The Sun is in the Sky
Autora: Gisele J.
Status: Em Andamento
Revisada por: Kath Fletcher
Categoria: Danny Fics
Sub-Categoria: Comédia romântica - LongFic
Comentários:
PRÓLOGO:
Senti a luz entrar pela pequena fresta da janela. Aquela luz queimava, ardia, era como se minha pele estivesse sobre cacos. Então me dei conta de onde estava e o que tinha acontecido.
CHAPTER ONE - WELCOME TO MY LIFE:
’s mind:
Era uma tarde de sexta-feira quando fui chamada para o meu primeiro emprego, eu tinha 21 anos. Estudava em uma faculdade da Paraíba, fazia relações exteriores. Trabalhava com meu idioma preferido, inglês, e era uma profissão super fácil, eu a amava. O meu 1º emprego não era lá essas coisas; ganhava pouco, trabalhava como “pau para toda obra”, não fazia o que eu realmente gostava, mas sempre é assim com todo mundo. Eu acho. Algum tempo depois meu talento foi reconhecido e eu subi na empresa, cada vez mais e mais, até que um dia eu fui chamada para trabalhar na Inglaterra...
- É sério, mãe! Chamaram-me para trabalhar na Inglaterra! Não é normal, o apocalipse vem aí! - Minha mãe me lançou aquele olhar de desprezo que todas as mães fazem.
- Credo, criatura! Você sabe que te acham diva naquela empresa, agora organize sua vida e vá para a Inglaterra. – É, senti medo da minha mãe, às vezes ela tem aqueles ataques “quero-ter-14-anos-novamente”. Fazia 21 anos que eu convivia com aquilo, não vou negar que sentiria falta da minha mãe enquanto estivesse na doce Londres. Papai era um cara legal, mas não havia ninguém que eu admirasse mais do que minha mãe. Não iria sentir falta de mais ninguém, a não ser meus pais e meu irmão. Não tinha amigas de verdade desde que me mudei junto com minha família para fazer faculdade (morei toda minha vida em Fortaleza) e havia acabado com meu namorado há dois meses. Estava na hora de recomeçar.
Dia 8 de outubro, três meses que eu tinha recebido a proposta de emprego e agora estava naquele avião, rumo à Londres. Era impossível não sentir as lágrimas nos meus olhos, teria tanta saudade do meu Brasil. Foi aí que vieram três pessoas pipocando, literalmente, para o meu lado.
- Ah, oi! Você deve ser a . Prazer, meu nome é .
- Oi, fofa, eu sou a .
- Você é nossa chefe, sente a pressão! Hm... É, eu sou a
- Erm... Oi! Desculpem-me, mas de onde eu conheço vocês?
- Pois é, você NÃO conhece, mas a gente te conhece sim, você é o nome mais falado na nossa empresa. – disse.
- Nós trabalhamos na filial da empresa em São Paulo e, assim como você, fomos convidadas a irmos para a Inglaterra! – exclamou .
- Mas seremos suas assistentes. – olhou para mim com um ar de raiva, acho que ela não gostou muito que eu fosse a chefe delas, mas eu nem sabia que teria assistentes, sabia?!
- Caso você não saiba, vamos ficar em uma república, nós três, você e mais três meninas, às vezes quatro. – disse e eu fiz cara de quem não entendeu nada, tipo, quatro? Será que alguém virava um traveco lá ou coisa do gênero? Huuum! Já gostei dessa república! [N/A: adoro amigos gays ou travecos *-*]
- Às vezes quatro porque algumas vezes uma garotinha fica com a gente, mas ela não mora lá, ela só tem 16 anos. – Droga, estragou minha felicidade e eu toda feliz achando que eu ia morar em uma boate gay!
- Mas espera aí, vocês já foram lá? Já moraram lá? – Perguntei exasperada. Como assim, elas não eram minhas assistentes? Por que elas foram para lá antes de mim? Fiquei com ciuminho. Está bem, parei.
- Bem, sim, fomos ver a casa, dar uma “arrumada”, sendo que não adiantou muito, e estamos na república junto com essas meninas porque a já morou na Inglaterra e estudou com uma delas. – disse.
- Mas quem são essas meninas? – Achei muito estranho tanto suspense, a ideia das meninas serem strippers veio de novo a minha cabeça. Han, han, prefiro travecos.
- Espere e verá! Você com certeza irá amá-las! - lançou um olhar perigoso para as outras duas meninas, não gostei desse clima de suspense, há não!
- Ok! Acho que vocês vão achar meio babaca eu com essa idade toda fazer essa pergunta, mas e aí, vocês gostam de McFLY? - Perguntei meio sem graça.
- TÁ BRINCANDO? NÓS SOMOS FÃS! - Elas responderam em coro. OK, MEDO. Definitivamente medo do grupinho “oi somos iguais”.
- AAAAAH! QUE LINDO, LINDO, LINDO, EU TAMBÉM SOU! – Qual é, eu também sou fã, vai dizer que você não surta quando encontra outra fã em um local totalmente sem-noção? É, não surta, eu sou estranha mesmo.
