maracujá...- Ela foi falando e eu prefiro encurtar caminho.- E pra finalizar, eu vou fazer um bolo que mamãe também me ensinou.- Viu? Alterou alguma coisa você saber a diversidade de mouses que ela ia fazer? Não mesmo.
- Ótimo! Agora larga a pobre ave e vai trabalhar.- Dei um tapinha na mão dela e ela foi lavar as mãos. Coitado do Chester!
Eu estava temperando calmamente a ave e ouvindo musiquinhas que tocam em boates gays, a havia colocado e nós estávamos nos divertindo e ignorando todo o senso do ridículo. Eu não tinha notícias de ninguém além dela. Thomas havia espalhado os viscos e saído. Falou algo que eu nem fiz questão de entender. Estávamos as duas quase recebendo um Travolta dentro de si quando o Harry apareceu.
Minha respiração parou e nem mesmo os vários estalinhos de dedo que fez na minha frente me fizeram voltar à realidade rapidamente. Onde raios estavam , Juh, Danny, Dougie e Tom que não estavam mantendo Harry longe dessa casa?
- Amor? - Aquela voz grave me chamou. Oh Deus, por que me maltrata assim?
- Oii Judd!- Eu dei um selinho e a traíra da saiu da sala me deixando sozinha. Que ótimo.
- Está tudo bem?- Esse sotaque britânico ainda me mata.
- Lógico! E o que você está fazendo aqui?- Perguntei e ele me olhou desconfiado.
- O Tom que me chamou aqui...
- O TOM O QUÊ?- Eu quase enfartei. Aquela covinha puxou o cérebro dele para fora? O que aquela coisa alta, branquela e com estrelas pelo corpo estava pensando?
- Chamou-me aqui.- Harry me olhou como se eu tivesse problemas.
- Pra fazer o quê?
- Falou que precisava da minha ajuda ué. Todo Natal ele me chama. Por algum motivo ele acha que eu sei mexer com fiação elétrica da árvore de natal. - Ele deu de ombros e eu ri.
- Quase isso!- Tom apareceu. Deveria estar no banheiro, não sei se já reparou, mas ele vive lá.
- Quase isso o quê?- Harry se virou para o companhei... companheiros? AH MEU DEUS ESTÁ BROTANDO GENTE NESSA CASA!
- Bem vindo à sua festa surpresa que começa às três da tarde com intervalo às cinco para o chá tradicionalmente inglês.- Danny falou e por ter sido ele que tinha aberto a boca, eu resolvi ignorar.
- É! Festa das três da tarde às três da manhã! - agitou seus bracinhos.
- Porque vocês merecem!- Dougie levantou Juh do chão e ela arregalou os olhos ao sentir que seus pés estavam no ar. Conseqüência disso foi o Poynter quase ter ficado sem pescoço.
- E porque amanhã a mamãe do Tom vem o visitar.- Danny apertou a bochecha do amigo.
- Mas eu não estava fazendo a festa dele? - Perguntei confusa. Sério, eu estou cheirando a chester! Não era meu plano para a festinha que eles tinham organizado.
- A gente tinha que te manter longe do Harry, era a intenção fazer ele se sentir mal amado. - falou.
- Quanto mais esquecido, mais o Harry se irrita. E nós precisávamos dele irritado demais.- Dougie deu um sorriso.
- Então, nós tiramos o que ele mais gosta! As baquetas! Primeiramente! Depois não demos nenhum presente para ele no dia certo. Então por último tiramos a namorada de perto dele, principalmente depois de ele confessar que não ia passar o Natal com a gente e que ia fazer um programa especial com você.- disse.
E eu acho que ela abriu demais a boca dela! E se eu bem sei o que ele ia fazer comigo nesse Natal eu vou propor uma caçada, afinal ingleses amam caçadas, a cabeça deles. Sério ia ser um passeio pela França! Afinal atravessar aquele canalzinho não é nada demais. Imagina? Todo aquele charme francês e eu com o inglês mais charmoso dessa ilha? Minhas amigas tem vocaçã
