Motion in the Ocean
Autora: Raphaela Troccoli
Status: Em Andamento
Revisada por: Gabriela Gleriani
Categoria: Fics Nacionais
Sub-Categoria: Romântica e tentativa de comédia - MediumFic
Comentários:
Capitulo 1
- COMO ASSIM, EU VOU FICAR DO OUTRO LADO DO CORREDOR? – uma menina, de mais ou menos 15 ou 16 anos, gritava no meio do corredor de um luxuoso navio.
- Desculpe senhorita, mas não existem outras cabines disponíveis no corredor esquerdo. – Uma senhora, bem mais velha que a menina, tentava fazer a garota inconformada, entender.
- MAS TODAS AS MINHAS AMIGAS ESTÃO DAQUELE LADO E NA MESMA CABINE! POR QUE EU NÃO POSSO FICAR COM ELAS? – Ela chamava atenção de quase todos os passageiros próximos.
- Porque o seu nome não está naquela cabine e...
- Então bota meu nome lá, ué – A garota revirou os olhos.
- Mas eu...
- Ficaria feliz em botar meu nome naquela cabine? Ótimo! – A menina, foi andando em direção a cabine das amigas, ou melhor, ela foi se arrastando e arrastando as suas enormes malas junto.
Ela olhava pra trás, tentando carregar suas malas, quando esbarrou em um menino, baixinho, com aparentemente a mesma idade que ela.
- AAAAAAAAH, VOCÊ NÃO OLHA POR ONDE AN... – ela parou assim que olhou para o rosto do menino.
- Ahn, desculpa tava distraído. – Ele tentava se levantar.
- Não tem problema, eu que estava andando olhando pra trás, eu que devia prestar mais atenção e... – Ele a interrompeu.
- Tá tudo bem... Er, quer uma ajuda? – Ele apontou pra malas.
- Seria bem útil, eu não vou chegar hoje ainda na minha cabine sem ajuda. – Ela riu.
- Hmmm, então... Você poderia sair de cima de mim, e eu te ajudo, que tal? – Ela ficou vermelha, e se levantou, rapidamente.
- Desculpa... E minha cabine é por ali. – Ela apontou pra uma porta não muito longe de onde estavam, e foram andando... Sem falar nada, mas a menina continuava vermelha.
- Então, pode deixar que daqui eu me viro – Ela disse em frente a porta.
- Tá bom... Quer ir jantar comigo? – Os olhos dela brilhavam e ela ficava mais vermelha, como se isso fosse possível - quer dizer, e com meus amigos também... – Gargalhadas ensurdecedoras vindas de dentro do quarto, quebravam o silêncio do corredor – E chama as suas amigas também.
- Hmm, eu vou falar com elas... Mas eu nem sei seu nome ainda.
- Me encontra hoje, e eu te conto meu nome.
- Interessante... Até mais tarde estranho. – Ela dizia abrindo a porta.
- Até mais tarde estranha – Ele piscou.
- Entãaaaao... Quem era? – perguntou.
- Alguém que eu esbarrei no corredor, e me ajudou com as malas – chutava as malas pra dentro do quarto.
- E qual o nome desse alguém? PÓFALA – perguntou ajudando a menina a chutar (?) as malas.
- Eu não sei o nome... Mas ele chamou a gente pra jantar com ele e os amigos.
- E são bonitos? – se interessou.
- Eu não conheci os amigos ainda... Mas ele era. – Os olhos de brilhavam.
- Bom, a gente não tem nada pra fazer... A gente pode ir jantar com eles. – falava.
- Mas a gente ia naquela baladinha que tem aqui! – fazia cara de criança.
- , a gente vai ficar 14 dias aqui, a gente vai nessa “baladinha” qualquer outro dia. – Ela falou com ênfase no “baladinha”.
- Tá booom... Mas se eles não forem bonitos a gente da meia volta, e vai pra baladinha – dizia.
