Sex, Drugs and... Something New
Autora: Yuki Satomi
Status: Em Andamento
Revisada por: Juh
Categoria: Hot Fics
Sub-Categoria: Comédia/Aventura - LongFic
Comentários:
Era um dia frio e nevoso, eu encontrava-me na escadaria de meu prédio, fumando um cigarro. Uma garrafa de whiskey Red Label era o que me acompanhava, meu melhor amigo nas horas mais insanas. Uma festa rolava no andar de baixo, no duplex de meu amigo e eu necessitava de álcool em meu sangue para criar forças e ir para lá. Tinha a consciência de que não havia apenas drogas lícitas na residência de . Sexo, drogas e muito rock’n’roll eram os elementos que nunca faltavam nas festas dele, deixava a festa completa, pelo menos para mim; não que eu seja uma ninfomaníaca drogada - apesar de meus amigos me chamarem assim –, era o que me deixava extasiada e... Completa. Era o que me deixava feliz. A minha vida já não colaborava em muita coisa, uma vez que meus pais haviam morrido em um acidente de carro quando eu era pequena e quem havia me criado, era meu tio, alcoólatra. Só de passar por perto, você sentia o cheiro de álcool impregnado em sua roupa.
Bom, este foi o resumo de minha criação, até então existência. Perceberam como eu sou toda ferrada? Pois é. Voltando à atualidade, terminei de engolir o último litro da garrafa e levantei, sentindo-me tonta. Era gostoso, uma sensação agradável, abri meus olhos e tomei o maior cuidado para não sair rolando escada abaixo. Desci até o apartamento de e apertei a campainha. O mesmo atendeu e eu entrei. Havia corpos fundindo-se (no pior sentido que você possa pensar) e inúmeras garrafas de bebida espalhados pelo chão. Sem contar o cheiro de maconha e cigarro impregnado no apartamento. O lugar estava mais para um clube de orgia e drogas que uma casa em si. Não que eu me importava, era minha curtição nas noites prazerosas. Avistei alguns conhecidos, amigos e rostos familiares, porém um rosto em específico não reconheci, chamou-me a atenção. Aproveitei que estava ao meu lado e perguntei:
- Ei , quem é o carinha novo? – meu amigo, no entanto, estava tão entretido em uma loira turbinada dançante na nossa frente que não me ouviu. Dei um pedala.
- Porra, . Pra quê isso? – retrucou.
- Pra você me ouvir e parar de babar aí na loira. Escuta, quem é ele? – Apontei para o rostinho novo e fez uma careta.
- Ele chama , quer que eu apresente?
- Não, não será necessário. Deixa que eu me viro.
Direcionei-me então até o tal de e reparei que estava sozinho. O rosto novo era extremamente interessante, usava uma jaqueta de couro preta com uma blusa branca por baixo, boxers vermelhas aparecendo, calças caídas até o meio da bunda e para completar, um All Star preto no pé. Muito, muito interessante. Aquele jeito desajeitado que eu a-do-ra-va. Aproximei-me do mesmo, dançando com um copo – de algo indecifrável que me deu – na mão. Eu sabia que ele ia me notar, por sua vez, começou a dançar próximo de mim também, remexendo-se muito mau por sinal, o que me fez rir. Começou com olhares exclusivamente pervertidos e cheios de segundas intenções. Não sei se foi o efeito de tudo misturado em meu sangue, mas sei que quando vi, estava aos amassos com no corredor do apartamento. Eu olhava ao redor e via as pessoas transando também e aquilo me deixava ainda mais excitada. e eu, ainda vestidos, fomos tirando cada peça de roupa que nos atrapalhava. Ele me penetrou com o dedo indicador e médio, sem dó alguma. Fazia movimentos de vai e vem, alternando a intensidade entre forte e fraca, eu já estava à beira da loucura (lê-se: gemendo muito alto) quando começou. Este resolveu improvisar as preliminares, descendo sua boca até minha vagina, ele chupava, lambia meu clitóris sem piedade. Eu o agradeci mentalmente por isso, mas ao mesmo tempo fiquei com raiva, porque já me encontrava no clímax, quase gozando e gemi:
- , eu... Preciso... De você... AGORA!
, por sua vez, apressou-se em colocar a camisinha rapidamente e penetrou-me de uma só vez, intensamente forte. Eu senti que ele precisava de mais e eu aguentei mais um pouco, com isso foi diminuindo seus movimentos e investidas. Caralho, ele era muito bom. E bota bom nisso. deu umas últimas investidas dentro de mim quando ambos chegamos ao clímax e gozamos juntos. Acho que não podia existir sensação mais satisfatória que aquela, impossível.
levantou para pegar uma cerveja, enquanto eu fui procurar , motivo pelo qual eu não sei. Avistei-o pegando (lê-se: aos amassos) aquela mesma loira dançante e não dei outra, puxei-o pelo braço e pedi:
- , onde eu acho um baseado por aqui?
