Three Simple Words
Autora: Babi Lorentz
Status: Finalizada
Revisada por: Juh
Categoria: Free Fics
Sub-Categoria: Romance - ShortFic
Comentários:
- , venha aqui!
me chamou enquanto me encarava de pé em minha frente. Percebi isso porque abri os olhos, com muito esforço por causa do sol que ele não era capaz de tampar, e franzi minha testa, encarando-o.
- O que foi? – Perguntei, sem vontade nenhuma de me levantar da canga. Queria ficar ali, deitada, aproveitando minha praia e meu sol. Não queria andar.
- Venha aqui! – Repetiu.
- Ah, ! – Fiz manha. – Eu to com tanta preguiça!
Ele se abaixou e pegou minhas mãos, fazendo com que eu me esquecesse de minha vontade de ficar deitada e me levantasse com ele. Sim, eu sempre cedia aquele toque. Ele riu e depois saiu correndo, me puxando pela praia.
- A gente tá indo aonde? – Perguntei enquanto tentava segurar meu chapéu.
Ele parou quando estávamos longe da pouca muvuca que havia perto de nós e se virou, fazendo com que eu fosse de encontro a ele, unindo nossos corpos como um só. Beijou minha testa, meus olhos, minhas bochechas, meu queixo e o canto de meus lábios. Finalmente senti um selinho doce em minha boca. Eu sorri e ele me acompanhou naquele ato.
Subi minhas mãos, que estavam nas mãos dele, por seus braços e parei-as em seus ombros, olhando-o profundamente nos olhos. Ele levou suas mãos para minha cintura, me levantou e depois me jogou ao chão, caindo logo em cima de mim.
- ! – Choraminguei. – Eu odeio areia.
- Você tá comigo.
Ele deu início a um suave beijo em meus lábios. O toque de sua língua na minha continuava a arrepiar cada milímetro, cada célula de meu corpo. Pensei que aquilo só aconteceria em nosso primeiro beijo, mas não. Mesmo depois de seis meses juntos, aqueles arrepios continuavam acontecendo. E para aquilo começar, só bastava o toque de seus dedos em minha pele. Lógico que era algo mais intenso quando nos beijávamos, mas eu continuava sentindo aquela mesma coisa que senti quando ele me beijou pela primeira vez no cinema.
Ele saiu de cima de mim, me puxando para cima dele, sem me largar em momento algum, sem tirar a boca dele da minha. Ficamos nos beijando por um bom tempo, com aqueles calafrios sempre presentes em mim. Nos separávamos apenas quando precisávamos de um pouco de ar.
Ele deu fim àquela série de beijos ao morder e sugar suavemente o meu lábio inferior. Sorriu ao me olhar nos olhos.
Eu me sentei ao seu lado, olhando o mar. fazia um carinho gostoso em minhas costas. Virei meu rosto para olhá-lo e ele sorriu quando nossos olhares se encontraram. Fiz o mesmo.
Olhei para baixo, fitando a areia. Levei meu dedo indicador à ela escrevendo meu nome. Ele se sentou e olhou o que eu fazia.
- Acho que falta alguma coisa aí. – disse, acariciando minha mão que estava perto dele.
- E o que é? – Perguntei olhando do meu nome para nossas mãos e para o rosto dele.
- Isso.
levou o seu indicador à areia, bem abaixo de meu nome e escreveu o dele.
Sorri ao perceber que era aquilo mesmo.
Voltei o meu indicador para a areia e contornei nossos nomes com uma metade de um coração. Antes mesmo de eu terminar isso, voltou com seu dedo para a areia e virou o meu espelho, fazendo o mesmo que eu. Nossos dedos se encontraram no final e nós juntamos nossas mãos.
Então ele olhou no fundo dos meus olhos, me mostrando toda a felicidade que ele sentia e transmitindo bastante sinceridade e me disse três palavras:
- Eu te amo.
Aquela foi a primeira vez que ele me disse aquilo. E eu tive a certeza de que todos aqueles calafrios que eu sentia ao beijá-lo e ao tocá-lo poderiam ser vistos da mesma maneira, porque eu também o amava.
Sorri, tentando transmitir a mesma sinceridade a ele, a mesma certeza que ele me passou ao me olhar e respondi à declaração:
- Eu te amo também.