Daí começou todo aquele blá, blá, blá “oi amamos McFLY”, “Você foi ao show?” “AH, eles estavam tão lindos”. Eu amo essas conversas, sério! São tão empolgantes! [N/A Não foi irônico! eu realmente amo essas conversas] Depois de umas 500 horas de vôo, não vou mentir que perdi o medo e a timidez que tinha das meninas, em tão pouco tempo já podia dizer que tínhamos virado amigas e já sentia certa confiança nelas. Parecia que já nos conhecíamos desde crianças. Não dormimos um minuto no avião, ficamos inquietas, fofocando o tempo todo e quando nos demos conta, havíamos chegado em nossa querida Londres.
CHAPTER 2 - MAKING MY WAY TO YOU.
’s mind:
Senti o ar fresco da capital da Inglaterra, a sensação de conforto me invadiu. Não, não me sentia em meu país, não tinha como eu me sentir assim. Mas de algum modo meu coração pertencia àquele lugar. Aqui se diz “Home is Where The Heart is” (Lar é onde o coração está), portanto, estava em casa.
Descemos do avião, pegamos nossa bagagem e seguimos em direção à república.
- Ah, isso é tão excitante! Londres, de novo! – exclamou.
- Ainda mais em uma república. – Anunciei, pulando em meu assento. Esqueci que eu já tinha 21 anos.
- Não se esqueça que é uma república feminina, nada de homens! Jesus, quantos anos a empresa acha que a gente tem, quinze? Não segura o fogo no rabo, sai comendo todo mundo e faz suruba? – perguntou.
Riso geral.
- Quinze não... mas comemos homens *FAZ CARA DE COCOTA* [N/A Me inspirei na cara de cocota sensual da Lara, minha amiga, HAHA] –
- Assim você me desvirtua do caminho! Ê laiá! – disse.
- HAHAHA! Se Danny Jones me ensinasse esse caminho eu aprenderia com o MAIOR PRAZEEEER! AI LINDO DIVOOOOOO! – Eu disse.
-HAHAHAHAHAHAHHA! Venham de cavalinho para nós – falou.
- Prefiro que venham em um volvo. – ama Edward Cullen, COMOLIDAR?
- Prefiro em um New Beatle - Sei lá, acho esse carro a cara do McFLY, é.
- Provavelmente Danny viria em um jegue, é – disse.
- HAHAHAHAHAHAHAH! - Todas
- Se ao menos ele tivesse capacidade para isso! – disse e todas riram de novo, já estava amando ficar ao lado delas.
- Shiiiu! Deixa meu anjo - Eu disse toda carinhosa, às vezes eu trato o Danny como se ele fosse meu namorado. Estranha?! Nem um pouco.
- HHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHM! Quem sabe tu não encontra ele aqui? –
- AHAM, CLAÚDIA! SENTA ALI E ESPERA VIU! MAS ESPERA SENTADA! - disse e morremos de rir DE NOVO, o taxista estava olhando para cara da gente como se fossemos loucas, coitadinho... Devia ter aprendido a falar português. Então ouvi sussurrar para a :
- Espera só ela ver a surpresinha das nossas colegas... – Ao ouvir isso achei melhor ficar calada, mas me assustei um pouco, achei que a não tinha ido muito com a minha cara e elas estavam fazendo muito suspense sobre nossas outras companheiras de república. Mas que porra de colegas de quarto eram essas?
Saltamos do táxi e vimos nossa casa. Deus, era ENORME! Ficava em uma das partes mais nobres de Londres, na rua onde moravam as pessoas mais famosas de lá! A única coisa que eu consegui pronunciar foi um urro de choque:
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! Ok, não foi tão exagerado assim.
- , o que foi? Tudo bem? – perguntou.
- Cacete, que palacete! [N/A: Sou muito engraçada, viu ¬¬] - As únicas coisas que me passavam pela cabeça nessa hora eram palavrões dos piores, é.
- HAHAHAHA! Eu disse pra deixar com a gente! – falou.
- AAAAH, nós vamos MORAR aqui? – Perguntei surtando.
- Não, a gente veio aqui dar o cu e já volta! - falou isso e me voltou à cabeça a teoria sobre strippers, HMMMM! Intrigante.
Todas riram.
- Ok, adeus momento “choque”, vamos conhecer nossas novas colegas. - Senti um certo suspense na voz de , ah, é, foi tenso. Adentramos na casa e pasmei mais ainda, era LINDA! Bem cuidada, mas bagunçada, cheia de pôsters do McFLY. Oi? O que eu disse? Apaga o fogo da minha saia, a sala era CHEIA DE PÔSTERS DO McFLY! Não pode... Fui ali ter um filho e já volto... Um, dois, três, RESPIIIIRA!
- , essas são Vicky Jones, Katherine Judd e Jazzie Poynter! - falou como se elas fossem as pessoas mais normais do mundo. Ok, parou a piada! Onde estão as câmeras? Ai que elas NÃO estavam de brincadeira, saíram de dentro da cozinha as três lindas e magníficas. E atrás delas mais quatro pessoas. Quatro homens para ser mais exata. Foi nesse momento que eu desmaiei.
CHAPTER 3 - MET THIS GIRL
’s mind:
Não, definitivamente eu NÃO estava bem. Sabe o que é ser acordada com um tapa na cara depois de ter desmaiado? E sabe o que é ver que o cara que ESBOFETEOU sua cara era Danny Jones? Ok, exagerei, não esbofeteou, foi um tapinha de leve. Mas ele era Danny, meu anjo, meu amor. Podia ter me acordado com um beijo. Ou não.