- Fechado – disse.
Depois de algum tempo, as meninas começaram a se arrumar...
- ONDE VOCÊ ENFIOU A DROGA DA CHAPINHA, ? – perguntava procurando a chapinha por todo o canto do quarto.
- Tá em cima da mesinha, debaixo da revista com o McFly na capa. – respondeu revirando sua mala.
- Alguém viu a droga da minha blusa roxa? GRR Vou parir aqui... – gritava tirando tudo de dentro da mala.
- É essa aqui? – perguntou levantando uma blusa roxa.
- AEAE, essa mesma. Filhinho você fica pra mais tarde. – Ela falou olhando pra barriga, e as outras a olharam – Enfim... Onde é que estava?
- No frigobar... – disse dando de ombros.
Depois de mais umas duas horas assim, elas finalmente foram até o restaurante do hotel.
- Meu, se forem gatos e estiverem namorando e eu perder meu tempo jantando com eles, eu juro que mato vocês – dizia, ainda inconformada por perder a maldita “baladinha”.
- Você já pensou na possibilidade deles não serem gatos... Mas e se eles forem legais? E se eles se tornassem seus melhores amigos? – dizia, tentando fazer a cabeça de .
- Dica do dia: não perca seu tempo. Ela não vai desistir da baladinha. – sussurrou para .
- E lá estão eles... – apontou discretamente para uma mesa, com cinco meninos, a não muitos metros delas.
- Pronto, são gatos, viu ? Agora a gente vai até lá e da um oi – disse, mas não saiu do lugar.
- O que que é agora? – perguntou e revirou os olhos.
- E se eles tiverem namoradas? – tentava arranjar uma desculpa.
- E se eles se tornarem seus melhores amigos... Para de doce, e vamos logo vai. – começou a empurrar .
- ESTRANHAA... Oi, eu to aqui – O menino o qual tinha conhecido mais cedo acenava e apontava para mesa onde estava.
- ÓTIMO, agora não tem mais jeito... – murmurou emburrada, e saiu andando.
- Tá, chega de enrolar... To com fome ¬¬ - reclamava.
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- COMO ASSIM, EU VOU FICAR DO OUTRO LADO DO CORREDOR? – uma menina, de mais ou menos 15 ou 16 anos, gritava no meio do corredor de um luxuoso navio.
- Desculpe senhorita, mas não existem outras cabines disponíveis no corredor esquerdo. – Uma senhora, bem mais velha que a menina, tentava fazer a garota inconformada, entender.
- MAS TODAS AS MINHAS AMIGAS ESTÃO DAQUELE LADO E NA MESMA CABINE! POR QUE EU NÃO POSSO FICAR COM ELAS? – Ela chamava atenção de quase todos os passageiros próximos.
- Porque o seu nome não está naquela cabine e...
- Então bota meu nome lá, ué – A garota revirou os olhos.
- Mas eu...
- Ficaria feliz em botar meu nome naquela cabine? Ótimo! – A menina, foi andando em direção a cabine das amigas, ou melhor, ela foi se arrastando e arrastando as suas enormes malas junto.
Ela olhava pra trás, tentando carregar suas malas, quando esbarrou em um menino, baixinho, com aparentemente a mesma idade que ela.
- AAAAAAAAH, VOCÊ NÃO OLHA POR ONDE AN... – ela parou assim que olhou para o rosto do menino.
- Ahn, desculpa tava distraído. – Ele tentava se levantar.
- Não tem problema, eu que estava andando olhando pra trás, eu que devia prestar mais atenção e... – Ele a interrompeu.
- Tá tudo bem... Er, quer uma ajuda? – Ele apontou pra malas.
- Seria bem útil, eu não vou chegar hoje ainda na minha cabine sem ajuda. – Ela riu.
- Hmmm, então... Você poderia sair de cima de mim, e eu te ajudo, que tal? – Ela ficou vermelha, e se levantou, rapidamente.
