Time Is Running Out
Autora: Nathalia S.
Status: Em Andamento
Revisada por: Bruns
Categoria:Danny Fics
Sub-Categoria: MediumFic/SongFic
Comentários:
Minha a culpa, toda minha, o que realmente fazem? É me culpar, não tive uma segunda chance. Sozinha.
Bom, meu nome é , mais todo mundo prefere me chamar de , moro sozinha faz um tempo. Meu pai e minha mãe me vêem como uma verdadeira psicopata. Acham que eu tive culpa pela morte de minha irmã, mais não tive e foi dali que tudo começou o prazer e as descobertas. Sempre tive o prazer de ver sangue em minhas mãos, sempre tive o prazer de matar, é doce o sabor da morte. Nunca tive cachorro ou gato, eles sempre morriam, com 12 anos descobri que sou um anjo, um anjo da morte, nunca contei isso pra ninguém, me achariam louca, pra saciar minha vontade, eu mato pessoas inúteis na sociedade, como mendigos e vagabundos sem identidade, mas ainda sim vivo como uma pessoa normal. Tenho meus amigos e meu namorado Daniel, acho que é a única pessoa que eu realmente amo. Mais um dia normal, acordar, ir para o trabalho, voltar e ver televisão, dormir poof. Como de rotina escovei os dentes tomei banho e fui eu para o trabalho, como o meu lindo carro sempre me deixa na mão fui andando até a casa do Dan pegar carona, no caminho recebi varias cantadas como de costume, não liguei, pois queria evitar que o pior acontecesse. Parei em frente a uma casa grande, bonita e branca, nem precisei tocar a campanhinha porque lá estava ele, lindo com a blusa xadrez que eu AMO.
- BOM DIA MEU AMOOR – quase berrei assim que o vi descer as escadas.
- Bom dia – veio em minha direção e me deu um selinho meio que sem sal.
- Aconteceu alguma coisa Dan? – perguntei.
- Não meu amor, é que eu só to um pouco cansado – deu um sorriso amarelo entrando no carro.
- A ta – entrei no carro em seguida. Seguimos o caminho todo em silencio, até chegar à porta do meu tedioso trabalho. – Tchau Dan, à noite eu passo na sua casa depois do trabalho, já que hoje é sexta;
- Tá bom então – sai do carro entrando no prédio. Chegando ao escritório, botei a bolsa em cima da mesa, liguei o computador e botei crachá. Fui bater o ponto pra marcar o horário em que eu cheguei (atrasos são descontados do salário). O dia passou bem rápido e logo já estava pegando um taxi para a casa de Daniel, subi as escadas e pude ouvir do lado de fora gemidos – filme pornô, safaaadinho, entrei bem devagar pra não atrapalhar ele, tirei os sapatos, e fui abrindo uma brechinha da porta de seu quarto e vi o menos esperado , ele estava me traindo , transando com outra, ali bem no dia em que ele sabia que eu estaria lá, encostei na parede e fui deslizando por ela com imagens que vinham em minha cabeça , sangue , dor , morte , meus pais me internando, fome. Levantei, fui até a cozinha, peguei uma faca bem grande, fui caminhando lentamente até eu quarto onde se podia escutar altos gemidos. Dei um chute na porta pra chamar atenção do casalzinho.
- Estão prontos pra diversão? – ri mostrando a faca
- não é o que você ta pensando , isso foi só... – o ignorei totalmente indo em direção da vadia.
- Você gosta da dor? – perguntei a loira que estava totalmente nua e assustada, ela não respondeu – Ótimo, eu também gosto.- Fui pra cima da loira que pra minha surpresa não teve nenhuma reação, cravei a faca em seu pescoço que agora jorrava sangue em cima de mim, fui rasgando seu corpo até a barriga, retirando todos os seus órgãos visíveis. Calcei meus sapatos e fui embora, quando estava descendo as escadas Daniel com os olhos cheios de lagrimas gritou: - ACABOU TUDO ENTRE NÓS
- Ah, mas não acabou não. – sussurrei e fui pra casa risonha e contente.