- Caralho, . - ele me chamava pelo nome todo só quando estava muito puto - Eu estava ocupado se não deu pra perceber. – ele apontou com a cabeça a menina e eu dei de ombros.
- Desculpa querido, - disse irônica – mas então... Onde?
- Lá no meu quarto, na gaveta do criado-mudo. Como se você não soubesse onde fica o nosso estoque. Agora se você me der licença, vou voltar ao meu posto. – ele deu uma piscadela e riu, voltando a agarrar-se com a loira.
Cheguei ao quarto de e me deparei com uma suruba rolando por ali. Casais faziam a três, lésbicas se beijavam e, bom, eu não preciso descrever todas as cenas. Fui até o criado-mudo e retirei dois baseados de dentro, me desviei dos corpos aleatórios pelo quarto e fui procurar por . Não o achei no primeiro andar, desci para o segundo andar do duplex de e encontrei mais casais pela escada. Meu Deus, não parava de aparecer corpos espalhados pelo chão? Incrível. Encontrei o rostinho novo perto da cozinha, encostado numa parede, com os olhos fechados e com as mãos no bolso. Encostei-me ao lado dele, sem falar nada.
- Sentiu minha falta ?
- Larga de ser convencido . Queria fumar em algum lugar sem ser lá em cima. Olha, eu trouxe um baseado a mais, quer fumar comigo?
- Claro.
E pegou um baseado de minha mão e acendeu-o com um isqueiro que retirou do bolso. A cada tragada que eu dava, eu ria junto com as besteiras que me falava. Como aquele rostinho novo era palhaço, nunca vi igual. Ele não estava muito diferente não, continuava fumando e rindo com as besteiras que ele mesmo falava, não sei se era o efeito da maconha, mas a risada de era muito engraçada. Não sei do que eu mais ria, de sua risada ou das merdas que saía de sua boca. Terminei de fumar e vi se aproximar de nós e ficou nos encarando muito estranhamente e logo desconfiei. Por que eu não havia previsto isso? sempre fora apaixonado por mim, desde que nos conhecemos há cinco anos, mas nunca quis nada sério com ele porque sei que não presto pra namorar, nunca fui o suficiente para ele e jamais serei. Ele sempre fora muito ciumento e, de praxe, havia ficado com ciúmes de mim e do . Quando viu que estava fumando com , ficou mais puto ainda, pois segundo , fumar maconha era uma coisa somente nossa. Minha cabeça parecia girar e para piorar minha situação começou a dar ataque de ciúmes na frente do , aquilo não iria ajudar em nada. Já que eu não o escutava e suas palavras embaralhadas chegavam como zunidos em meu ouvido e tudo à minha volta rodopiava.
A última coisa que me lembro daquela festa era gritando comigo e eu apagando depois disso.
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Bom, este foi o resumo de minha criação, até então existência. Perceberam como eu sou toda ferrada? Pois é. Voltando à atualidade, terminei de engolir o último litro da garrafa e levantei, sentindo-me tonta. Era gostoso, uma sensação agradável, abri meus olhos e tomei o maior cuidado para não sair rolando escada abaixo. Desci até o apartamento de e apertei a campainha. O mesmo atendeu e eu entrei. Havia corpos fundindo-se (no pior sentido que você possa pensar) e inúmeras garrafas de bebida espalhados pelo chão. Sem contar o cheiro de maconha e cigarro impregnado no apartamento. O lugar estava mais para um clube de orgia e drogas que uma casa em si. Não que eu me importava, era minha curtição nas noites prazerosas. Avistei alguns conhecidos, amigos e rostos familiares, porém um rosto em específico não reconheci, chamou-me a atenção. Aproveitei que estava ao meu lado e perguntei:
- Ei , quem é o carinha novo? – meu amigo, no entanto, estava tão entretido em uma loira turbinada dançante na nossa frente que não me ouviu. Dei um pedala.
- Porra, . Pra quê isso? – retrucou.
- Pra você me ouvir e parar de babar aí na loira. Escuta, quem é ele? – Apontei para o rostinho novo e fez uma careta.
- Ele chama , quer que eu apresente?
- Não, não será necessário. Deixa que eu me viro.
