Aventuras e Desventuras ao Lado dos McGuys

Autora: La Borges
Status: Em Andamento
Revisada por: Káh
Categoria: McFLY Fics
Sub-Categoria: Long Fic - Comédia Romântica
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Capítulo 1 – Revelação

Eu iria continuar minha vida, mesmo depois do que ele havia me causado, não ia ficar chorando por ai. Quase quatro anos de namoro e o que eu recebo em troca? Aquela cena bizarra e que quase me quebrou ao meio. Tá, tudo bem que já havia passado 2 meses desde o acontecido, mas eu não conseguia esquecer, até porque durante nosso namoro de quase quatro anos nós tínhamos brigado apenas 3 ou 4 vezes, eu falei pra ele que o perdoei e ele me pediu pra não contar aos outros garotos, eu cumpri minha promessa, mas não reatei o nosso namoro. Agora eu ia me mudar, criar uma nova vida, uma nova . Eu ia seguir a carreira de cantora, meu sonho desde que tinha 5 anos de idade. A pior parte estava por vir, eu teria que contar e me despedir de meus melhores amigos.
Peguei minha moto (n/a: eu amo moto! E motoqueiro! Ahushaushuas!) e fui em direção à casa de Tom, onde eu tinha marcado uma reunião. Ao chegar encostei minha moto em frente ao carro de . E toquei a campainha.
- Oi Loirinho! - Gritei abraçando Tom, já com lágrimas no olho.
- ? Tudo bem? - Perguntou quando viu as lágrimas nos meus olhos. Assenti.
- O , o , a e as meninas já chegaram? - Perguntei entrando.
- Já estamos aqui! - escutei a voz de . Meu estômago revirou.
- Oi galera! - Eu disse entrand e dando um beijo no rosto de cada um deixando por último.
- Eai ? Porque você nos chamou aqui? - Perguntou . Eu virei o rosto controlando as lágrimas.
- Eu tomei uma decisão e gostaria de compartilhar com vocês. - Eu disse e eles me olharam curiosos. - Vocês sabem que o meu sonho é ser cantora. - Eles sorriram e assentiram. - E eu tenho duas notícias para dar á vocês, uma é boa, a outra é bem... Péssima. - Eu disse.
- Dá à boa, primeiro. - Falou . E eu assenti.
- Eu consegui o contrato com uma gravadora. - Eu disse tristonha.
- ! Isso é maravilhoso! - Disse . e já estavam indo até a cozinha pegar Champanhe e as meninas também iam junto pegar os copos, porém Tom me conhecia melhor do que ninguém, chegava a me conhecer melhor do que mim mesma, reparou que havia algo errado.
- Esperem Dudes! - ele chamou os garotos novamente. Eles voltaram fazendo cara feia. - , qual é a péssima notícia? - Lágrimas escorreram por meu rosto.
- , o que esta acontecendo? - Perguntou , minha melhor amiga, só ela e minhas amigas , e sabiam de tudo que estava acontecendo entre mim e .
Tom me abraçou e se mexeu inquieto.
- A péssima notícia é que... A gravadora é em Nova York. - Eu falei de vez.
- Mas... ... Você só vai ate em Nova York gravar e depois volta não é? - Perguntou esperançosamente, Eu fechei os olhos e depois olhei para .
- Não ... É um contrato importante e uma das clausulas diz que eu tenho que estar disponível á qualquer momento que a gravadora me chamar e a única forma é estar morando perto da gravadora, ou seja, pelo menos na mesma cidade eu preciso estar. - Todos me olharam chocados. Tom e me olhavam com cara de choro, saiu da sala derrepente, , , , e me olhavam com cara de “essa-piada-foi-sem-graça!”. - Eu não queria, mas porra! É o meu sonho! - Eu disse - Eu amo vocês! E vou sentir muito a falta de vocês. - Eu soluçava, Tom se aproximou e me abraçou, todos fizeram o mesmo num abraço grupal.

Capítulo 2 - Um copo. Três Palavras. Um Pedido.

Sai da sala e fui até a cozinha peguei um copo e abri a geladeira, coloquei gelo dentro e um pouco de Vodka. Não tinha imaginado que essa revelação seria tão difícil. Estava tomando minha Vodka virada para pia, quando alguém me virou bruscamente.
- ? - Ele estava com os olhos cheios de lágrimas e me olhava.
- , não faz isso comigo! - Ele implorou - Por favor, ! Não me deixa... , eu te amo... Eu estava bêbado naquela noite! Me perdoa! - Ele disse me olhando nos olhos, as lágrimas agora escorriam por seu rosto e pelo meu também.
- , Você nunca ouviu dizer que quando estamos bêbados fazemos o que não temos coragem de fazer enquanto sóbrios? Isso iria acontecer de qualquer jeito, eu te conheço. Mas, apesar de tudo eu já te perdoei. - Eu disse mais pra mim mesma do que pra ele.
- Então fica ! - Ele me prendeu contra parede. - Volta a namorar comigo? - Meu coração começou a bater mais rápido, minhas pernas tremeram, minhas mãos suaram.
- Sinto muito , mas... - Ele me olhou e não me deixou terminar colocando seu dedo em minha boca.
- Posso te fazer um pedido? - Perguntou, eu apenas assenti. - Não me esquece. Por que eu nunca vou te esquecer. - Ele me olhava esperançosamente.
- Impossível te esquecer, . - sussurrei.
- Eu te amo. - foi a sua resposta. O que eu faria? Responderia a verdade para depois deixá-lo e quem sabe depois reencontrá-lo o mais rápido que pudesse ou mentir e deixá-lo acreditando na mentira? Eu ia responder quando entrou na cozinha ruidosamente, o copo de Vodka caiu da minha mão com o susto que eu havia tomado, me soltou.
- Atrapalhei? - Perguntou me ajudando a apanhar os cacos do chão. Neguei com a cabeça, saiu da cozinha. Depois de limpar tudo eu e voltamos para a sala. Minutos depois peguei minha moto e fui pra casa. Arrumei minhas malas e fui dormir, no dia seguinte eu estaria embarcando.

Capítulo 3 – Por quê Comigo?

O dia seguinte chegou e eu teria que embarcar para Nova York. Acordei com minha campainha tocando, fui atender, ali estavam todos meus amigos.
- Bom dia ... - disseram entrando na minha casa desanimados. Cumprimentei todos e senti a falta de . Tom - que estava mais desanimado que todos - percebeu.
- Ele falou que estava vindo. - ele disse me acalmando, subi e fui trocar de roupa, já coloquei a roupa na qual iria pra Nova York, meu pai e meu irmão que tinha 21 anos e ainda morava conosco estavam arrumando as suas coisas. Coloquei os meus pães de queijo no forno e minutos depois a campainha tocou novamente eu fui atender, era o que estava com um sorriso enorme no rosto.
- ! - Eu disse animada.
- Oi ! Essa é ... - só então reparei que tinha uma garota com ele -... Minha namorada. - O quêeeeeeeeeeeee?!? Como assim namorada? Um dia depois de dizer que me ama e quase me fazer desistir de viajar ele aparece na minha casa, na minha despedida com NAMORADA NOVA!?! E o pior é que ele sabia que desde o dia em que terminamos eu não queria ver aquela menina nem pintada de ROSA CHOQUE!
- A-A-acho que meus pães de queijo estão queimando - disse com um nó na garganta e sai correndo entrei no banheiro e chorei, depois de cinco minutos lavei o rosto e sai do banheiro. Tom e estavam na cozinha me esperando, já havia tirado os pães de queijo do forno e estava conversando com Tom.
- , eu juro que eu não sabia que ele ia trazer a aqui! - Ele disse assim que me viu. Então eles já namoravam há tempos? Aquilo me deu raiva, quer dizer que todos sabiam e eu não?
- ? - perguntei com nojo - Eu não to nem ai, Tom! - Disse com raiva - Afinal, nós não temos mais nada. - Eu disse com lágrimas nos olhos, Tom e me abraçaram. Nesse momento entrou na cozinha a última pessoa que eu queria ver: .
- E-E-Eu tenho que falar com o Matt. - Menti Novamente. Enquanto saia esbarrei em .
- ? O que foi? - Olhei para ela.
- Você sabe... - Eu disse subindo as escadas, enquanto subia só ouvi gritar.
- Você é um canalha! Como ousa!?! - Terminei de subir as escadas e entrei em meu quarto, me joguei em cima da cama e chorei até ouvir alguém entrar no quarto.
- Ah ! - Eu sussurrei enquanto ela se sentava em minha cama. Ela colocou a minha cabeça em seu colo e ficou fazendo cafuné - , ontem, ontem mesmo ele havia dito que me amava! , eu quase cai e quase desisti de viajar! - Choraminguei.
- A estava gritando com ele lá em baixo, mandou ele e aquela Vagaba pra fora daqui. - ela disse simplesmente.
- Amore? Se eu escrever uma carta, você entrega pra ele? - ela assentiu - Mas só entrega quando eu estiver em Nova York. - Ela assentiu novamente e eu peguei minha agendinha em minha bolsa e comecei.

Londres, 13 de Janeiro de 2005.
,
Ontem eu fui dormir pensando em tudo o que você me disse e para ser sincera quase desisti de viajar. Então eu pensei: “Se ele realmente me ama como diz que me ama, poderei voltar quando meu contrato acabar daqui á 2 anos.!” . É eu realmente pensei isso, e aquelas suas 4 palavras não saiam de minha cabeça! “, eu te amo!”. E eu pensei: “É eu poderei mesmo voltar daqui á 2 anos.”. Então hoje fiquei te esperando ansiosamente e quando você chega me diz: “, Essa é minha namorada”. Dude, Você não imagina como foi difícil pra mim ouvir isso. Então isso quer dizer que suas palavras foram falsas, você nunca me amou, Mas, de uma coisa eu posso ter certeza, nesses 4 anos de namoro eu nunca olhei pra outro cara, você era meu príncipe encantado, tola, uma menina burra e ingênua. Ontem antes de nos interromper eu ia te responder com 4 palavras que marcariam minha vida: “Eu também te Amo” porém, fico feliz por ter nos interrompido, pois assim fiquei sabendo o imbecil – falso que namorei por todos esses anos.
Adeus, Príncipe Desencantado.
Eu te amo. Ainda. Mas eu juro pra mim mesma que vou te esquecer.
.

Dobrei a carta e entreguei a , minutos depois me despedi de todos e entrei no táxi. Sem saber que a partir daquele dia minha vida iria se tornar um INFERNO.