Danny’s mind (ele tem cérebro? Q):
- Ah, oi! Desculpa ter te batido, era isso ou água. – Disse. - Se bem que não seria nada mal vê-la toda molhada - sussurrei para Dougie. Nossa, ela é muito linda! Acho que toda brasileira é... HAM, NEM TODAS VIU! Mas vou te contar, nessas quatro eu ia, principalmente na desmaiada/possível gata molhada.
- O que aconteceu? – A gata desmaiada que eu ainda não sabia o nome disse piscando. Piscando não é flertando. Eu acho.
- Possivelmente você desmaiou por causa da nossa extrema beleza – Tom disse. É estávamos um pouco suados e sujos, nem queira saber o que a gente andou fazendo!
- HAHAHAAHA! – Ela explodiu de rir com essa idiotice do Tom, estranha. Que sorriso lindo, que lábios, PUTA MERDA, ESTOU TE QUERENDO! Foi nessa hora que ela se levantou e olhou para a gente com aquela cara de admiração. Ela estava com um vestido roxo na altura do joelho que ressaltava suas pernas. E QUE PERNAS! Eram perfeitas e torneadas, ficavam em sintonia com o resto de seu corpo. Espera, virei viado ou o que? As palavras certas eram: GOSTOSA, VOU TE COMER. Então, ela veio se apresentar.
- Ah, me desculpem por ter desmaiado, isso nunca acontece. Sério. Olá, meu nome é .
- Daniel Jones.
- Harry Judd.
- Dougie Poynter.
- Thomas Fletcher.
- Eu sou a Vicky mesmo. Não precisamos dessa boiolagem de apresentação formal.
- Hey, nada de boiolagem! Eu só quis ser educado, diferente de você. – Falei puto, minha irmã já estava tirando meu prestígio na frente da gata!
- Hum, adoro ser bibinha! - Adivinha quem disse? O Dougie, para variar!
- Até parece que ela não sabe quem vocês são. Preparem-se, aí vem mais um ataque Dougie é homossexual! - Disse Jazzie, com um ar de tédio.
- Vem cá, amor! - Harry entrou na onda das bibas. Ele e Dougie começaram a se bater. É por essas e outras que eu me perguntou porquê logo ter uma banda com ELES!
- Gente, olha a má impressão que vocês dão dando para a , que horror! – Katharine disse.
- O que é isso! Estou adorando, HAHA. E sim, eu já sei quem vocês são. – falou toda risonha. MÁQUEPORRA É RISONHA? Estou desconfiado da minha sexualidade.
- Oba! Então vamos tirar fotos! - Sério, essa era estranha. Tipo, de onde veio a ideia das fotos? “comentários aleatórios com , a estranha” Sim, tinha medo daquela menina.
Então começamos a tirar fotos e depois levamos pra conhecer a casa. Jogamos X-BOX, cantamos “Like a Virgin” especialmente para o Tom, é claro. Foi um dia bom, adorei conhecer aquelas garotas. Mas ainda tínhamos que trabalhar um pouco, nos despedimos e fomos embora.
’s mind:
Depois que acordei do desmaio me senti meio perturbada. Aquilo era real, eu realmente ia morar com as irmãs dos meus ídolos e OI? Eu estava frente a frente com eles. Eles eram loucos e eu adorei ver isso, porque era desse jeito – loucos e brincalhões – que eu os idealizava.
Começamos a conversar feito gente, tiramos fotos (já falei que a sugeriu essa ideia do nada? Foi muito estranho), jogamos X-BOX, cantamos, já estávamos muito amigos. Quando chegou a hora dos meninos irem embora tudo ficou triste. Mas no outro dia eles estavam lá e de novo e de novo. Todos os dias eles iam nos visitar nem que fosse por apenas cinco minutos. Isso criou um laço forte de amizade entre a gente, parecia que nos conhecíamos durante a vida inteira. Passaram-se duas semanas e tudo continuava igual, fora os olhares sedutores que as meninas (não as irmãs, é claro) estavam trocando com os garotos, cada uma com um diferente. E eu e o Danny éramos as velas, assim que é legal, ele podendo me agarrar e trocar olhares sedutores, mas não faz nada, fica apenas do meu lado com cara de tacho. Ai ai... Eu estava em um período de adaptação, não tinha começado a trabalhar ainda, fui mais cedo para Londres. Basicamente, passávamos o dia inteiro morrendo dentro de casa, mas em um dia inesperado, e Tom, e Harry e e Dougie decidiram se agarrar na frente de todos. Isso mesmo, todos ao mesmo tempo. Eu olhei para a cara do Danny e comecei a rir. Ok, eu queria fazer o mesmo com ele, mas ele só ficava olhando com aquela cara de babaca. Desde o começo do dia eu tinha me sentido mal e de repente eu senti um aperto no peito e só queria sair daquela casa. E foi o que eu fiz. Saí correndo para o quintal, sem nenhuma razão aparente, só queria achar um lugar para admirar. Senti a brisa úmida vindo do norte e me sentei na beira da piscina. Imergi meus pés na água e deixei meus pensamentos rolarem. Pensei em todas as coisas que ocorreram na minha vida e nas coisas que ainda poderiam ocorrer. Desse ponto de vista o futuro não me parecia tão assustador. E então, sem mais nem menos, fui despertada do meu estado aparente de subconsciência por um cara de lindos olhos azuis e dentes tortos.