Direcionei-me então até o tal de e reparei que estava sozinho. O rosto novo era extremamente interessante, usava uma jaqueta de couro preta com uma blusa branca por baixo, boxers vermelhas aparecendo, calças caídas até o meio da bunda e para completar, um All Star preto no pé. Muito, muito interessante. Aquele jeito desajeitado que eu a-do-ra-va. Aproximei-me do mesmo, dançando com um copo – de algo indecifrável que me deu – na mão. Eu sabia que ele ia me notar, por sua vez, começou a dançar próximo de mim também, remexendo-se muito mau por sinal, o que me fez rir. Começou com olhares exclusivamente pervertidos e cheios de segundas intenções. Não sei se foi o efeito de tudo misturado em meu sangue, mas sei que quando vi, estava aos amassos com no corredor do apartamento. Eu olhava ao redor e via as pessoas transando também e aquilo me deixava ainda mais excitada. e eu, ainda vestidos, fomos tirando cada peça de roupa que nos atrapalhava. Ele me penetrou com o dedo indicador e médio, sem dó alguma. Fazia movimentos de vai e vem, alternando a intensidade entre forte e fraca, eu já estava à beira da loucura (lê-se: gemendo muito alto) quando começou. Este resolveu improvisar as preliminares, descendo sua boca até minha vagina, ele chupava, lambia meu clitóris sem piedade. Eu o agradeci mentalmente por isso, mas ao mesmo tempo fiquei com raiva, porque já me encontrava no clímax, quase gozando e gemi:
- , eu... Preciso... De você... AGORA!
, por sua vez, apressou-se em colocar a camisinha rapidamente e penetrou-me de uma só vez, intensamente forte. Eu senti que ele precisava de mais e eu aguentei mais um pouco, com isso foi diminuindo seus movimentos e investidas. Caralho, ele era muito bom. E bota bom nisso. deu umas últimas investidas dentro de mim quando ambos chegamos ao clímax e gozamos juntos. Acho que não podia existir sensação mais satisfatória que aquela, impossível.
levantou para pegar uma cerveja, enquanto eu fui procurar , motivo pelo qual eu não sei. Avistei-o pegando (lê-se: aos amassos) aquela mesma loira dançante e não dei outra, puxei-o pelo braço e pedi:
- , onde eu acho um baseado por aqui?
- Caralho, . - ele me chamava pelo nome todo só quando estava muito puto - Eu estava ocupado se não deu pra perceber. – ele apontou com a cabeça a menina e eu dei de ombros.
- Desculpa querido, - disse irônica – mas então... Onde?
- Lá no meu quarto, na gaveta do criado-mudo. Como se você não soubesse onde fica o nosso estoque. Agora se você me der licença, vou voltar ao meu posto. – ele deu uma piscadela e riu, voltando a agarrar-se com a loira.
Cheguei ao quarto de e me deparei com uma suruba rolando por ali. Casais faziam a três, lésbicas se beijavam e, bom, eu não preciso descrever todas as cenas. Fui até o criado-mudo e retirei dois baseados de dentro, me desviei dos corpos aleatórios pelo quarto e fui procurar por . Não o achei no primeiro andar, desci para o segundo andar do duplex de e encontrei mais casais pela escada. Meu Deus, não parava de aparecer corpos espalhados pelo chão? Incrível. Encontrei o rostinho novo perto da cozinha, encostado numa parede, com os olhos fechados e com as mãos no bolso. Encostei-me ao lado dele, sem falar nada.
- Sentiu minha falta ?
- Larga de ser convencido . Queria fumar em algum lugar sem ser lá em cima. Olha, eu trouxe um baseado a mais, quer fumar comigo?
- Claro.
E pegou um baseado de minha mão e acendeu-o com um isqueiro que retirou do bolso. A cada tragada que eu dava, eu ria junto com as besteiras que me falava. Como aquele rostinho novo era palhaço, nunca vi igual. Ele não estava muito diferente não, continuava fumando e rindo com as besteiras que ele mesmo falava, não sei se era o efeito da maconha, mas a risada de era muito engraçada. Não sei do que eu mais ria, de sua risada ou das merdas que saía de sua boca. Terminei de fumar e vi se aproximar de nós e ficou nos encarando muito estranhamente e logo desconfiei. Por que eu não havia previsto isso? sempre fora apaixonado por mim, desde que nos conhecemos há cinco anos, mas nunca quis nada sério com ele porque sei que não presto pra namorar, nunca fui o suficiente para ele e jamais serei. Ele sempre fora muito ciumento e, de praxe, havia ficado com ciúmes de mim e do . Quando viu que estava fumando com , ficou mais puto ainda, pois segundo , fumar maconha era uma coisa somente nossa. Minha cabeça parecia girar e para piorar minha situação começou a dar ataque de ciúmes na frente do , aquilo não iria ajudar em nada. Já que eu não o escutava e suas palavras embaralhadas chegavam como zunidos em meu ouvido e tudo à minha volta rodopiava.
A última coisa que me lembro daquela festa era gritando comigo e eu apagando depois disso.