’s POV.

Já fazia uma semana que havia ido embora, e eu já não estava aguentando de saudades. tinha me entregado uma carta que havia escrito. Ela não entendia que tudo que eu tinha feito tinha sido pelo bem dela. Ela nunca iria entender, eu lia sem parar as partes que ela dizia que me amava e achava que merecia cada xingamento dela por tê-la feito sofrer.

End of the ’s POV.

Capítulo 4 – Agressão.

Cinco anos depois

Eu estava debaixo do chuveiro não havia 15 minutos quando escutei uma forte batida na porta.
- Porra, ! Você está no banho há uma hora! - Gritou meu pai, sim, ele era muito exagerado e o pior, eu morria de medo dele.
Deixe-me apresentar direito. Meu nome é , tenho 24 anos de idade e virei uma famosa cantora de Pop. Moro em Nova York, nasci no Brasil e com 10 anos de idade fui morar em Londres onde morei até meus 19 anos e depois vim pra Nova York.
Sai do Banho e me troquei, sai do banheiro morrendo de medo e dei de cara com meu pai. Eu estava ferrada.
- Eu sei que somos ricos... - Corrigindo EU sou rica – milionária - ele não - Mas eu ainda não comprei uma hidrelétrica! - Gritou.
- Desculpe pai. - Falei baixinho.
- Porra, é só o que você sabe falar? - Disse com raiva - Me desculpe pai. - Falou me imitando ao puxar meus cabelos. Era sempre assim, ele bebia e arranjava qualquer motivo para me bater.
- Por favor, pai... - Sussurrei, ele puxou meus cabelos com mais força e me jogou na parede. Lágrimas de dor escorreram por meu rosto. Infelizmente eu não podia contar com a ajuda de ninguém, minha mãe havia morrido há anos. E meu único irmão Matt morava em outra casa.
- Pai não, para, por favor! ? Eu disse ao o ver levantar a mão e me dar um soco na barriga. Fiquei sem ar e logo em seguida ele me atingiu no olho.
- Chega Pai! - disse uma voz conhecida, olhei com dificuldade e vi Matt chegando derrepente. Meu pai parou no mesmo momento, eu corri ao encontro de Matt e ele me abraçou.
- Está ficando louco pai? - Disse Matt me analisando. - Olha o que você fez com ela! Se você fizer isso novamente... Eu acabo com você. Você não vai ter direito nem de visitas nas quartas feiras. - Disse Matt ameaçadoramente. Meu pai saiu de casa batendo as portas.
- Ah, Matt! - eu sussurrei enquanto chorava.
- Vem, . - Ele me levou até o banheiro e me mandou sentar no vaso sanitário, eu o fiz. Ele pegou uma maleta de primeiros socorros que havia debaixo da pia. E começou á limpar meus ferimentos.
- Ai! - Reclamei com dor. Ele me ignorou.
- ? Me promete uma coisa? - Perguntou derrepente.
- Depende - Respondi receosa.
- Não o deixe fazer isso novamente ok? - Eu afirmei com a cabeça. - Vem vamos tomar café. - Eu sorri e fui me arrumar.
Entrei em meu quarto e coloquei uma calça jeans e um moletom com capuz e meus óculos de sol Maui Jim [look] para esconder o ferimento. Matt me levou em uma Starbucks que havia perto de minha casa.
Matt derrepente começou a sorrir ao ver seu telefone tocar.
- Só um minutinho . - E saiu para atender seu telefone. Poucos minutos depois ele voltou, eu já estava comendo Brownies e tomando um chocolate quente, ele fez o seu pedido e me olhou - Então meu amor, qual o motivo disso? - ele disse apontando com o maxilar os meus óculos.
- Eu estou cansada Matt. - Sussurrei - Eu estou apanhando todos os dias, ele arranja qualquer motivo para isso, ele inventa situações, Matt! - eu disse começando a chorar.
- Ah, ! - ele disse me abraçando.

’s POV

- Ooooi dudes! - Eu disse entrando na casa de Tom. Os meninos estavam jogando vídeo-game. - Sou o próximo. - Disse me sentando ao lado de , que no momento estava muito ocupado jogando com .
- Nem vem! - Disse Tom - Eu sou o próximo! - Todos rimos.
- Ai , Pede uma pizza! - Disse .
- Porque eu? - perguntei - Pede você Tom. - eu disse pidão.
- Só se você pagar. - Ele disse, como eu estava morrendo de preguiça, concordei.
- Pega o dinheiro na minha carteira - Disse, Tom se levantou e abriu minha carteira que estava ao lado da TV.
- Quem diria que Pegador , guarda cartinhas das fãs. - Ele disse tirando da carteira um papel muito dobrado. Eu congelei.
- Thomas Fletcher me devolve isso agora! - eu disse com raiva.
- Huuum... E pelo jeito o conteúdo é impróprio. - Ele disse continuando a fazer graça.
- Lê logo Tom! - Disse pondo o jogo no pause, Tom abriu a carta e começou. Eu apenas coloquei a cabeça entre as mãos.
- Londres, 13 de Janeiro de 2005; , Ontem eu fui dormir pensando em tudo o que você me disse e para ser sincera quase desisti de viajar. Então eu pensei: “Se ele realmente me ama como diz que me ama, poderei voltar quando meu contrato acabar daqui á 2 anos!”. É eu realmente pensei isso, e aquelas suas 4 palavras não saiam de minha cabeça! - Ele leu com voz de garota, mas quando chegou à parte que o nome dela aparecia, ele parou e leu em voz baixa o resto e depois me olhou. - Me diz que isso não é o que estou pensando! - Ele disse com a voz um pouco embargada. Eu apenas assenti. e ficaram curiosos e tentaram pegar a carta da mão de Tom, que apenas desviou e dobrou a carta. - Sinto muito, dudes! - Ele disse para e , eu o olhei. - Mas isso é mais pessoal do que eu imaginava, e não é algo que nós possamos tirar o barato da cara dele depois. - Os dois se aquietaram prevendo que ele não os iria deixar ler. Tom pegou minha carteira e guardou a carta, pegou o dinheiro e foi pedir a pizza.
Eu havia me esquecido totalmente de que tinha colocado esta carta na minha carteira. Eu não me contentava em perdê-la mesmo depois de todo este tempo que passou, pois ela foi à única garota que eu verdadeiramente amei em toda a minha vida.

End of the ’s POV

Capítulo 5 - Decisão

Um mês se passou desde o acontecido, meu irmão havia viajado e meu pai aproveitava essa oportunidade para me bater todos os dias, ele nem se importava mais em inventar motivos. Eu estava cansada, estava fazendo 4 shows por semana e apanhava depois de todos eles.
Estava sentada na mesma Starbucks que Matt me levara, tomando meu café da manhã quando vi uma reportagem na televisão local.
“Olá pessoal, estamos de volta com mais um ‘Good Morning New York’!E para a alegria das fãs Londrinas, tudo indica que a banda McFLY ira tirar férias em sua cidade natal, Londres!”
Quando escutei aquilo tive uma ótima idéia. Estava cansada de tudo e vi meus melhores amigos na TV. É isso ai, os meninos do McFLY eram meus melhores amigos desde que me mudei para Londres, depois nós perdemos contato, quando eu me mudei para Nova York. Antes de sermos famosos.
Cheguei em casa, meu pai provavelmente estava em algum boteco por ai. Peguei minhas malas de viajem e coloquei todas as minhas coisas dentro de qualquer jeito, fechei as malas, abri meu cofre e peguei todas as minhas jóias colocando as em outra mala. Sai de casa e chamei um taxi e fui correndo ao aeroporto, por sorte consegui uma passagem para o próximo vôo a Londres. Peguei meu Iphone quando estava dentro do avião e enviei uma mensagem á meu pai.
“Você é um monstro! Não me procure mais! E se fizer isso vou te denunciar!”
E uma mensagem para Matt.
“Sinto muito Matt, mas cansei dessa vida de lixo que estava levando ao lado do nosso pai. Por favor. Não me faça voltar atrás. Se quiser me visitar, me ligue. Estou indo para Londres. Não diga para aquele monstro onde estou. Te amo Maninho.”
Desliguei o meu Iphone, peguei meu Iphod e comecei a escutar música até dormir.

Capítulo 6 - Reencontro

Cheguei em Londres me registrei em um hotel, logo quando amanheceu, liguei para o antigo celular de meu melhor amigo Tom Fletcher.
- Alo? - Perguntou uma voz estranha.
- Olá, estou procurando Tom Fletcher. - Eu disse educadamente.
- Ele está trabalhando. - Disse a voz rispidamente e desligou.
Ótimo - modo irônico ON - Onde os garotos do McFLY trabalhavam? Pesquisei na internet e todas as pesquisas me levavam a um só lugar: SUPER RECORDS.
Coloquei uma calça jeans skiny preta e uma blusinha azul bebe e por cima um terninho de linho colorido e um All Star verde agua. Peguei uma das minhas bolsas da Chanel e coloquei algum dinheiro dentro, peguei meus óculos Maui Jim e coloquei um par de brincos [look], desci e peguei um taxi para a Super Records.
- Olá posso ajudá-la? - perguntou a recepcionista.
- Gostaria de falar com Tom Fletcher. - Pedi educadamente.
- Ele não está! - Respondeu grossamente.
- Queridinha. Você não tem idéia de com quem está falando. então, por favor, chame o Fletcher. - Ameacei seca.
- Desculpe, mas não posso interromper uma reunião por que uma simples fã esta querendo falar com o Sr. Fletcher. - Continuou. Não me conformei, nunca ninguém havia falado assim comigo, nem quando estava disfarçada, como hoje, e não seria uma simples recepcionista que falaria com assim! Tirei os óculos.
- Em Primeiro lugar: você nunca deve falar simples fã porque eles que nos torna quem somos. Em Segundo Lugar: Creio que você saiba quem sou. Em Terceiro Lugar: Faça o favor de chamar o Fletcher. - Ela me olhou assustada e pegou o telefone. - Ah, e não diga que sou eu. - alertei, ela assentiu.
- Desculpe atrapalhar Sr. , mas tem uma jovem aqui querendo falar com o Sr. Fletcher... Sim... Sem problemas. - eu escutava a conversa atentamente. - Desculpe Sra. , ele já esta descendo. - Eu sorri.
- Obrigado - Fiquei esperando. Dois minutos depois vi um cabelo loiro conhecido. Levantei-me e o observei vindo em minha direção.
- Pois não? - ele disse sem me reconhecer.
- Er... - Tentei inventar uma historia, queria surpreende-lo e UAU... Como meu melhor amigo estava lindo! - Eu sou repórter e gostaria de fazer uma entrevista com o Senhor. É que fiquei sabendo que o senhor conheceu e cultivou uma amizade com a cantora - Ele sorriu mostrando sua nova marca registrada.
- Por favor, me acompanhe. - E saiu comigo em seus calcanhares. Entramos em um escritório. Ele se sentou de um lado da mesa e eu de outro. - Pode me contar como a conheceu? - eu perguntei e ele riu alto.
- Nós nos conhecemos na escola, ela era linda e popular e eu e os outros meninos do McFLY éramos apenas estudantes adolescentes cheios de espinhas. - Eu ri me lembrando da cena, o que Tom omitira é que mesmo com espinhas eles sempre foram lindos. - Não vai anotar? - perguntou.
- Er... Memória fotográfica. - Inventei e Ele continuou.
- Ela veio falar com nós sobre uma festa que ela ia dar e nos convidou. Todos ficamos surpresos, pois ela sempre foi muito popular pra falar com a gente e achávamos que ela era apenas mais uma metidinha. - Ele riu.
- Ei! - Eu disse sem conseguir me conter. Ele me olhou desconfiado. - Desculpe é que sou muito fã dela. - Inventei novamente. Ele sem se deixar ser interrompido novamente continuou contando a historia e ali eu viajei nas lembranças.