CHAPTER 4 – LET’S GET THE MOTION IN THE OCEAN
[N/A: Coloque pra carregar essa música]
Danny’s mind:
- Oi! O que aconteceu, ?
- Nada. Só queria um tempo para pensar o que vai ser da minha vida, entende?
- Claro. Já está com saudade da família? Mas que fraca!
- Haha, não! Acho que isso não significa sinal de fraqueza e sim de que eu os amo muito. Eles são tudo que eu tenho. Meus amigos, meu porto seguro. Sinto muita falta da minha família.
- Quer dizer que não somos seus amigos e você não confia na gente? – Perguntei em um tom meio magoado e logo tive uma ideia. HAHAHAHA, É POR ISSO QUE EU SOU DANIEL JONES!
- Não, por favor, não pense mal de mim! Vocês são sim meus amigos, é só que faz pouco tempo que a gente se conhece.
- Hum... Sei... Amigos de verdade sempre caem na piscina juntos. Acho que devemos fazer isso, não acha? – Perguntei com minha cara de safado e quase ninfomaníaco. Quase, só quase.
[N/A: Aperte play na música e sinta a vibe *-*]
- HAN?! NÃO! DANIEL, NÃO SE ATREVA A ME TOCAR! Eu estou de vestido, por favor! NÃO, DANNY!
- Ah, nem venha, você vai sim! – Foi aí que começamos a correr (ela começou a correr), segurei forte eu sua cintura fina, a coloquei em meu colo delicadamente, sentindo sua pele macia, sua respiração ofegante de tanto me bater, até que ela falou:
- Me solta! Sabia que eu posso te processar por assédio sexual? - Disse , entre risos
- Aqui eu faço as regras! – Então submergimos na água congelante e ela me puxou em um abraço feroz, fazia gestos que eu não entendia e então pensei “É hoje que vai haver um motion in the ocean”. E percebi que seu abraço estava ficando cada vez mais forte, seu coração batia rápido junto ao meio peito, nossos rostos se aproximavam, meus lábios clamavam pelos dela e era aquele momento sim. A segurei mais perto olhando fundo em seus olhos, então seu coração desacelerou, seu abraço ficou fraco, seus olhos sem vida e sua cabeça pendeu pra trás de súbito. Uma onda de pânico me invadiu e voltamos à superfície rapidamente. [N/A : Diga adeus a vibe musical, Q]
’s mind:
Aquilo não era normal... era simplesmente perfeito demais! Estava conversando com Danny – o meu anjo Danny – e a conversa fluía pateticamente. Conversávamos bobagens, mas e daí? Queria aproveitar, sentia que tinha de aproveitar. Algo dentro de mim estava me dando certa angústia... Talvez fosse o fato de estar longe do meu país, com saudade. Talvez fosse o fato de eu já ser tão amiga de pessoas que eu conhecia há tão pouco tempo, me sentia tão confortável ao lado deles. Saí dos meus pensamentos e voltei à conversa. Danny fez aquela cara de babaca lindo que acaba de ter uma ideia. MULEQUE SAFADO! Daquela cabecinha com poucos neurônios não sairia nada de bom!
- Não, Danny! Daniel, sai, não te quero, me solta! - Argumentei com aquela voz nojenta de mulherzinha para ver se ele sentia pena, e aí? ELE NÃO SOLTAVA! Idiota! Saí correndo e então senti seus fortes braços me afagarem e me puxarem pela cintura, sentindo-me. Parecia um tipo de dança, o movimento dos nossos corpos juntos em perfeita harmonia, no mesmo ritmo. Só conseguia rir da situação, ria desesperadamente! Aquela situação era tão inimaginável: Eu e Danny Jones? Na Inglaterra? NUNCA! Queria guardar o seu rosto colado ao meu, sua respiração forte, seu cheiro de perfume caro (ADORO PERFUMES CAROS, SEMPRE!), a sensação da sua pele branca feito a neve roçando na minha. Pulamos. O impacto da água foi forte em nossos corpos e me agarrei fortemente ao corpo de Danny, a angústia veio novamente, mas deixei rolar. Nossas faces foram se aproximando lentamente, mais e mais, seria aquele o momento, como eu sempre sonhei. Mas, inesperadamente vi tudo escurecer, fui me afundando na escuridão e não senti mais nada.
N/A: Hey htas do swing? Tudo bom? Desculpem a N/A enorme, haha, não leiam! Peguem leve, é minha primeira fic e eu sou meio lenta! Agora eu vou usar essa N/A e agradecer a algumas pessoas. *-* Então, obrigada a todas as meninas que seguem o @WorthMcFLY e que lêem minha fic quando eu perturbo , a Priscila Guerra que escolheu o nome da fic, muito obrigada, linda, adoro você! A minhas amigas que estão comigo em todos os momentos e que me apoiaram muuuito nesse começo da minha fic me dando várias sugestões, AMO vocês <3 e agradecer a Kath que foi uma revisora que eu encontrei rapidinho e está sendo mais diva ainda e super legal comigo. (: Obrigada a vocês leitoras, espero que vocês gostem, estou me esforçando ao máximo pra fazer uma coisa digna de elogios *o* Beijos e continuem acompanhando :** Gisele.