- Desculpa... E minha cabine é por ali. – Ela apontou pra uma porta não muito longe de onde estavam, e foram andando... Sem falar nada, mas a menina continuava vermelha.
- Então, pode deixar que daqui eu me viro – Ela disse em frente a porta.
- Tá bom... Quer ir jantar comigo? – Os olhos dela brilhavam e ela ficava mais vermelha, como se isso fosse possível - quer dizer, e com meus amigos também... – Gargalhadas ensurdecedoras vindas de dentro do quarto, quebravam o silêncio do corredor – E chama as suas amigas também.
- Hmm, eu vou falar com elas... Mas eu nem sei seu nome ainda.
- Me encontra hoje, e eu te conto meu nome.
- Interessante... Até mais tarde estranho. – Ela dizia abrindo a porta.
- Até mais tarde estranha – Ele piscou.
- Entãaaaao... Quem era? – perguntou.
- Alguém que eu esbarrei no corredor, e me ajudou com as malas – chutava as malas pra dentro do quarto.
- E qual o nome desse alguém? PÓFALA – perguntou ajudando a menina a chutar (?) as malas.
- Eu não sei o nome... Mas ele chamou a gente pra jantar com ele e os amigos.
- E são bonitos? – se interessou.
- Eu não conheci os amigos ainda... Mas ele era. – Os olhos de brilhavam.
- Bom, a gente não tem nada pra fazer... A gente pode ir jantar com eles. – falava.
- Mas a gente ia naquela baladinha que tem aqui! – fazia cara de criança.
- , a gente vai ficar 14 dias aqui, a gente vai nessa “baladinha” qualquer outro dia. – Ela falou com ênfase no “baladinha”.
- Tá booom... Mas se eles não forem bonitos a gente da meia volta, e vai pra baladinha – dizia.
- Fechado – disse.
Depois de algum tempo, as meninas começaram a se arrumar...
- ONDE VOCÊ ENFIOU A DROGA DA CHAPINHA, ? – perguntava procurando a chapinha por todo o canto do quarto.
- Tá em cima da mesinha, debaixo da revista com o McFly na capa. – respondeu revirando sua mala.
- Alguém viu a droga da minha blusa roxa? GRR Vou parir aqui... – gritava tirando tudo de dentro da mala.
- É essa aqui? – perguntou levantando uma blusa roxa.
- AEAE, essa mesma. Filhinho você fica pra mais tarde. – Ela falou olhando pra barriga, e as outras a olharam – Enfim... Onde é que estava?
- No frigobar... – disse dando de ombros.
Depois de mais umas duas horas assim, elas finalmente foram até o restaurante do hotel.
- Meu, se forem gatos e estiverem namorando e eu perder meu tempo jantando com eles, eu juro que mato vocês – dizia, ainda inconformada por perder a maldita “baladinha”.
- Você já pensou na possibilidade deles não serem gatos... Mas e se eles forem legais? E se eles se tornassem seus melhores amigos? – dizia, tentando fazer a cabeça de .
- Dica do dia: não perca seu tempo. Ela não vai desistir da baladinha. – sussurrou para .
- E lá estão eles... – apontou discretamente para uma mesa, com cinco meninos, a não muitos metros delas.
- Pronto, são gatos, viu ? Agora a gente vai até lá e da um oi – disse, mas não saiu do lugar.
- O que que é agora? – perguntou e revirou os olhos.
- E se eles tiverem namoradas? – tentava arranjar uma desculpa.
- E se eles se tornarem seus melhores amigos... Para de doce, e vamos logo vai. – começou a empurrar .
- ESTRANHAA... Oi, eu to aqui – O menino o qual tinha conhecido mais cedo acenava e apontava para mesa onde estava.
- ÓTIMO, agora não tem mais jeito... – murmurou emburrada, e saiu andando.
- Tá, chega de enrolar... To com fome ¬¬ - reclamava.