Flashback On
- Oi - Eu disse tímida me aproximando de 4 garotos muito lindos. - Prazer meu nome é , mas todos me chamam de . - Todos me olhavam de boca aberta, menos um que tinha o cabelo um pouco comprido e olhos , ele sorria torto e olhava minhas pernas, barriga, decote e depois rosto, refazendo o trajeto novamente.
Eu estava quase desistindo e indo ao encontro das minhas amigas , , e com os olhos cheios de lágrimas e dizer: “Ta ok... vocês estavam certas não devia ter ido falar com aqueles imbecis”. Quando um dos garotos se pronunciou.
- Oi! Eu sou o , . - Ele disse se levantando e estendendo a mão, eu ri e lhe dei um beijo no rosto. - Esses são Thomas Fletcher ou só Tom, ou só e ou se preferir . - Disse ele apontando os garotos, todos se levantaram e me deram um beijo no rosto apenas – o que antes me observava – acrescentou um abraço no cumprimento.
- Er... É que hoje eu vou fazer meu aniversario de 13 anos e gostaria muito que vocês viessem - Eu disse entregando 4 convites a eles e depois saindo envergonhada.

Flashback OFF

- Naquela noite nós conversamos muito e depois viramos amigos, 5 meses depois era nossa melhor amiga. - ele disse - Ela nos deu popularidade. - Acrescentou rindo.
- Ela namorou algum de vocês? - Perguntei, ah se ele contar pra mim, ele contaria pra qualquer um. Ele riu nervoso e assentiu. Desgraçado. - Quem? - Continuei o jogo. Se ele contar que 2 anos depois eu namorei o , eu me mato.
- Não posso. - ele respondeu simplesmente, eu sorri aliviada.
- E depois o que aconteceu? - Perguntei.
- Depois do aniversario de 19 anos dela ela se mudou para Nova York para tentar a vida de artista - disse tristonho, provavelmente lembrando o mesmo que eu: a despedida de nove melhores amigos.
- Fiquei sabendo que ela esta de volta a Londres. - Provoquei para ele tentar me reconhecer.
- Acho que não... - ele disse simplesmente. Ele estava muito devagar, acho que a fama e a convivência com o esta lhe afetando.
- Ora, Tom! - Eu disse fingindo-me de chocada - Estamos a exatamente uma hora neste escritório e você ainda não sabe quem eu sou?

Tom’s POV
- Ora, Tom! - Ela disse aparentemente chocada - Estamos a exatamente uma hora neste escritório e você ainda não sabe quem eu sou? - Neguei com a cabeça, será que ela era alguma repórter famosa? Ou será que era alguma peguete minha? Não sei!
- Ok, Loirinho! Vou te dar mais uma chance. - Não podia ser! Só havia uma pessoa que me chamava de Loirinho, mas esse corpo, esse cabelo, essa boca. Ela não era assim! Será? Como minha melhor amiga podia estar tão maravilhosa? Não, não podia ser!
End of the Tom’s POV

Capítulo 7 - Eu tenho que me segurar!

Enquanto isso na sala de reuniões...
- Dudes, o Tom está demorando! - Reclamou .
- Meu garoto! - Disse orgulhoso - Aposto que já pegou a pobre repórter! - Ele disse e todos riram.
- Ah, não duvido nada, ele ficou mexido depois que terminou com a Gio. - disse .
- Vamos ver? - Convidou já de pé. e se olharam e se levantaram também.

’s POV.
- Caraca, Loirinho! Você ta parecendo o hoje! - Completei. Tom finalmente pareceu ter se tocado.
- ? - Perguntou incrédulo, eu tirei os óculos e assenti. - Amor que saudades! - Ele disse, eu comecei a chorar e o abracei.
- Eu também senti saudades! - Eu disse e ele me abraçou mais forte me tirando no chão. Derrepente a porta se abriu e eu coloquei meus Maui Jim novamente.
- Estamos atrapalhando? - Disse uma voz que eu reconheci de imediato. entrou na sala com um sorriso malicioso, Tom me colocou no chão e me abraçou de lado. - Uau... Prazer sou . - CAFAJESTE! Parei de respirar e o olhei, ele estava realmente muito lindo... Para se segura, lembre de tudo o que ele lhe fez!
- Prazer... - Eu esperei e se aproximarem para terminar - Meu nome é . - Disse tirando os óculos. ficou parado na minha frente, chocado.
- ? - Disse empurrando e ficando de frente para mim, eu assenti e ele me abraçou, comecei a chorar novamente e beijei a sua bochecha.
- ! - Eu disse animada, pulei para lhe dar um abraço, ele estava sorrindo e me abraçou apertado. continuava parado, mas depois balançou a cabeça e veio para me abraçar, lhe dei um abraço mais rápido que o de todos (o que é? Fiquei com medo de ter uma recaída mesmo! Ele estava muito lindo!) e voltei para o lado de Tom, que me abraçou de lado. veio em nossa direção.
- Chega ela agora é nossa! Você ficou uma hora com ela e nem pra nos chamar! - ele disse enquanto me puxava. Eu ri.
- Mais... Ela ficou me entrevistando todo esse tempo! Eu nem sabia que era ela! - Disse Tom puxando meu outro braço.
- Calma dudes! Não é cabo de guerra não! Tem pra todo mundo! - Eu brinquei me soltando dos dois. ria sentado em uma poltrona, também ria só que mais perto da cena.
- Tem mesmo? - Perguntou com um sorriso malicioso.
- Não! - Eu disse rindo. - Só tem pro que ficou quietinho! - Eu disse brincando e me sentando no braço de sua poltrona. Ele me abraçou me fazendo assim cair em seu colo.
- Haha! - Ele disse mostrando a língua aos outros rapazes. - Ela é minha! - Os outros Guys riram e pularam em cima de nós (aquilo que é conhecido como “montinho”). - Ai pô! - reclamou e todos nós rimos.

’s POV
- Estamos atrapalhando? - Eu disse com um sorriso enquanto via Tom se abraçar com uma Garota... E que garota! Maravilhosamente - Uau... Prazer sou . - Eu disse me aproximando, como se ela não soubesse quem eu era. Senti e se aproximando também. Intrometidos.
- Prazer... - Ela disse fazendo um pausa - Sou - Ela disse tirando os óculos de marca. Eu paralisei. ? Não podia ser. Varias cenas passaram por minha cabeça. Uma menina de 13 anos nos chamando para ir a seu aniversario e aquela com os olhos brilhando de quando nos beijamos pela primeira vez, a felicidade dela de quando lhe pedi em namoro ou de quando transamos pela primeira vez e seus olhos cheios de lagrimas quando terminou comigo por... Balancei a cabeça para afugentar os pensamentos e a olhei, estava chorando de felicidade ao abraçar . Eu sorri e fui receber aquele abraço que tanto me fazia falta. Ela me abraçou, rápido demais, me deixando com gostinho de “quero-mais” e voltou para o lado de Tom, que a abraçou de lado.
Ah! Dude, como ele era egoísta!
- Chega ela agora é nossa! Você ficou uma hora com ela e nem pra nos chamar! - Disse a puxando dos braços de Tom. Ela riu e eu fiquei de boca aberta, encantado com aquele sorriso lindo.
- Mais... Ela ficou me entrevistando todo esse tempo! Eu nem sabia que era ela! - Disse Tom puxando seu outro braço.
- Calma dudes! Não é cabo de guerra não! Tem pra todo mundo! - Ela brincou se soltando dos dois com os olhos brilhantes. ria sentado em uma poltrona, eu também ria só que mais perto da cena.
- Tem mesmo? - Perguntei com um sorriso malicioso.
- Não! - Ela disse rindo. - Só tem pro que ficou quietinho! - Ela disse brincando e se sentando no braço de sua poltrona. Ele a abraçou a fazendo assim cair em seu colo. Confesso que bateu ciúme de a vê no colo de outro garoto, apesar de não termos mais nada eu ainda cultivava um pouco do sentimento que tinha por ela, mas ela nunca iria me querer de volta depois do que eu a fiz passar, se esse meu amor platônico não passar em uma semana eu vou correr atrás. Isso é se daqui a uma semana ela ainda estiver aqui. Ela agora é famosa e ocupada.
- Haha! - Ele disse mostrando a língua aos outros rapazes. - Ela é minha! - Os outros Guys riram e pularam em cima deles. - Ai pô! - reclamou e todos nós rimos. Dei um pedala em sua cabeça tendo que me esticar um pouco pra isso e ao me abaixar de novo dei de cara com a .
End of the ’s POV