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Senti a luz entrar pela pequena fresta da janela. Aquela luz queimava, ardia, era como se minha pele estivesse sobre cacos. Então me dei conta de onde estava e o que tinha acontecido.
CHAPTER ONE - WELCOME TO MY LIFE:
’s mind:
Era uma tarde de sexta-feira quando fui chamada para o meu primeiro emprego, eu tinha 21 anos. Estudava em uma faculdade da Paraíba, fazia relações exteriores. Trabalhava com meu idioma preferido, inglês, e era uma profissão super fácil, eu a amava. O meu 1º emprego não era lá essas coisas; ganhava pouco, trabalhava como “pau para toda obra”, não fazia o que eu realmente gostava, mas sempre é assim com todo mundo. Eu acho. Algum tempo depois meu talento foi reconhecido e eu subi na empresa, cada vez mais e mais, até que um dia eu fui chamada para trabalhar na Inglaterra...
- É sério, mãe! Chamaram-me para trabalhar na Inglaterra! Não é normal, o apocalipse vem aí! - Minha mãe me lançou aquele olhar de desprezo que todas as mães fazem.
- Credo, criatura! Você sabe que te acham diva naquela empresa, agora organize sua vida e vá para a Inglaterra. – É, senti medo da minha mãe, às vezes ela tem aqueles ataques “quero-ter-14-anos-novamente”. Fazia 21 anos que eu convivia com aquilo, não vou negar que sentiria falta da minha mãe enquanto estivesse na doce Londres. Papai era um cara legal, mas não havia ninguém que eu admirasse mais do que minha mãe. Não iria sentir falta de mais ninguém, a não ser meus pais e meu irmão. Não tinha amigas de verdade desde que me mudei junto com minha família para fazer faculdade (morei toda minha vida em Fortaleza) e havia acabado com meu namorado há dois meses. Estava na hora de recomeçar.
Dia 8 de outubro, três meses que eu tinha recebido a proposta de emprego e agora estava naquele avião, rumo à Londres. Era impossível não sentir as lágrimas nos meus olhos, teria tanta saudade do meu Brasil. Foi aí que vieram três pessoas pipocando, literalmente, para o meu lado.
- Ah, oi! Você deve ser a . Prazer, meu nome é .
- Oi, fofa, eu sou a .
- Você é nossa chefe, sente a pressão! Hm... É, eu sou a
- Erm... Oi! Desculpem-me, mas de onde eu conheço vocês?
- Pois é, você NÃO conhece, mas a gente te conhece sim, você é o nome mais falado na nossa empresa. – disse.
- Nós trabalhamos na filial da empresa em São Paulo e, assim como você, fomos convidadas a irmos para a Inglaterra! – exclamou .
- Mas seremos suas assistentes. – olhou para mim com um ar de raiva, acho que ela não gostou muito que eu fosse a chefe delas, mas eu nem sabia que teria assistentes, sabia?!
- Caso você não saiba, vamos ficar em uma república, nós três, você e mais três meninas, às vezes quatro. – disse e eu fiz cara de quem não entendeu nada, tipo, quatro? Será que alguém virava um traveco lá ou coisa do gênero? Huuum! Já gostei dessa república! [N/A: adoro amigos gays ou travecos *-*]
- Às vezes quatro porque algumas vezes uma garotinha fica com a gente, mas ela não mora lá, ela só tem 16 anos. – Droga, estragou minha felicidade e eu toda feliz achando que eu ia morar em uma boate gay!
- Mas espera aí, vocês já foram lá? Já moraram lá? – Perguntei exasperada. Como assim, elas não eram minhas assistentes? Por que elas foram para lá antes de mim? Fiquei com ciuminho. Está bem, parei.
- Bem, sim, fomos ver a casa, dar uma “arrumada”, sendo que não adiantou muito, e estamos na república junto com essas meninas porque a já morou na Inglaterra e estudou com uma delas. – disse.
- Mas quem são essas meninas? – Achei muito estranho tanto suspense, a ideia das meninas serem strippers veio de novo a minha cabeça. Han, han, prefiro travecos.
- Espere e verá! Você com certeza irá amá-las! - lançou um olhar perigoso para as outras duas meninas, não gostei desse clima de suspense, há não!
- Ok! Acho que vocês vão achar meio babaca eu com essa idade toda fazer essa pergunta, mas e aí, vocês gostam de McFLY? - Perguntei meio sem graça.
- TÁ BRINCANDO? NÓS SOMOS FÃS! - Elas responderam em coro. OK, MEDO. Definitivamente medo do grupinho “oi somos iguais”.
- AAAAAH! QUE LINDO, LINDO, LINDO, EU TAMBÉM SOU! – Qual é, eu também sou fã, vai dizer que você não surta quando encontra outra fã em um local totalmente sem-noção? É, não surta, eu sou estranha mesmo.
Daí começou todo aquele blá, blá, blá “oi amamos McFLY”, “Você foi ao show?” “AH, eles estavam tão lindos”. Eu amo essas conversas, sério! São tão empolgantes! [N/A Não foi irônico! eu realmente amo essas conversas] Depois de umas 500 horas de vôo, não vou mentir que perdi o medo e a timidez que tinha das meninas, em tão pouco tempo já podia dizer que tínhamos virado amigas e já sentia certa confiança nelas. Parecia que já nos conhecíamos desde crianças. Não dormimos um minuto no avião, ficamos inquietas, fofocando o tempo todo e quando nos demos conta, havíamos chegado em nossa querida Londres.