Novamente unimos nossos lábios e voltamos a aproveitar nosso aniversário de seis meses de namoro.
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me chamou enquanto me encarava de pé em minha frente. Percebi isso porque abri os olhos, com muito esforço por causa do sol que ele não era capaz de tampar, e franzi minha testa, encarando-o.
- O que foi? – Perguntei, sem vontade nenhuma de me levantar da canga. Queria ficar ali, deitada, aproveitando minha praia e meu sol. Não queria andar.
- Venha aqui! – Repetiu.
- Ah, ! – Fiz manha. – Eu to com tanta preguiça!
Ele se abaixou e pegou minhas mãos, fazendo com que eu me esquecesse de minha vontade de ficar deitada e me levantasse com ele. Sim, eu sempre cedia aquele toque. Ele riu e depois saiu correndo, me puxando pela praia.
- A gente tá indo aonde? – Perguntei enquanto tentava segurar meu chapéu.
Ele parou quando estávamos longe da pouca muvuca que havia perto de nós e se virou, fazendo com que eu fosse de encontro a ele, unindo nossos corpos como um só. Beijou minha testa, meus olhos, minhas bochechas, meu queixo e o canto de meus lábios. Finalmente senti um selinho doce em minha boca. Eu sorri e ele me acompanhou naquele ato.
Subi minhas mãos, que estavam nas mãos dele, por seus braços e parei-as em seus ombros, olhando-o profundamente nos olhos. Ele levou suas mãos para minha cintura, me levantou e depois me jogou ao chão, caindo logo em cima de mim.
- ! – Choraminguei. – Eu odeio areia.
- Você tá comigo.
Ele deu início a um suave beijo em meus lábios. O toque de sua língua na minha continuava a arrepiar cada milímetro, cada célula de meu corpo. Pensei que aquilo só aconteceria em nosso primeiro beijo, mas não. Mesmo depois de seis meses juntos, aqueles arrepios continuavam acontecendo. E para aquilo começar, só bastava o toque de seus dedos em minha pele. Lógico que era algo mais intenso quando nos beijávamos, mas eu continuava sentindo aquela mesma coisa que senti quando ele me beijou pela primeira vez no cinema.
Ele saiu de cima de mim, me puxando para cima dele, sem me largar em momento algum, sem tirar a boca dele da minha. Ficamos nos beijando por um bom tempo, com aqueles calafrios sempre presentes em mim. Nos separávamos apenas quando precisávamos de um pouco de ar.
Ele deu fim àquela série de beijos ao morder e sugar suavemente o meu lábio inferior. Sorriu ao me olhar nos olhos.
Eu me sentei ao seu lado, olhando o mar. fazia um carinho gostoso em minhas costas. Virei meu rosto para olhá-lo e ele sorriu quando nossos olhares se encontraram. Fiz o mesmo.
Olhei para baixo, fitando a areia. Levei meu dedo indicador à ela escrevendo meu nome. Ele se sentou e olhou o que eu fazia.
- Acho que falta alguma coisa aí. – disse, acariciando minha mão que estava perto dele.
- E o que é? – Perguntei olhando do meu nome para nossas mãos e para o rosto dele.
- Isso.
levou o seu indicador à areia, bem abaixo de meu nome e escreveu o dele.
Sorri ao perceber que era aquilo mesmo.
Voltei o meu indicador para a areia e contornei nossos nomes com uma metade de um coração. Antes mesmo de eu terminar isso, voltou com seu dedo para a areia e virou o meu espelho, fazendo o mesmo que eu. Nossos dedos se encontraram no final e nós juntamos nossas mãos.
Então ele olhou no fundo dos meus olhos, me mostrando toda a felicidade que ele sentia e transmitindo bastante sinceridade e me disse três palavras:
- Eu te amo.
Aquela foi a primeira vez que ele me disse aquilo. E eu tive a certeza de que todos aqueles calafrios que eu sentia ao beijá-lo e ao tocá-lo poderiam ser vistos da mesma maneira, porque eu também o amava.
Sorri, tentando transmitir a mesma sinceridade a ele, a mesma certeza que ele me passou ao me olhar e respondi à declaração:
- Eu te amo também.
Novamente unimos nossos lábios e voltamos a aproveitar nosso aniversário de seis meses de namoro.