deu uma tapa na cabeça de e quando se abaixou ficou com o rosto próximo ao meu, perto demais. Nos fitamos por o que me pareceu um bom tempo e eu virei a cara me levantando do colo de , todos seguiram meu exemplo e suspirou.
- Nossa ! Você esta... er... - tentava encontrar as palavras certas.
- Fala logo ! Deixe-me adivinhar, não gostou do corte de cabelo? Roupas? Vai logo fala! - Eu disse curiosa.
- Não! Você esta... HOT! - ele disse me fazendo dar uma voltinha, eu corei. Vi mandando um olhar feio a .
- E você ? Anda tão ocupado com a banda que se esqueceu de crescer? - Brinquei. Eu não sei por que estava falando aquilo, afinal eu não era todo esse exemplo de altura. Na verdade sou 2 cm mais alta que a única diferença é que hoje estava de salto. Ele fez biquinho. - Ah, mas você continua hot! - eu brinquei novamente o abraçando. Ele sorriu.
- Ficamos muito orgulhosos quando te vimos na TV - Disse . - mas isso já faz um tempão... Desde que começamos a fazer sucesso não temos tempo para ver TV - Ele continuou.
- Aposto que no único tempo livre de vocês, vocês se jogam no sofá pedem uma pizza e ficam jogando videogame - Brinquei, eles riram e eu levei isso como uma concordância - Falei! - Eu disse mostrando a língua pra eles.
- ? - Tom me chamou.
- Fala Lorinho! - Eu disse mordendo os lábios. Ele riu mostrando sua covinha.
- Porque você não me avisou que estava vindo? Eu podia ter ido te buscar no aeroporto. - Ele disse fazendo bico.
- Aw fofo! É que assim não ia ter graça. E eu só decidi vir pra cá umas 2 horas antes de pegar o avião. - riu, ele sempre se animava quando eu começava a contar minhas historias e sabia o quando eu era impulsiva.
- Porque isso? - Foi sua vez de perguntar.
- Eu vi vocês na TV. - Eu disse corando.
- Aw. - Disseram todos me abraçando. Um abraço grupal que estava me sufocando.
- Gente... Eu... Não... To... Conseguindo... Respirar! - Eu disse, ouvi umas risadinhas abafadas e eles me soltaram.
- Você veio pra morar? - Perguntou .
- Ainda não sei - Eu disse sincera. - Mas, Pretendo ficar um bom tempo. - Eu disse enfatizando o “mas” como eu sempre fizera dando um som de MÃÃÃS.

’s POV
Ela ia ficar um bom tempo? Que Ótimo.
- ? Onde você esta hospedada? - Perguntou .
- Num hotel ai - Ela respondeu simplesmente.
- Pequena? - Chamou Tom.
- Fala grandão! - Ela brincou.
- Fica lá na minha casa, tem uns quartos vagos. - Ela sorriu.
- Isso , fica na casa do Tom... - Finalmente me toquei - O QUE?!? - Eu fiquei com ciúmes mesmo! Será que o Tom tava dando em cima dela? Ah, mais ia tirar isso á limpo! Mas se ele ia ficar perto dela, eu também ia, a casa de Tom era igual uma pensão eu e os Guys não saiamos de lá, alem do mais, nós éramos vizinhos.
End of the ’s POV

- O QUE?!? - Gritou e todos olhamos para ele, fingiu que não era comigo.
- Não Loirinho, não quero incomodar. - Eu disse, ele fez cara de indignado.
- Que isso Loirinha! - ele disse me fazendo rir e olhando meu cabelo que de loiro não tinha nada (n/a: se seu cabelo for loiro, finge que não é ou finge que não tem essa parte escrita). - Não vai ser incomodo nenhum - ainda estava de cara fechada e e sorriam iguais a bobos alegres.
- Tom a Gio não vai gostar nada disso. - alertou. Quem era Gio?
- Foda-se a Gio! - Disse Tom - Eai ? - Ele insistiu.
- Tá! - Eu disse me rendendo. Tom me abraçou me tirando novamente do chão.
- Guys? - Os chamei, todos me olharam - E as meninas? - Perguntei, eles sorriram.
- A , a , a e a ? - Perguntou .
- Não ! - Modo “Iroc ON” ? A Britney Spears, a Madonna, a Lady Gaga e a Rihanna! - E fez biquinho.
- Elas estão bem, a está fazendo faculdade na cidade vizinha, mas vem pra cá quase todos os fins de semana, mas a , a e a nós vemos direto, elas já terminaram a faculdade. - Disse - Podemos te levar lá amanha... Hoje você é toda nossa! - Eu sorri.
Ficamos conversando á tarde toda e quando estava quase anoitecendo os meninos decidiram ir ao meu hotel me ajudar a arrumar as malas.
- Vem no meu carro ! - Disse feliz. Eu corei e assenti.
- Vou também! - Disse animado como uma criança que acaba de ganhar um pacote de doces, fechou a cara. preferiu ir no carro de Tom pra ele não ir sozinho.
Quando chegamos ao hotel, eu subi com a “criançada”. Era o que eles estavam parecendo olhando tudo e cada detalhe estranho que encontravam apontavam e riam alto. Abri a porta de minha suíte presidencial e me deitei (leia?se: me joguei) no meu sofá dando aleluia por ter chegado antes que eles quebrassem alguma coisa.
- Nossa ! - Disse - Tem certeza de que chegou ontem? - Eu assenti me sentando. Ele olhava minhas coisas que já estavam tudo do jeito que eu gostava, cada qual num canto especial. - Maníaca! - ele disse e todos riram.
- Então Tom! Parece que finalmente alguém vai dar um jeito na sua casa! - Disse .
- Aha! Se vocês pensam que vão me fazer de empregada podem tirar o cavalinho da chuva! Pô eu sou , eu não limpo a casa de ninguém não! - Eu disse me fingindo de brava e olhando minhas unhas recém-feitas.
- Nossa! Olha só quem ficou metida! - Disse rindo. Mostrei a língua pra ele.
- To brincando galerinha! - Eu disse. Tom riu. estava mexendo em uma de minhas bugigangas preferidas. Logicamente eu dei Piti (n/a: é assim que se escreve? ashuahsuahsu). - Desastrado ! Saia de perto disso agora! - Ele me olhou assustado. - já aprendeu a voar? - Perguntei. Ele riu e negou com a cabeça. - Pois deveria aprender, porque se você tivesse quebrado você ia ter que ter muita experiência, pois eu ia te jogar da varanda! - Eu disse e todos riram. A bugiganga era algo simples mais muito bonito. Era um Trevo de quatro folhas de exatamente 30 cm dentro de cada folha havia uma foto e atrás uma mensagem.
- Nossa! Quanta maldade! Porque tudo isso? - Perguntou .
- Eu ganhei da Madonna! - Disse alegre, pegando cuidadosamente e abrindo as folhas dos trevos mostrando 4 fotos minhas com ela. se prendeu na última.
- Nossa ! Não sabia que você dava selinho em mulher! - Ele disse. Ta eu não sou lésbica! Mas que fã nunca quis dar um selinho na Madonna? Tudo bem que eu não sou exagerada como a Britney Spears e outras loucas que a beijaram de língua!
- Com licença querido, é a Ma-don-na! - Eu disse separando as silabas de Madonna. Todos riram. Fomos arrumar minhas coisas e as descemos para os carros, eu levei tanta bagagem que tivemos que colocar nos dois carros.
entrou em um condomínio com quatro casinhas iguais, porém uma de cada cor.
- Bem Vinda! esse é o McCity! - Disse animado.
- McCity? - Perguntei achando estranho.
- Uhuum... A casa Azul é a do ... - se agitou no banco de trás.
- A verde é a do - Continuou, Tom derrepente estava com o carro ao lado do nosso, abaixou o vidro e gritou.
- Gostou? - Assenti sorrindo.
- A Branca é do Tom e a Rosa é do . - Continuou Doug.
- Seu gay! - Eu disse olhando pro rindo, ele riu também. Estacionou o carro em frente à casa branca e Tom fez o mesmo, a ordem das casas era a seguinte: -Azul, -Rosa, Tom-Branca e -Verde.
- Amei o McCity! - Eu disse brincando.
- ! Tenho uma surpresa pra você. - Disse Tom.
- Sério? Qual? - Eu amava surpresas.
- Ta na minha garagem. - Eu o segui ate a garagem e quando entrei eu o segui para o fundo, os outros Guys no seguiam. No fundo da garagem tinha alguma coisa coberta Tom a descobriu.
- Adolpho! - Eu gritei.
- Só a mesmo pra dar nome pra moto dela! - Disse . Eu subi em cima de minha antiga moto e sorri ao me lembrar os bons momentos que passei em cima dela. Desci e abracei Tom.
- Brigada por ter cuidado dele esse tempo todo, Loirinho! - Disse dando vários beijinhos em seu rosto - Sabe que eu te amo né? - Ele riu e assentiu.
- Poxa, assim nós ficamos com ciúmes! - Disse fazendo bico, eu o abracei também.
- Não se preocupa eu também amo vocês. - Eu disse rindo. - E nem precisa responder, eu sei que vocês me amam! - eu disse fazendo pose e biquinho sexy, eu comecei a rir e eles me acompanharam. - E então vocês vão ou não me apresentar a McCity? - Eu disse mostrando a língua e os puxando pelo braço. - “Guenta” ai Adolpho, já volto pra gente dar uma voltinha! - Eu disse e revirou os olhos. Levaram-me ate o carro e cada um pegou uma ou duas malas grandes e eu so levei minha pequena maletinha que tinha minhas jóias. Tom abriu a porta e eu entrei. - Que bagunça é essa? - Eu disse chocada, olhando a mesa de centro cheia de latas de cerveja, pacotes de salgadinhos e pipocas jogadas no tapete.
- É que hoje o campeonato de vídeo-game foi aqui em casa . - Disse Tom com cara de cachorro abandonado. Eu ri. A casa era bonita, apenas a cozinha e a sala estavam um pouquinho bagunçadas, finalmente me levaram até meu quarto. Era grande, tinha um banheiro e uma varanda, coloquei minhas coisas em cima da cama e comecei a arrumar minhas coisas, os meninos me ajudaram enquanto faziam perguntas.
Quando terminamos de guardar minhas roupas no armário e todas as minhas bugigangas estavam espalhadas pelo quarto descemos e eu coloquei todos pra trabalhar. Tom e estavam limpando a sala, lavando a louça, secando a louça e eu fazendo janta. Preparei lasanha e arroz.
- Huuum... Caramba ! Eu pensei que depois que você ficou famosa tivesse se esquecido de como se cozinhava. - Disse Tom com a boca toda suja de molho.
- Caramba Loirinho! Assim você me ofende! - Eu brinquei.
- Mais é serio . Tinha me esquecido de como você cozinhava bem. - Disse . Eu sorri.
- Aposto, que ultimamente vocês so andam comendo besteiras. - Eu disse brincando.
- A coisa mais saudável que comemos essa semana foi cachorro quente. E só era saudável porque tinha purê, milho e ervilha - Disse com a boca cheia.
- Aha! Peguei vocês! - eu disse me levantando e tirando os pratos da mesa, os coloquei arrumados dentro da pia e saindo da cozinha. Fomos para a sala, Tom se deitou com as pernas dobradas num sofá, e se sentaram no outro e se sentou no chão. Eu fiquei em pé na ponta do sofá em que Tom estava sentado, pulei por suas pernas e me sentei entre elas, ele riu e passou os braços por minha cintura. Quem visse diria que éramos namorados, mas já estávamos acostumados com esse tipo de comportamento, nos tratávamos como irmãos.
- Quem ta com o controle? - Perguntei e alguém jogou o controle em cima de mim, eu peguei e mudei de canal. Coloquei num canal que eu amava e dei graças á deus que a TV era a cabo, pois o canal era Brasileiro e então difícil de encontrar.
- A ! Não entendo nada do que esse povo fala! - Reclamou .
- Cala a Boca e escuta! A maioria das musicas que passa é em Inglês. - Respondi. Todos riram da cara de . - Ta vendo! - Eu falei quando começou uma musica deles.
- A ! Fala Serio! Você colocou nesse canal pra nos ouvir cantar era so pedir que a gente cantava pra você! - Disse . Eu ri. E comecei a cantar junto com a música Lies.
- Loirinha, não sabia que você curtia as músicas da nossa banda. - Disse Tom.
- Tenho todas no meu Iphod. - Eu disse e continuei a cantar. Quando a musica acabou eu me levantei.
- Já vai dormir? - Perguntou .
- Não vou tomar banho. - eu disse saindo. - Depois eu volto pra dar boa noite.
Subi até meu novo quarto e separei meu pijama, entrei no banheiro e tomei um banho demorado, me sequei, sai do banheiro e coloquei meu pijama.
Desci até onde os meninos estavam.
- Olha só! - me apontou para os outros garotos - Pensei que você fosse cantora de POP ! - Ele disse observando meu pijama. Meu pijama era simples e não tinha nada a ver com POP. Eu usava um shortinho preto muito curto e uma blusa vermelha com uma foto do Greenday que cobria o short e mesmo assim não acabava com a sensualidade do pijama, ela era uma blusa colada em meu corpo (de modo que não incomodava) mostrando todas minhas curvas.
- Aha, senhor Entendo Tudo de Pop ! - Eu ironizei - Eu cantar musicas no estilo Pop não significa que eu não possa gostar de Rock, Greenday e Avril Lavigne! - Eu disse pulando novamente no sofá com Tom. Todos os garotos riram da cara de indignada que eu fiz.
- Vamos assistir a um filme? - sugeriu .
- Vou buscar um dos que eu trouxe. - Eu subi no meu quarto e peguei um de meus filmes favoritos, era um filme antigo, mas eu gostava. Desci novamente.
- Eai ? Que filme vamos assistir? - Perguntou me olhando.
- No Balanço do Amor! ? Eu respondi já colocando o filme no DVD (n/a: pra quem nunca assistiu, eu recomendo, como já disse na historia é um filme antigo, mas muito bonito!) - Já assistiram? - Perguntei.
- Não. - .
- Também não. - .
- Eu muito menos! - Tom.
- Não. - .
- Bando de sem cultura! - Eu disse de um modo engraçado e depois mandei todo mundo calar a boca. Quando o filme terminou todos os Guys foram embora, e eu Tom fomos cada um para seus respectivos quartos.
Acordei no dia seguinte com uma energia que é bem difícil de eu acordar, fiz minha higiene matinal e desci para a cozinha, fiquei assustada quando vi a hora no microondas. 06h45min da manhã? O que me fizera acordar naquela hora? Milagre! E dos grandes! Fiquei tentando passar o tempo assistindo filmes na TV, depois de mais ou menos 1 hora desisti e me levantei.
Eu sabia como Tom tinha o sono pesado então liguei o som e comecei a lavar a louça de ontem, quando começou a tocar uma de minhas musicas favoritas do Greenday, Last of the American Girls. Eu me animei e comecei a cantar e dançar junto com a música.