CHAPTER 2 - MAKING MY WAY TO YOU.
’s mind:
Senti o ar fresco da capital da Inglaterra, a sensação de conforto me invadiu. Não, não me sentia em meu país, não tinha como eu me sentir assim. Mas de algum modo meu coração pertencia àquele lugar. Aqui se diz “Home is Where The Heart is” (Lar é onde o coração está), portanto, estava em casa.
Descemos do avião, pegamos nossa bagagem e seguimos em direção à república.
- Ah, isso é tão excitante! Londres, de novo! – exclamou.
- Ainda mais em uma república. – Anunciei, pulando em meu assento. Esqueci que eu já tinha 21 anos.
- Não se esqueça que é uma república feminina, nada de homens! Jesus, quantos anos a empresa acha que a gente tem, quinze? Não segura o fogo no rabo, sai comendo todo mundo e faz suruba? – perguntou.
Riso geral.
- Quinze não... mas comemos homens *FAZ CARA DE COCOTA* [N/A Me inspirei na cara de cocota sensual da Lara, minha amiga, HAHA] –
- Assim você me desvirtua do caminho! Ê laiá! – disse.
- HAHAHA! Se Danny Jones me ensinasse esse caminho eu aprenderia com o MAIOR PRAZEEEER! AI LINDO DIVOOOOOO! – Eu disse.
-HAHAHAHAHAHAHHA! Venham de cavalinho para nós – falou.
- Prefiro que venham em um volvo. – ama Edward Cullen, COMOLIDAR?
- Prefiro em um New Beatle - Sei lá, acho esse carro a cara do McFLY, é.
- Provavelmente Danny viria em um jegue, é – disse.
- HAHAHAHAHAHAHAH! - Todas
- Se ao menos ele tivesse capacidade para isso! – disse e todas riram de novo, já estava amando ficar ao lado delas.
- Shiiiu! Deixa meu anjo - Eu disse toda carinhosa, às vezes eu trato o Danny como se ele fosse meu namorado. Estranha?! Nem um pouco.
- HHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHM! Quem sabe tu não encontra ele aqui? –
- AHAM, CLAÚDIA! SENTA ALI E ESPERA VIU! MAS ESPERA SENTADA! - disse e morremos de rir DE NOVO, o taxista estava olhando para cara da gente como se fossemos loucas, coitadinho... Devia ter aprendido a falar português. Então ouvi sussurrar para a :
- Espera só ela ver a surpresinha das nossas colegas... – Ao ouvir isso achei melhor ficar calada, mas me assustei um pouco, achei que a não tinha ido muito com a minha cara e elas estavam fazendo muito suspense sobre nossas outras companheiras de república. Mas que porra de colegas de quarto eram essas?
Saltamos do táxi e vimos nossa casa. Deus, era ENORME! Ficava em uma das partes mais nobres de Londres, na rua onde moravam as pessoas mais famosas de lá! A única coisa que eu consegui pronunciar foi um urro de choque:
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! Ok, não foi tão exagerado assim.
- , o que foi? Tudo bem? – perguntou.
- Cacete, que palacete! [N/A: Sou muito engraçada, viu ¬¬] - As únicas coisas que me passavam pela cabeça nessa hora eram palavrões dos piores, é.
- HAHAHAHA! Eu disse pra deixar com a gente! – falou.
- AAAAH, nós vamos MORAR aqui? – Perguntei surtando.
- Não, a gente veio aqui dar o cu e já volta! - falou isso e me voltou à cabeça a teoria sobre strippers, HMMMM! Intrigante.
Todas riram.
- Ok, adeus momento “choque”, vamos conhecer nossas novas colegas. - Senti um certo suspense na voz de , ah, é, foi tenso. Adentramos na casa e pasmei mais ainda, era LINDA! Bem cuidada, mas bagunçada, cheia de pôsters do McFLY. Oi? O que eu disse? Apaga o fogo da minha saia, a sala era CHEIA DE PÔSTERS DO McFLY! Não pode... Fui ali ter um filho e já volto... Um, dois, três, RESPIIIIRA!
- , essas são Vicky Jones, Katherine Judd e Jazzie Poynter! - falou como se elas fossem as pessoas mais normais do mundo. Ok, parou a piada! Onde estão as câmeras? Ai que elas NÃO estavam de brincadeira, saíram de dentro da cozinha as três lindas e magníficas. E atrás delas mais quatro pessoas. Quatro homens para ser mais exata. Foi nesse momento que eu desmaiei.
CHAPTER 3 - MET THIS GIRL
’s mind:
Não, definitivamente eu NÃO estava bem. Sabe o que é ser acordada com um tapa na cara depois de ter desmaiado? E sabe o que é ver que o cara que ESBOFETEOU sua cara era Danny Jones? Ok, exagerei, não esbofeteou, foi um tapinha de leve. Mas ele era Danny, meu anjo, meu amor. Podia ter me acordado com um beijo. Ou não.