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Bom, meu nome é , mais todo mundo prefere me chamar de , moro sozinha faz um tempo. Meu pai e minha mãe me vêem como uma verdadeira psicopata. Acham que eu tive culpa pela morte de minha irmã, mais não tive e foi dali que tudo começou o prazer e as descobertas. Sempre tive o prazer de ver sangue em minhas mãos, sempre tive o prazer de matar, é doce o sabor da morte. Nunca tive cachorro ou gato, eles sempre morriam, com 12 anos descobri que sou um anjo, um anjo da morte, nunca contei isso pra ninguém, me achariam louca, pra saciar minha vontade, eu mato pessoas inúteis na sociedade, como mendigos e vagabundos sem identidade, mas ainda sim vivo como uma pessoa normal. Tenho meus amigos e meu namorado Daniel, acho que é a única pessoa que eu realmente amo. Mais um dia normal, acordar, ir para o trabalho, voltar e ver televisão, dormir poof. Como de rotina escovei os dentes tomei banho e fui eu para o trabalho, como o meu lindo carro sempre me deixa na mão fui andando até a casa do Dan pegar carona, no caminho recebi varias cantadas como de costume, não liguei, pois queria evitar que o pior acontecesse. Parei em frente a uma casa grande, bonita e branca, nem precisei tocar a campanhinha porque lá estava ele, lindo com a blusa xadrez que eu AMO.
- BOM DIA MEU AMOOR – quase berrei assim que o vi descer as escadas.
- Bom dia – veio em minha direção e me deu um selinho meio que sem sal.
- Aconteceu alguma coisa Dan? – perguntei.
- Não meu amor, é que eu só to um pouco cansado – deu um sorriso amarelo entrando no carro.
- A ta – entrei no carro em seguida. Seguimos o caminho todo em silencio, até chegar à porta do meu tedioso trabalho. – Tchau Dan, à noite eu passo na sua casa depois do trabalho, já que hoje é sexta;
- Tá bom então – sai do carro entrando no prédio. Chegando ao escritório, botei a bolsa em cima da mesa, liguei o computador e botei crachá. Fui bater o ponto pra marcar o horário em que eu cheguei (atrasos são descontados do salário). O dia passou bem rápido e logo já estava pegando um taxi para a casa de Daniel, subi as escadas e pude ouvir do lado de fora gemidos – filme pornô, safaaadinho, entrei bem devagar pra não atrapalhar ele, tirei os sapatos, e fui abrindo uma brechinha da porta de seu quarto e vi o menos esperado , ele estava me traindo , transando com outra, ali bem no dia em que ele sabia que eu estaria lá, encostei na parede e fui deslizando por ela com imagens que vinham em minha cabeça , sangue , dor , morte , meus pais me internando, fome. Levantei, fui até a cozinha, peguei uma faca bem grande, fui caminhando lentamente até eu quarto onde se podia escutar altos gemidos. Dei um chute na porta pra chamar atenção do casalzinho.
- Estão prontos pra diversão? – ri mostrando a faca
- não é o que você ta pensando , isso foi só... – o ignorei totalmente indo em direção da vadia.
- Você gosta da dor? – perguntei a loira que estava totalmente nua e assustada, ela não respondeu – Ótimo, eu também gosto.- Fui pra cima da loira que pra minha surpresa não teve nenhuma reação, cravei a faca em seu pescoço que agora jorrava sangue em cima de mim, fui rasgando seu corpo até a barriga, retirando todos os seus órgãos visíveis. Calcei meus sapatos e fui embora, quando estava descendo as escadas Daniel com os olhos cheios de lagrimas gritou: - ACABOU TUDO ENTRE NÓS
- Ah, mas não acabou não. – sussurrei e fui pra casa risonha e contente.