’s POV
Eu não havia conseguido dormir direito, ficara pensando o que o retorno de causaria comigo. Me levantei lá pelas 7:15 e fui até a padaria, comprei as coisas preferidas de , iria fazer um café da manhã surpresa pra ela. Chegando à porta da casa de Tom conferi se estava faltando algo e peguei a chave da casa dele no chaveiro. Abri a porta e escutei uma musica, xii, meus planos de surpreender a foram por água a baixo, ela já estava acordada, estava tocando no som uma musica que eu conhecia como uma das músicas do Greenday, eu não curtia muito a banda e muito menos aquela música, mas quando entrei na cozinha comecei a amar aquela música.
estava lavando a louça, mas ao mesmo tempo cantava e dançava a música que tocava no som. Ela rebolava no ritmo da música, jogava a mão pro alto nas partes mais animadas e fingia estar tocando os instrumentos. Tive que limpar a baba depois de vê-la derrubar uma colher no chão e sem deixar sua animação se acabar descer até o chão requebrando e depois subindo. Coloquei as coisas na mesa.
- Bom dia Pequena! - eu disse me aproximando de seu ouvido e a vendo ficar arrepiada, confesso que aquilo me deu uma levantada no ânimo.
- ? - ela disse com a voz falhada. Minha vontade era agarrá-la mas eu não podia fazer isso se queria que as coisas dessem certo... não podia, mas queria...
End of the ’s POV.

Estava dançando quando sinto alguém se aproximar.
- Bom dia Pequena! - disse aquela voz próxima de meu ouvido eu me arrepiei quando reconheci a voz. Me virei.
- ? - eu perguntei, mas minha voz saiu falha. Vi um brilho esquisito nos olhos de . Ele foi se aproximando e eu fui andando pra trás, quando senti a pia bater nas minhas costas. - Bom dia. - Eu disse o abraçando para ter certeza de que ele não ia me beijar. - O que você ‘ta fazendo aqui? Como você entrou aqui? - Perguntei me distanciando. Eu tinha certeza de que tinha trancado a porta.
- Er... Nós quatro temos a chave de todas as casas dos outros. E eu estava passando na padaria resolvi trazer alguma coisa pra gente tomar café da manhã. - Ele disse impreciso.
- Ah, sim, o Tom ainda ta dormindo, vou acordar ele. - Eu disse subindo as escadas e entrei no quarto de Tom, ele estava dormindo igual á um anjinho, eu sorri e pulei em cima da cama. - Tom! Acorda! - Eu disse, ele se mexeu inquieto.
- Ah mãe! Só mais cinco minutinhos... - Disse com a Voz embargada.
- Tom, não é a sua mãe, sou eu a ... Acorda Loirinho! - Choraminguei me ajoelhando ao se lado na cama.
- A ! Deita ai vamos dormir! - Ele disse me empurrando até eu me deitar, eu ri e ele me abraçou. - Boa Noite! - Disse sonhadoramente.
- Tom! Fala sério! O ta ai, ele trouxe café pra nós! - Eu choraminguei.
- Corrigindo ele trouxe café pra ele, e deu uma de folgado usando meus pratos, por que eu vou dormir e você também! - Ele disse agora colocando uma das pernas por cima de mim me segurando.
- Loirinho! _ Choraminguei novamente. Ele fingiu que roncou - Você quem sabe eu não vou deixar você dormir mesmo. - Eu disse fazendo cócegas em sua barriga.
- Ah, Loirinha, me deixa dormir! - Ele choramingou, me soltando e virando pro outro lado.
- Não, não e não! ? Disse sentando em cima de suas costas e pulando. ? Ah Tom acoooooordaaaaaa! ? ele me olhou com ódio.
- Ta bom! Você venceu! - Disse se levantando e indo em direção ao banheiro, 2 minutos depois ele saiu me puxou para um abraço. - Bom dia, .
- Boooom dia, Amorzinho! - Disse dando um beijinho na ponta de seu nariz. - Vamos tomar café? - ele assentiu e foi saindo do quarto me puxando pela mão - Loirinhooooo! Me leva nas costas? - Ele sorriu.
- Você é doida, - Ele disse me colocando nas costas. Ele desceu as escadas correndo e eu gritando parecia que tínhamos voltados a nossa infância.
- Quem morreu! - Disse com as mãos na cabeça nós rimos e fomos ate a cozinha, já tinha arrumado a mesa. Eu olhei a mesa e abri um sorriso.
- eu sei que você gosta de bolo de maracujá, bolo de chocolate, pão doce, pão Frances com mortadela, baguete de presunto e queijo e vitamina... mas seus olhos estão brilhando. - disse Tom. Era verdade, naquela mesa tinha tudo que eu mais gostava, sentei.
- Vamos comer? - Disse animada e eles riram. Nos sentamos na mesa e começamos a comer. - , você se importa de ficar em casa sozinha hoje? - Tom perguntou me olhando.
- Não. Porque? - Perguntei.
- É que hoje a gente marcou uma reunião na Super Records. Sobre a gravação de nosso novo cd. - Continuou.
- Puta Merda, eu me esqueci completamente disso. - Disse irritado.
- Sem problemas, eu fico sozinha, não vou me importar nem um pouquinho. - Sério? - Perguntou Tom.
- Com uma condição - Eu disse sorrindo marotamente.
- Qual? - Perguntou e Tom juntos.
- Fim de Semana. Play Center. Minhas Amigas. McGuys. SubWay.
- Okay!