Danny’s mind (ele tem cérebro? Q):
- Ah, oi! Desculpa ter te batido, era isso ou água. – Disse. - Se bem que não seria nada mal vê-la toda molhada - sussurrei para Dougie. Nossa, ela é muito linda! Acho que toda brasileira é... HAM, NEM TODAS VIU! Mas vou te contar, nessas quatro eu ia, principalmente na desmaiada/possível gata molhada.
- O que aconteceu? – A gata desmaiada que eu ainda não sabia o nome disse piscando. Piscando não é flertando. Eu acho.
- Possivelmente você desmaiou por causa da nossa extrema beleza – Tom disse. É estávamos um pouco suados e sujos, nem queira saber o que a gente andou fazendo!
- HAHAHAAHA! – Ela explodiu de rir com essa idiotice do Tom, estranha. Que sorriso lindo, que lábios, PUTA MERDA, ESTOU TE QUERENDO! Foi nessa hora que ela se levantou e olhou para a gente com aquela cara de admiração. Ela estava com um vestido roxo na altura do joelho que ressaltava suas pernas. E QUE PERNAS! Eram perfeitas e torneadas, ficavam em sintonia com o resto de seu corpo. Espera, virei viado ou o que? As palavras certas eram: GOSTOSA, VOU TE COMER. Então, ela veio se apresentar.
- Ah, me desculpem por ter desmaiado, isso nunca acontece. Sério. Olá, meu nome é .
- Daniel Jones.
- Harry Judd.
- Dougie Poynter.
- Thomas Fletcher.
- Eu sou a Vicky mesmo. Não precisamos dessa boiolagem de apresentação formal.
- Hey, nada de boiolagem! Eu só quis ser educado, diferente de você. – Falei puto, minha irmã já estava tirando meu prestígio na frente da gata!
- Hum, adoro ser bibinha! - Adivinha quem disse? O Dougie, para variar!
- Até parece que ela não sabe quem vocês são. Preparem-se, aí vem mais um ataque Dougie é homossexual! - Disse Jazzie, com um ar de tédio.
- Vem cá, amor! - Harry entrou na onda das bibas. Ele e Dougie começaram a se bater. É por essas e outras que eu me perguntou porquê logo ter uma banda com ELES!
- Gente, olha a má impressão que vocês dão dando para a , que horror! – Katharine disse.
- O que é isso! Estou adorando, HAHA. E sim, eu já sei quem vocês são. – falou toda risonha. MÁQUEPORRA É RISONHA? Estou desconfiado da minha sexualidade.
- Oba! Então vamos tirar fotos! - Sério, essa era estranha. Tipo, de onde veio a ideia das fotos? “comentários aleatórios com , a estranha” Sim, tinha medo daquela menina.
Então começamos a tirar fotos e depois levamos pra conhecer a casa. Jogamos X-BOX, cantamos “Like a Virgin” especialmente para o Tom, é claro. Foi um dia bom, adorei conhecer aquelas garotas. Mas ainda tínhamos que trabalhar um pouco, nos despedimos e fomos embora.
’s mind:
Depois que acordei do desmaio me senti meio perturbada. Aquilo era real, eu realmente ia morar com as irmãs dos meus ídolos e OI? Eu estava frente a frente com eles. Eles eram loucos e eu adorei ver isso, porque era desse jeito – loucos e brincalhões – que eu os idealizava.
Começamos a conversar feito gente, tiramos fotos (já falei que a sugeriu essa ideia do nada? Foi muito estranho), jogamos X-BOX, cantamos, já estávamos muito amigos. Quando chegou a hora dos meninos irem embora tudo ficou triste. Mas no outro dia eles estavam lá e de novo e de novo. Todos os dias eles iam nos visitar nem que fosse por apenas cinco minutos. Isso criou um laço forte de amizade entre a gente, parecia que nos conhecíamos durante a vida inteira. Passaram-se duas semanas e tudo continuava igual, fora os olhares sedutores que as meninas (não as irmãs, é claro) estavam trocando com os garotos, cada uma com um diferente. E eu e o Danny éramos as velas, assim que é legal, ele podendo me agarrar e trocar olhares sedutores, mas não faz nada, fica apenas do meu lado com cara de tacho. Ai ai... Eu estava em um período de adaptação, não tinha começado a trabalhar ainda, fui mais cedo para Londres. Basicamente, passávamos o dia inteiro morrendo dentro de casa, mas em um dia inesperado, e Tom, e Harry e e Dougie decidiram se agarrar na frente de todos. Isso mesmo, todos ao mesmo tempo. Eu olhei para a cara do Danny e comecei a rir. Ok, eu queria fazer o mesmo com ele, mas ele só ficava olhando com aquela cara de babaca. Desde o começo do dia eu tinha me sentido mal e de repente eu senti um aperto no peito e só queria sair daquela casa. E foi o que eu fiz. Saí correndo para o quintal, sem nenhuma razão aparente, só queria achar um lugar para admirar. Senti a brisa úmida vindo do norte e me sentei na beira da piscina. Imergi meus pés na água e deixei meus pensamentos rolarem. Pensei em todas as coisas que ocorreram na minha vida e nas coisas que ainda poderiam ocorrer. Desse ponto de vista o futuro não me parecia tão assustador. E então, sem mais nem menos, fui despertada do meu estado aparente de subconsciência por um cara de lindos olhos azuis e dentes tortos.
CHAPTER 4 – LET’S GET THE MOTION IN THE OCEAN
[N/A: Coloque pra carregar essa música]
Danny’s mind:
- Oi! O que aconteceu, ?
- Nada. Só queria um tempo para pensar o que vai ser da minha vida, entende?
- Claro. Já está com saudade da família? Mas que fraca!
- Haha, não! Acho que isso não significa sinal de fraqueza e sim de que eu os amo muito. Eles são tudo que eu tenho. Meus amigos, meu porto seguro. Sinto muita falta da minha família.
- Quer dizer que não somos seus amigos e você não confia na gente? – Perguntei em um tom meio magoado e logo tive uma ideia. HAHAHAHA, É POR ISSO QUE EU SOU DANIEL JONES!
- Não, por favor, não pense mal de mim! Vocês são sim meus amigos, é só que faz pouco tempo que a gente se conhece.
- Hum... Sei... Amigos de verdade sempre caem na piscina juntos. Acho que devemos fazer isso, não acha? – Perguntei com minha cara de safado e quase ninfomaníaco. Quase, só quase.
[N/A: Aperte play na música e sinta a vibe *-*]
- HAN?! NÃO! DANIEL, NÃO SE ATREVA A ME TOCAR! Eu estou de vestido, por favor! NÃO, DANNY!
- Ah, nem venha, você vai sim! – Foi aí que começamos a correr (ela começou a correr), segurei forte eu sua cintura fina, a coloquei em meu colo delicadamente, sentindo sua pele macia, sua respiração ofegante de tanto me bater, até que ela falou:
- Me solta! Sabia que eu posso te processar por assédio sexual? - Disse , entre risos
- Aqui eu faço as regras! – Então submergimos na água congelante e ela me puxou em um abraço feroz, fazia gestos que eu não entendia e então pensei “É hoje que vai haver um motion in the ocean”. E percebi que seu abraço estava ficando cada vez mais forte, seu coração batia rápido junto ao meio peito, nossos rostos se aproximavam, meus lábios clamavam pelos dela e era aquele momento sim. A segurei mais perto olhando fundo em seus olhos, então seu coração desacelerou, seu abraço ficou fraco, seus olhos sem vida e sua cabeça pendeu pra trás de súbito. Uma onda de pânico me invadiu e voltamos à superfície rapidamente. [N/A : Diga adeus a vibe musical, Q]
’s mind:
Aquilo não era normal... era simplesmente perfeito demais! Estava conversando com Danny – o meu anjo Danny – e a conversa fluía pateticamente. Conversávamos bobagens, mas e daí? Queria aproveitar, sentia que tinha de aproveitar. Algo dentro de mim estava me dando certa angústia... Talvez fosse o fato de estar longe do meu país, com saudade. Talvez fosse o fato de eu já ser tão amiga de pessoas que eu conhecia há tão pouco tempo, me sentia tão confortável ao lado deles. Saí dos meus pensamentos e voltei à conversa. Danny fez aquela cara de babaca lindo que acaba de ter uma ideia. MULEQUE SAFADO! Daquela cabecinha com poucos neurônios não sairia nada de bom!
- Não, Danny! Daniel, sai, não te quero, me solta! - Argumentei com aquela voz nojenta de mulherzinha para ver se ele sentia pena, e aí? ELE NÃO SOLTAVA! Idiota! Saí correndo e então senti seus fortes braços me afagarem e me puxarem pela cintura, sentindo-me. Parecia um tipo de dança, o movimento dos nossos corpos juntos em perfeita harmonia, no mesmo ritmo. Só conseguia rir da situação, ria desesperadamente! Aquela situação era tão inimaginável: Eu e Danny Jones? Na Inglaterra? NUNCA! Queria guardar o seu rosto colado ao meu, sua respiração forte, seu cheiro de perfume caro (ADORO PERFUMES CAROS, SEMPRE!), a sensação da sua pele branca feito a neve roçando na minha. Pulamos. O impacto da água foi forte em nossos corpos e me agarrei fortemente ao corpo de Danny, a angústia veio novamente, mas deixei rolar. Nossas faces foram se aproximando lentamente, mais e mais, seria aquele o momento, como eu sempre sonhei. Mas, inesperadamente vi tudo escurecer, fui me afundando na escuridão e não senti mais nada.
CONTINUA
N/A: Hey htas do swing? Tudo bom? Desculpem a N/A enorme, haha, não leiam! Peguem leve, é minha primeira fic e eu sou meio lenta! Agora eu vou usar essa N/A e agradecer a algumas pessoas. *-* Então, obrigada a todas as meninas que seguem o @WorthMcFLY e que lêem minha fic quando eu perturbo , a Priscila Guerra que escolheu o nome da fic, muito obrigada, linda, adoro você! A minhas amigas que estão comigo em todos os momentos e que me apoiaram muuuito nesse começo da minha fic me dando várias sugestões, AMO vocês <3 e agradecer a Kath que foi uma revisora que eu encontrei rapidinho e está sendo mais diva ainda e super legal comigo. (: Obrigada a vocês leitoras, espero que vocês gostem, estou me esforçando ao máximo pra fazer uma coisa digna de elogios *o* Beijos e continuem acompanhando :** Gisele.