Capítulo 8 - James Bourne

Estava deitada no sofá assistindo a MTV quando alguém tocou a campainha.
- Já vou! - Gritei me levantando e indo em direção á porta.
- Oops... Errei de casa? - Oh meu Gosh! ( n/a: Dedicado a minha amiga Pão com Ovo ‘Milena’)
- Nã-Não... Você está procurando o Tom certo? - Ah meu Gosh, eu estava fazendo papel de boba na frente de James Bourne?
- Uhuum, ele está? - Neguei com a cabeça - Que pena. Você é , certo? - Sorri.
- E você James Bourne, acertei? - Ele assentiu - Dude, sou sua fã! - Eu disse.
- Tá, to sonhando, , aquela garota que eu sou fã dizendo que é minha fã, mesmo depois de o Busted não existir mais e eu estar indo buraco a baixo porque quase ninguém mais ouve minhas musicas? - Ele disse e então entendi a sua situação.
- Não, eu sou sua fã desde que você começou sua carreira e te acompanho até hoje. – Eu disse fazendo bico – Então, quer que eu dê algum recado ao Tom?
- Não é que sempre que estou com dificuldades para compor o Tom me ajuda. – Ele disse.
- Espere um minutinho, tenho uma coisa que vai te ajudar. Entra ai. - Eu disse, não esperei sua resposta e fui até o meu quarto, peguei uma maletinha preta com plumas lilás escritas 'Caixa de Inspirações', desci, ele tinha entrado e sentado no sofá. Lhe entreguei a maleta.
- Uhuum, sabe não faz muito meu estilo. - Eu sorri.
- Não é pra você, é um empréstimo, quero de volta. - ele me olhou.
- E o que exatamente é isso.
- É uma caixa de inspirações, tem fotos, trechos de músicas que comecei a criar e não terminei... Ou seja tudo que pode dar inspiração. - Ele sorriu.
- Valeu, depois eu te devolvo, só vou tentar escrever uma musica e te trago o mais rápido possível. - Ele se levantou com a maleta no colo. Eu me levante e abri a porta pra ele.
- Obrigada, mesmo ! - Ele disse me dando um beijo no rosto. – Ah, só mais uma coisa, curiosidade, você é o que do Tom? - Perguntou.
- Melhor Amiga, de infância - Acrescentei.
- Ok, até outra hora. – Ele disse saindo.
Fechei a porta e peguei meu celular, procurei na agenda até achar o nome que eu procurava. Tom.
Tom’s POV.

Estava sentado com os Guys, almoçando, quando meu telefone toca. ligando.
- Oi, , ta tudo bem? - Perguntei.
- Thomas Michael Fletcher! – Ela ralhou.
- Não fui eu! - Eu disse me defendendo.
- Não foi mesmo! - Ela continuou brigando e eu continuei sem entender.
- O que foi que eu não fiz? - Perguntei.
- Como você não me fala que conhece James Bourne! Você sabe que eu amo James Bourne! - Deixei escapar um ‘aah’. Vi de relance os guys rindo.
- você chegou ontem, não deu tempo de te falar que eu conhecia o Jimmy. - Eu disse com voz chorosa.
- Mas... - Piiiiiii. (n/a: finge que é o celular apitando ok? Ahsuhau) Olhei para a tela. James Bourne ligando.
- , espera ai, to recebendo outro ligação - Eu disse e atendi a ligação de James. - Oi Jimmy.
- Tom! Pensei que você fosse meu amigo! – ele disse bravo.
- Mas eu sou! - Murmurei.
- E como você não me falou que conhece a ! Você sabe que eu sou Louco por ela, desde que a vi pela primeira vez na televisão! - ele continuou bravo. Suspirei. De novo não.
- Querido James, eu conheci a quando era adolescente, estudei com ela, depois ela se mudou pra Londres e perdemos contato, Nós nos reencontramos ontem. - Expliquei.
- Uhuum.
- Pra compensar vou te fazer um convite, quer ir jantar lá em casa hoje? - Perguntei - Eu , você, a , Os Guys e as amigas da .
- Pode ser, to lá as 20:00 hrs.
Tututututtu
- Tchau pra você também e de nada . - Murmurei para o telefone mudo.
Mudei a Ligação e voltei a falar com a
- Voltei! - Eu disse.
- Demorou - Murmurou.
- Tenho boas noticias. Os Guys, eu, as Meninas e o James Love Forever da Bourne, vamos jantar ai em casa hoje. - Eu disse.
- Aaaaaaaaaaah... - Tirei o telefone do ouvido - TEEE AAAMOOO LOOOIIIIRIIINHOOO! - Continuou gritando.
- Não grita vai estourar minha cabeça. - Eu disse.
- Tchau... Obrigada Loirinho, Te amo Pakas! (n/a: adoro falar Pakas!), Vou arrumar a casa e fazer a janta e me... - Tutututu... Hoje era o dia de desligar na cara do Tom Gostoso pra Cassete Fletcher? Não? Pois ta parecendo!
- Eba, quer dizer que vamos jantar a comida da de novo? - Perguntou animado.
- Eu ia de qualquer jeito - Comentou , dei lhe um pedala na cabeça.
- Que historia é essa do Bourne? - Perguntou com a cara fechada.
Porque eu tenho um pressentimento que ele esta com ciúme? Expliquei pra eles a ligação de e James. E observei fechar a cara cada vez mais, se é que era possível.
End of the Tom’s POV.

Jimmy’s POV

Desliguei o telefone e fui direto para o meu sofá, abri a maleta que havia me emprestado e me surpreendi, realmente havia de tudo, me prendi á uma foto que tinha, ela estava sorrindo e a abraçava por trás, eles tinham uma certa intimidade. Tirei isso de minha cabeça.

The simple things
(As coisas simples) the secret thing
(As coisas secretas) between me and you
(Entre eu e você) in our own little world
(No nosso próprio pequeno mundo) and what we had
(E o que nós tivemos) where we were
(Onde estávamos) it was all so unbreakable
(Isto foi tão inquebrável)

Me prendi naquela frase. Ela era criativa.
- Uau. - E então comecei a escrever a partir daquela frase.
End of the Jimmy's POV

Capítulo 9 – Jantar

(N/A: Coloque essa música para carregar)

’s POV.
Quando desliguei o telefone, olhei para o relógio, ainda faltava muito tempo, subi para o quarto e fui tomar um banho de preferência... beem demorado.

Tom’s POV.
Mal terminei de contar tudo o que havia acontecido quando vi se levantar e sair do restaurante.
- Deixa ele. – Eu disse ao ver se levantar.
- Tem certeza, Tom? – me perguntou, assenti. precisava pensar, e sozinho.

’s POV.
Eu estava pronto para ir na casa de Tom e resolver aquela situação uma vez por todas. teria que me escutar.
Peguei meu carro e dirigi até a casa de Tom. Abri a porta com minha chave, a televisão na sala estava ligada.
- ? – Chamei, ninguém respondeu, subi até seu quarto. – ? – Chamei novamente batendo na porta.
- Já to indo. – Ouvi sua voz sair do banheiro. Entrei em seu quarto e sentei em sua cama. Percebi que em cima da cama havia uma roupa. Sua roupa de festa e... Ah meu deus. Peguei a pequena peça na mão. (n/a: tarado!) Sua lingerie. Sacudi a cabeça e coloquei a peça de volta ao seu lugar quando ouvi a porta do banheiro se abrir.
- ? – Ela saiu só de toalha.
- O-oi.
- Tudo bem? Aconteceu alguma coisa? – Perguntou preocupada.
- Não. Sim. Não. Mas precisamos conversar – Eu disse.
- Ok. Pode me esperar lá em baixo? Só vou me trocar. – Ela me olhou e eu assenti.
Desci e sentei-me no sofá, olhei para a TV. Friends, ela não mudava nunca. Poucos minutos depois ela desceu ate a sala, ela estava usando um vestido vermelho, com chinelos.
- Prontinho pode falar.
A hora era essa, finalmete iria contar tudo á . Não ia esperar o tonto do Bourne a roubar de mim.
- ... Não vou enrolar. – Eu enrolei.
- Então não enrole, desembuche de vez!- Ela disse.
- Eu não te esqueci, eu ainda te amo e quero que você me de mais uma chance. – Eu disse de vez, ela me olhou.
- Você ta falando sério? – Não, ela não disse isso calmamente. Desviei o olhar e assenti. – Realmente ? Pra que? Não to afim de me magoar novamente. – Isso ela disse calmamente. Desviei o olhar, tudo por causa da vaca da .
- , eu juro, nunca tive a intenção de te magoar. - É mais magoou, . – Ela desviou o olhar pro seriado, e um segundo depois deu uma risada pelas besteiras que Phoebe e Chandler estavam dizendo. Finalmente ela me olhou; Tomei coragem.
- Eu mudei, ! – Ela riu.
- É, os tablóides mostram que eu nunca te conheci realmente.
- Mentiras. – A maioria das coisas realmente era.
- Se tem uma coisa que aprendi com os paparazzi, são que eles nunca mentem, , Eles aumentam as coisas, mas nunca mentem. E mais da metade das coisas que li, mesmo as diminuindo, percebi que eram ruins. – Ela olhou. – É fiquei um tempo procurando noticias suas até na internet, mas ao ver que eu só me decepcionava, parei de ler tudo relacionado a ti. – Lembrei-me que depois que ela se foi eu me joguei na farra.
- Eu sei que eu fui um trouxa, . Mas por favor me dá mais uma chance. – Ela me olhou, se levantou do sofá e foi até a cozinha. Não me segurei e fui trás dela.

’s POV
Minha cabeça estava uma bagunça, por uma lado eu queria dar uma segunda chance a , por outro eu tinha medo de sofrer novamente. Abri a geladeira e peguei uma latinha de Coca, eu a abri e tomei um gole, estava indo pra sala quando esbarrei nele.
segurou minha cintura para eu não levar o mesmo fim que minha latinha, o chão. È eu também não sei o que me deu, mas ao sentir minha espinha arrepiar, meu coração disparar e meu estômago dar um ‘treco’, eu coloquei meus braços ao redor de seu pescoço e o beijei.
Era tudo que eu queria fazer desde que voltei. Foi um beijo de início lento, pra matar a saudade, mais logo ganhou voracidade. apertou minha cintura, tirou meus pés do chão e me sentou na mesa, ele tirou a sua boca da minha e mordeu minha orelha. Arrepiei-me novamente, como senti falta disso. Do seu beijo, do seu perfume, de sentir seu toque.
- E então, eu tenho mais uma chance? – Perguntou acariciando meu rosto. Seus olhos estavam carinhosos e seus lábios estavam repuxados em um pequeno sorriso torto. Como uma pessoa tão esplendidamente, maravilhosamente linda como essa poderia se apaixonar por mim?
- Tem. E é a única chance que você tem. – Eu disse o olhando.
- Ah, eu sou o homem mais feliz do mundo. – Ele sorriu e me abraçou fortemente, Eu queria me entregar ao seu abraço e passar o resto da minha vida nele.
Limpamos a bagunça e fomos para a sala, eu me deitei no sofá e me empurrou para ficar atrás de mim, ele me abraçou.
- ! Assim eu não consigo assistir Friends! – Eu disse enquanto ele mordiscava minha orelha. PS: não que eu estivesse achando ruim.
- Você já assistiu esse episódio. – Cantarolou.
- Como você sabe? – Perguntei me virando pra ele.
- Porque se você nunca tivesse assistido você não teria brigado comigo, estaria tão distraída que não repararia. – Ele disse dando de ombros. Ele tirou o cabelo de meu rosto e me deu mais um beijo.
Passamos a tarde trocando carinhos e quando deu umas seis e meia foi embora.
Fui me arrumar com uma expressão de boba apaixonada estampada no rosto.

’s POV
Estava saindo da casa de Tom quando recebi uma mensagem.

Soube que a vaca esta de volta. Encontre-me daqui a 20 minutos na Starbucks que tem perto do seu condomínio.
Beijinhos,


Fiquei paralisado quando li a mensagem, o que essa vaca queria agora? Já não bastava o que ela havia me feito sofrer... mas eu não podia arriscar, peguei meu carro e dirigi em direção a Starbucks.
Chegando lá, a vi sentada em uma mesa, quando me viu chegar abriu um sorriso malicioso.
- Ora, ora, parece que alguém sentiu saudades – Ela disse, sentei-me a sua frente.
- O que você quer ? – Perguntei.
- Caralho , isso é jeito de tratar sua namorada?
- Não, essa historia de novo, não! – Eu disse nervoso.
- Okay, então gatinho – Ela disse se levantando – Mas só culpe a si mesmo se aquele segredo aparecer na capa de algum tablóide amanhã - pegou a bolsa e eu fiquei paralisado. Não eu não iria fazer a sofrer com aquilo de novo...
- , espere! – Eu pedi.
- Uuum, parece que o gatinho mudou de idéia, miau – Ela ronronou.
- O que você quer? – Repeti.
- Que ela sofra, muito. – Ela disse sorrindo. – E você vai me levar ao jantar essa noite.
- Co-como você sabe do Jantar? – Perguntei assustado.
- Eu tenho meus contatos.
- Okay, te pego ás 20:00 – Eu disse com raiva, me levantando.
- - Ela chamou, virei-me – É bom que a partir de agora, você me trate como se me amasse. – Ela disse. – Por que se não. – Ela amassou o cookie, eu assenti. Virei-me pra sair da Starbucks. – zuco! – Virei-me novamente já com raiva. – Não esta se esquecendo de nada? – neguei. – Beije-me seu idiota! – Ela disse com raiva.
Sentei-me ao seu lado e com muito nojo de mim mesmo, lhe dei um selinho.
- seu tosco! Isso é beijo que se de em sua namorada? – Fechei os olhos e pedindo a Deus paciência para não bater em uma mulher, mesmo que esta fosse uma vaca, lhe beijei.
Ela puxou meus cabelos e passou as mãos em meu tórax, me fazendo arrepiar (eeeeecaaaaa). Quando ela finalmente me soltou, eu sai das Starbucks.
E tudo o que pensava era – Cara, eu ao acredito que vou fazer a passar por isso de novo!

’s POV
Subi para meu quarto e fui me arrumar, coloquei um vestido rosa com preto, uma sandália, um par de brincos e um colar da amizade que todas as garotas tinham um par, escrito “Believe” em prata e desci.
Comecei a preparar minha especialidade: Escondidinho de Carne Seca, assim que o coloquei no forno preparei arroz e bife a parmeggiana. Quando estava tudo pronto arrumei a mesa e coloquei um cd dos Beatles (yeah! Eu amo os Beatles) e fui ao banheiro arrumar meu cabelo.
Fiz um coque com algumas mechas de cabelo soltas na frente, deixei a franja solta e a joguei pro lado. Passei rimel, lápis e passei gloss.
- , cheguei – Gritou Tom.
- To aqui em cima! – Gritei. Ouvi passos.
- Oi, . – Disse Tom me abraçando por trás e me dando um beijo na bochecha. – Cheirinho bom... – Ele disse
- Obrigada, achei que você já estivesse acostumado com meu perfume – Eu disse.
- Não, o de comida! – Ele disse saindo do quarto, eu ri.
- Nem ouse chegar perto da cozinha! – Eu disse saindo atrás dele.
- Estraga prazeres! – Ele disse com raiva.
- Haha, prefiro estragar os seus prazeres do que a beleza de meus pratos. – Eu disse rindo da sua cara. – Agora vai tomar banho, Loirinho, te espero daqui a pouco. – Eu desci e quando estava no último degrau da escada ouvi a campainha tocar. Abri a porta e me deparei com 4 garotas.
- Meninas, que saudades! - Eu gritei.
- ! - Me deram um abraço grupal.
- Uau, estão lindas! – Eu disse as olhando.
usava um vestido amarelo-pintinho (n/a: essa eu tirei da historia Chapeuzinho Amarelo-Pintinho), um sapato também amarelo, um par de brincos, anel, e o par do colar escrito “Faith” em ouro.
usava um vestido preto, um sapato rosa, com um par de brincos, anel, e o par do colar escito “Faith” em prata.
usava um vestido verde e um sapato verde também, com um anel e o colar escrito “Believe” em ouro.
usava um vestido branco, um sapato prata, pulseiras coloridas e o colar escrito “Fantasy” em prata.
- Olha só quem fala... – Disse me olhando.
- Ah fazer o que né, sou linda desde que nasci. Sempre fui a mais gata do grupo – brinquei.
- E a mais modesta também né, ? – Disse rindo.
Estávamos conversando quando escuto um barulho na cozinha.
- THOMAS MICHAEL FLETCHER SE VOCÊ ESTIVER NA COZINHA EU ACABO COM SUA RAÇA! – Eu gritei, indo até lá. Vi Tom saindo da cozinha com uma camiseta pólo branca e uma calça Jeans preta.
- Calma, ! Só tava pegando uma cerveja. – Ele disse me olhando e mostrando a latinha que tinha em sua mão. Cheguei mais perto e limpei um pouco de molho que havia no canto de sua boca.
- Você finge que é verdade e eu finjo acredito, Loirinho. – Eu disse.
- Ela não mudou nada. – Ele murmurou.
- Nem você, Tom, nem você - Eu disse.
Fomos para a sala e Tom cumprimentou , e .
- Oi, Tommy! – Disse corando profundamente.
- O-oi - Disse Tom gaguejando. Segurei o riso. Acho que iremos ter mais um casal no gruuupo! Quem mais será que esta apaixonado?
Eu ia fazer uma piadinha sobre isso, mas não deu tempo a campainha tocou, fui em direção a porta e abri.
- Boa Noite, James. – Eu disse o olhando, ele vestia uma camisa social preta com as mangas dobradas e alguns botões abertos e uma calça cinza.
- Boa Noite , obrigado pela ajuda - Disse Jimmy me dando um beijo quente na bochecha. MORRI!
- Imagina James. - Eu disse pegando a maleta de volta.
- Jimmy.
- Jimmy. E como ficou a musica? - Perguntei.
- Pode ficar despreocupada, você vai ser a primeira a ouvir.
- Vou esperar ansiosamente. – Disse sorrindo. – Entre.
Ele entrou.
- E ai, Jimmy! – Disse Tom.
- Fala, doido!
- Conseguiu se virar sem mim? – Perguntou Tom.
- Claro.
- Meninas, esse é o James. – Eu apresentei.
- Já nos conhecemos – Disse sem graça.
James cumprimentou as meninas e sentou-se, mal deu tempo de sentar que a campainha tocou novamente. Abri a porta.
- , , vocês sabem que não precisam tocar a campainha! – Eu ralhei quando abri a porta assim que vi quem era.
- A , é que queríamos nos sentir importantes, pra você abrir a porta para nós. – Disse .
- Okay, entrem Mr. e Mr. - Eu disse indicando a porta pra eles.
- Obrigado Senhorita .
Eu ri e entrei. Estávamos conversando, ainda não havia chegado quando finalmente a campainha tocou novamente.
- Oi, An..- Calei a boca quando vi que estava com alguém.
- creio que já conheça a... - Eu o olhei para com ódio.
- È conheço sim, Quanto tempo né, fofa? - Ironia ON.
- É muuuuito tempo. – Ela disse sorrindo.
Decidi que não iria demonstrar para que ele estava me fazendo sofrer novamente. Mas não demonstrar não significa não sentir, e o que eu estava sentido era ódio, tristeza.
- Vamos, só faltam vocês para o jantar começar. – Eu disse lhes dando passagem.
- , a vai vir. – Ouvi a voz de Tom.
- Minha irmã vai vir? – Perguntou Danny.
- O que essa garota vem fazer aqui? – Disse Rachel de repente.
- Desculpa querida, mas ela é minha amiga. – Eu disse de modo seco. – E então você vai entrar ou vai dar uma de segurança ai na porta? – Continuei – Se for à segunda opção sinta-se a vontade que eu vou encomendar uma farda pra você – Eu disse arqueando uma sobrancelha.
- zuco, você vai deixar ela falar assim comigo? – Ela disse com um tom ameaçador na voz.
- , Che... – Não deixei ele terminar a frase com medo do que ouviria.
- !- Gritei assim que a vi.
- Cunhadiiinhaaa – Gritou me abraçando (detalhe ela empurrou para poder fazer isso), mesmo depois de eu ter terminado com ela me chamava assim, mas apenas nós duas sabíamos o motivo. Ela era apaixonada por Matt.
vestia um vestido roxo tomara que caia curto, um sapato lilás, pulseiras coloridas, um anel, e o colar escrito “Fantasy” em ouro.
- Aiii que saudades.
- Oi maninho. – Ela disse me soltando, e o abraçando ela viu se postar do lado de , mas fingiu que não a viu. Cumprimentou os Guys, James e as garotas e me olhou.
- Cade? – Perguntou
- NY, mas eu vou levá-lo qualquer dia pra ir naquela casa de praia conosco, okay? – Ela riu assentindo – James, Tom, , , , , e vocês estão convidados. – Eu olhei pra porta. – Se você quiser ir também . – Eu disse dando de ombros.
- e Tom vocês podem me ajudar a servir o jantar? – Eu pedi.
- Claro. – .
- Oh, Deja vu – Exclamou Tom, chutou a sua perna. – Oh, não era Deja vu não, era dor mesmo. – Disse Tom, me fazendo ri.
- Vamos logo Tom. – Chamei indo para a cozinha.
- Meu eu não acredito que o tá fazendo isso com você de novo. – Disse assim que chegamos. Ela tirou o Escondidinho do forno e colocou em cima do fogão.
- Isso já aconteceu, a única diferença era que... - Começou Tom.
- Da outra era com biscoitos. – Eu disse.
Nós rimos.
- O que consola é que vocês não estavam juntos né, ? – disse.
- Mas é por isso que eu estou com raiva, . Nós voltamos hoje a tarde. – Eu disse.
- Eu não acredito, nessa merda! – Disse Tom – Eu vou matar o .
- Calma Tom, eu to na boa. – Eu disse.
- , amei o modo como você falou com a zinha na porta. – disse rindo, eu e Tom rimos também.
Servimos a mesa e depois começamos a comer.
- Nossa, , não sabia que cozinhava ta bem. – Disse James. Sorri.
- Você não sabe nada sobre ela, James. – Disse bruscamente.
- Do mesmo jeito que parece que eu não sei nada sobre você não é mesmo Danny? – Retruquei.
- Ninguém te conhece como eu, não é mesmo, baby? – Disse o olhando.
- Eah, amor é sim. – Ele diss.
- Vomitei. – Disse .
- Será que vocês não repararam que estamos comendo? Tipo assim eu to quase vomitando aqui. – Eu disse. me olhou com ódio. – Qual’é, Honey? A comida ta igual você?
- Como assim? - Perguntou.
- Sem sal? – Todos na mesa riram. Que foi você não achou que eu iria ficar me debulhando em lágrimas novamente por Danny não é mesmo? Ele havia me feito sofrer, mas eu ia mudar, criar um novo eu, uma nova .
se levantou da cadeira.
- Com licença, perdi a fome. – Ela disse indo em direção ao banheiro.
- Eu disse algo errado? – Perguntei me fazendo de sonsa. Tom riu.

’s POV
Aaah, mas aquela vaca vai me pagar! Com quem ela pensa que tah mexendo? Eu só sei que isso não vai ficar assim.

’s POV
Terminamos de jantar e nos juntamos na sala, a sem sal foi junto, passamos algum tempo conversando. a Sem Sal, e conversavam em um lado da sala. e Tom sentados em pufes e o resto das meninas e conversavam comigo e James estava sentado ao meu lado.
- Vou pegar um doce. – Eu disse indo em direção da cozinha, abri a geladeira, peguei um pirex, uma fatia de laranja e joguei leite condensado dentro.
- Uuum, posso experimentar? – Ou vi uma voz. Virei-me.
- Claro Jimmy. – Ele pegou a colher e pôs na boca.
– Parece que tudo o que você faz fica bom, ein garota? – Ele disse me devolvendo.
- Fazer o que né? – Eu disse rindo. Ele me puxou pela mão para a sala. Ao chegar vi uma cena não muito agradável, é isso mesmo, eles estavam se beijando.
- Vem você pode me mostrar a sua música no meu quarto, eu tenho um violão lá. - Disse puxando Jimmy.
- Tá – Ele disse sem entender.
Subimos, e entramos em meu quarto.
- Que quarto lindo... – Ele disse. Sorri e subi na poltrona que tinha perto do guarda roupa para pegar o violão. – Deixa que eu pego, . – Ele disse estendendo a mão para me ajudar a descer. Segurei-a e sorri pra ele, desci e sentei-me na cama, James subiu rapidamente na cadeira e pegou o violão. Sentou-se ao meu lado. (n/a: Botem a musica!)

Do you remember when we fell in love
Você lembra de quando nos apaixonamos?
Three times a day we couldn't get enough
Três vezes ao dia não era suficiente
We spent the weekends with nobody else
Passamos os finais de semana sem ninguém mais
I just had to have you for myself
Eu só tinha que ter você para mim
I used to love the way you called my name
Eu costumava amar o jeito que você chamava meu nome
Thought that it would always be this way
Pensando que seria sempre dessa maneira
You held me like you'd never let me go
Você me abraçou como você nunca fosse me deixar ir
I wanna know
Eu quero saber
I wanna know
Eu quero saber
Do you still want me like that?
Você ainda me quer daquele jeito?
Do you still want me like that?
Você ainda me quer daquele jeito?

Jimmy cantava olhando fixamente pra mim. E eu apenas conseguia sorrir.

Its like
É como
If you can cast your mind to way back when
Se você pudesse levar sua mente de volta a quando
I'd count the days till id see you again
Eu contava os dias até que eu te visse de novo
When we spent every second of our time
Quando nós gastávamos cada segundo do nosso tempo
Lost in the moment where the stars align
Perdidos no momento onde as estrelas se alinhavam
So crazy bout each other we were blind
Tão loucos um pelo outro que estávamos cegos
So into you that I could read your mind
Tão próximos que eu podia ler a sua mente
You swore to me you'd never let it die
Você jurou pra mim que nunca deixaria isso morrer
I wanna know
Eu quero saber
I wanna know
Eu quero saber

Peguei meu travesseiro e coloquei as pernas em cima da cama e o travesseiro em cima delas. James me olhou e sorriu.

Do you still want me like that?
Você ainda me quer daquele jeito?
Do you still want me like that?
Você ainda me quer daquele jeito?
Cos its like you had a change of heart
Porque é como se você tivesse mudado o coração
At times like these I wonder
Em momentos como esse eu imagino
Do you still want me like that
Você ainda me quer daquele jeito?
The simple things
As coisas simples
The secret thing
As coisas secretas
Between me and you
Entre eu e você
In our own little world
No nosso próprio pequeno mundo
And what we had
E o que nós tivemos
Where we were
Onde estávamos
It was all so unbreakable
Isto foi tão inquebrável
Do you still want me like that ?
Você ainda me quer daquele jeito?
Do you still want me like that?
Você ainda me quer daquele jeito?
Do you still want me like that?
Você ainda me quer daquele jeito?
Cos its like you had a change of heart
Porque é como se você tivesse mudado o coração
At times like these I wonder
Em momentos como esse eu imagino
Do you still want me like that
Você ainda me quer daquele jeito?

- Uau Jimmy que linda! - Eu disse impressionada com a sua musica – Nunca arranjei uma mÚsica pra esse trecho, ficou... ótima!
- Fiz pensando em você, graças a você. - Ele disse se aproximando.
- James, eu... – Comecei.
- Desculpa, eu sei que eu te conheci hoje, mas parece que... Sei lá, desculpa mesmo. – Sorri.
- Sério, você é um cavalheiro. – Ele corou.
- É melhor eu... – Ele se levantou e foi em direção da porta.
- James... – Eu me levantei e ele me olhou, segurando a maçaneta.
- É mesmo?
- Mesmo. – Ele colocou a mão em minha cintura e me puxou pra mais perto delicadamente.

’s POV
Percebi a falta de e James quando olhei para a direção das meninas e não os vi. já estava me dando nos nervos e havia me feito ate beijá-la, percebi durante o jantar o quanto , mudou. Dessa vez ela nem ligou, mas também não posso falar que ela ficou sem por cento feliz.
- Com licença, vou ao banheiro. – Eu disse.
Levantei-me e subi para os banheiros do corredor de cima sem ninguém ver. Lavei meu rosto e sai, abri discretamente a porta de .
- (...) a música. – Ela dizia ao lado da porta.
– É mesmo? – Perguntou James.
- Mesmo. - James colocou a mão em sua cintura e a puxou para mais perto. A raiva me subiu a cabeça quando ele a beijou.

’s POV
O beijo foi delicado e lento, James era realmente um amor. Coloquei minhas mãos em volta de seu pescoço, ele apertou mais minha cintura, me trazendo mais pra perto.
- Aaah, Tire as mãos dela agora! - Ouvi a voz conhecida antes de ver seu dono, já sabia de quem era. James separou-se de mim, calmamente, mas seu rosto mostrava que havia tomado um susto. – Qual é o seu problema, Bourne? – encontrava-se parado em frente a porta.
- Qual é o seu problema, Danny? – Eu disse calmamente.
- O MEU PROBLEMA? MEU ÚNICO PROBLEMA AQUI É ELE. – Gritou , apontando para James.
- Para de gritar.
- QUE MERDA ...
- Para de Gritar. – repeti calmamente.
- O que ta acontecendo aqui? – Disse Tom entrando no quarto, ele olhou para James que estava perto de mim e , vermelho de raiva, perto da porta. – A tá.
- O QUE TA ACONTECENDO AQUI É MUITO SIMPLES, TOM, O BOURNE E A SUA AMIGA ESTAVAM AOS BEIJOS.
- PORRA, MEU, VOU TER QUE MANDAR VOCÊ PARAR DE GRITAR DE NOVO? – irritei-me.
olhou para a porta e viu que todos inclusive estavam ali.
- Não vejo nenhum problema, , os dois são solteiros e desimpedidos. – Disse .
- É que a , é como se fosse uma irmã pra mim. – Ele disse olhando para . – Desculpa.
- Tá. – Eu disse passando na frente de todos e descendo as escadas.
Depois da confusão a tensão permaneceu por mais um tempo, mas logo depois tudo estava quase normal novamente. Pouco tempo depois todos, ou quase, foram embora e só ficaram as meninas que iam dormir aqui hoje.



CONTINUA


N/A(1): E no próximo Capítulo:
- Como assim você vai fazer um show no Brasil? – Gritou Tom pra mim.
...
- Mas é lóógico que nós vamos com você, , ta pensando que vai nos abandonar de novo? – Disse se referindo a ela e as meninas.
...
- Que tal irmos num Karaokê? - Propôs .
- Perfeito.
...
Eu sei que nunca bebi, mas ao ver aquela cena, decidi experimentar um pouco do Martinni que Tom estava bebendo.
...
- O que há com ela? – Ouvi de fundo a voz de James.
- Qual’é James, como fã você deve saber que ela nunca bebeu! Ela incentiva os fãs a não fazerem o mesmo... Mas hoje não sei o que deu nela. – Ouvi também a voz de Tom taaava diiistaante.
...
Vi subindo na mesa e começando a dançar e o sangue me subiu (de novo) a cabeça.
... NÃO PERCA ...

N/A(2): Oooi, Gaguéééra! Gente desculpa a de que demora, fiquei mal e não pude escrever, e tambem tava com um monte de trabalho da escola pra fazer... Mudando de assunto... Vocês repararam que teve vários POVS dos seus Guys (Que no meu caso é o mais que gato DANIEL JONES [não que os outros também não sejam magavilhosos])? E a vaca da guria que roubou seu Guy? A tal da ? Vaca mesmo viram o que ela fez? Então prontas para tomar o primeiro porre da vida de vocês? Nesse capitulo eu tava inspirada, ouvindo Pixie Lott não tem nada melhor do que um tempinho pra escrever nossas historias né? Okay, então, desculpem mesmo a demora e comentem!
Tchau da La.

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